Olha direito, são movimentos de capoeira capturados numa escultura. A obra é do suíço Raphael Ferret e foi pinçada pela Rafa.
Pô, se isso não for difícil de fazer (facinho imaginar o gelo quebrando, depois de pronto), isso é uma idéia e tanto.
Moments, um filme de Will Hoffman (o mesmo autor de Words), inspirado no livro Sum, de David Eagleman.
A ilustração do post anterior e estas acima são do ilustrador californiano Carlos Ramos, que trabalhou no Laboratório de Dexter e My Life as a Teenage Robot, e fez uma exposição dedicada ao Kubrick no meio do ano passado. Vi lá na Janara.
“Ô, cara, que que você tá fazendo aí?”
“Música!”
Tunguei dum post velho do Dafne, em que ele comenta sobre a música do clipe acima, “E Por Isso Estou Aqui”, assinada apenas por Roberto (sem Erasmo).
Quando Elvis Presley pediu ela em casamento, ela pegou o anel e mandou ele prá puta que o pariu! Assim era Tura Satana, que faleceu de insuficiência cardíaca no dia 04 de Fevereiro de 2011 em Reno, USA.
Ninguém melhor do que o Petter Baierstoff para falar da protagonista de Faster Pussycat! Kill! Kill!.
Minha coluna no Caderno 2 de ontem foi sobre o jornal do iPad…
Um jornal para o iPad
E o futuro (fechado) da Apple
Na quarta-feira da semana passada, depois de muita especulação, finalmente foi lançado o jornal sem papel imaginado pelo magnata das telecomunicações Rupert Murdoch. The Daily é um jornal que só pode ser lido no iPad. Funciona como uma revista eletrônica diária, cuja diagramação se adapta à forma como se segura o tablet, além de conter conteúdo multimídia, como vídeos, áudio e infográficos em movimento. Cada edição custa US$ 0,14 (a assinatura anual custa US$ 39,99), mas, nos dois primeiros meses, o aplicativo é gratuito para os clientes da operadora norte-americana Verizon.
Mas mais do que uma tentativa de ver como funciona um veículo feito para ser consumido em apenas um tipo de aparelho, a aparição do Daily acontece junto de uma mudança drástica na política comercial da Apple. A empresa agora só permite que se baixe aplicativos gratuitos para seu tablet se isso ocorrer em sua própria loja, a App Store. De graça, agora, só se for via Apple.
É um momento interessante e, talvez, crucial para a sobrevivência do modelo de negócios ao redor do hypado tablet. Não custa lembrar que o iPod, o MP3 player que fez a Apple voltar ao cenário digital no início do século, só foi um sucesso de vendas porque permitia a inclusão de músicas que pudessem ser adquiridas em outro lugar além da loja da Apple. Será que se o iPod só tocasse músicas compradas na iTunes ele seria o sucesso que foi? Acho que não.
Outra nuvem que paira sobre o novo negócio da Apple é a própria presença de Rupert Murdoch, cuja empresa, News Corp., comprou o MySpace por meio bilhão de dólares em 2005. Foi o suficiente para a rede social, então a maior do mundo, começar a desandar. O futuro do MySpace, hoje, é mais do que incerto. Mau agouro?
E quem pode desafiar o poder da Apple e de Murdoch são os próprios usuários, como o norte-americano Andy Bayo, que pegou o conteúdo do Daily e o transformou em um tumblr (http://thedailyindexed.tumblr.com), aberto para quem quiser ler. Sem pagar.
Cara Microsoft
“Queria continuar no Hotmail, mas…”
O rapper Dan Bull ficou conhecido no fim de 2009 quando fez uma carta aberta em forma de vídeo à cantora Lily Allen reclamando do fato de ela ter sido descoberta na internet e na época se voltar contra os downloads ilegais. O alvo da nova missiva musical do norte-americano agora é a Microsoft. Num longo e-mail cantado, ele reclama que a empresa só dá passos errados hoje em dia.