As outras aventuras de Luke Skywalker
Mais traumas de infância, via Macanudo.
Mais traumas de infância, via Macanudo.
O post do Milton, aliás, é uma ótima pedida para quem só ouviu falar da atriz com a notícia de sua morte. Schneider depois de ter sido imortalizada por Bertolucci + Brando e Antonioni + Nicholson, entraria para o cânone de gatas imaginárias de uma geração inteira ao ser cantada pelos Trapalhões.
A dica do Vinhal veio do post do Milton sobre a recém-falecida atriz de O Último Tango em Paris e Profissão Repórter. Schneider, ao lado de Antonioni na foto acima, traja uma camiseta pra lá de vintage, dos tempos em que o velho Clapton era, junto com Keith Richards, o próximo candidato a morrer de overdose de heroína. A rodada volta para o Pattoli, vai lá.
Vinícius captura a paixão da querida Soko por Woody Allen nessa chapa hipster até o talo. Agora é a minha vez.
Tomás manda bem, pegando uma garota de momento (Mila Kunis, a eterna Jackie, que faz dupla com Natalie Portman no polêmico Cisne “Cisney” Negro – vou ver se vejo o filme no finde) e vestindo-a com uma das possíveis bandas do ano (os Trouques de volta). Mas pro Strokes voltar tem que ter hit, né.
Carlão, depois de jogar uma carta repetida, opta pela senhora do Black Eyed Peas tentando pagar de xovem com uma camiseta de desenho animado. Como acho essa Fergie beeeem fraca, entendi essa jogada como uma carta jogada no morto.
It’s t-girls time! Deixa eu organizar essa suruba: depois de mim, é a vez do n00b Pattoli ver se ele consegue sua admissão para entrar no jogo de vez. Essa é sua segunda carta, em que ele mostra ter um olho apurado para capturar o detalhe. Boa, Pattoli.
E por falar em coxinha, vocês já ouviram a senhora Luciano Huck pisoteando num certo túmulo em Pére LaChaise? Dica do Leandro, comentando no post do Forró Cobain.