“What’s a Bieber?”
“I don’t know, but it kind of looks like a girl”
“I don’t know, but it kind of looks like a girl”
Como é boa essa música, viu…
Rapaz, que disco bom esse novo do Streets.
Fodaço. A bula tá lá no Bruno.
Neguinho se empolga…
Lembra desse sobrado?
Vai deixar de ser o Milo. Ou pelo menos foi isso que o próprio Milo botou no Feice.
O cartaz que ilustra esse post (que época!) é da Angela.
• Quem está aí? • “O Orkut perdeu o pé” • Personal Nerd: Cara a cara • Mobile World Congress: Mundo móvel • WikiLeaks à brasileira: Vazamento por via direta • Social Media Week: Quase social • O que há por trás do acordo entre Nokia e Microsoft• Servidor • Vida Digital: Jane McGonigal, designer de jogos •
Minha coluna no Caderno 2 ontem foi sobre o Twitter em 2011…
O último ano do Twitter?
O passarinho azul subiu no telhado – e parece que vem outra bolha por aí…
Tweets, trending topics, retweets, seguidores, hashtags, unfollow, #FF, @username… Toda essa terminologia já era conhecida de um punhado de usuários do Twitter antes da explosão da rede social, em 2009. Em 2010, o mundo inteiro abraçou o site – até mesmo o Brasil, tradicionalmente acostumado a uma vida digital paralela à do planeta, entrou na rede em grande estilo, emplacando vários termos e hits nacionais para o resto do mundo. Mas se em 2010, o Twitter indicava ter embalado num crescimento que parecia não ter volta, 2011, no entanto, dá sinais que pode ser o último ano da rede social do passarinho azul. Ou pelo menos como a conhecemos.
O Twitter já vinha dando sinais de desgaste no fim do ano passado, quando o tráfego de dados na rede caiu drasticamente em outubro, segundo o site Alexa. Especula-se que a queda só não foi maior pois a rede social foi traduzida para novos idiomas e começou a agregar usuários em países em que ainda não estava presente. A queda de audiência poderia estar ligada à nova interface do site, que estreou no segundo semestre do ano passado e desagradou muitos de seus cadastrados.
A crise política no Egito também ajudou o Twitter a ganhar uma sobrevida e pareceu repetir o feito de 2009, quando o site foi crucial nas eleições presidenciais do Irã. Como disse o comediante norte-americano John Stewart à época: “Não foi o Twitter que salvou o Irã. Foi o Irã quem salvou o Twitter”. Não é exagero dizer o mesmo do Egito em relação ao site. Só que o momento é exatamente oposto: em 2009, a rede social ainda não tinha vivido seu grande momento popular.
O principal aviso de que, provavelmente, o passarinho do Twitter pode estar com seus dias contados veio na quinta-feira da semana passada, quando o jornal Wall Street Journal publicou que os executivos da rede social estariam conversando tanto com o Google quanto com o Facebook para tentar vender o site – e teriam ouvido ofertas que pagariam entre US$ 8 e 10 bilhões pelo serviço.
Uma vez comprado – seja por quem for –, uma coisa é certa: o Twitter vai mudar. E, pelo histórico dos dois possíveis compradores, pode até acabar. Mas isso ainda é terreno de especulação.
Mas um número citado pelo jornal chama atenção – o de que a rede, hoje com mais de 150 milhões de usuários, teria sido avaliada em US$ 4,5 bilhões em dezembro. Em menos de dois meses seu preço dobrou? E se lembrarmos que, nesta mesma semana, o blog Huffington Post foi vendido à America Online por mais de US$ 300 milhões, não duvide que estamos às vésperas de uma nova bolha digital, como a de 1999.
E tava tão bom que eu só gravei a introdução lá…
Memory Tapes – “Green Knight”
Daft Punk – “Technologic”
Human Beinz – “Nobody But Me (Pilooski Remix / Loulou Rouge Edit)”
Bloody Beetroots + Robyn – “Cobrasnake”
MGMT – “Siberian Breaks (Ed Banger All Stars Remix)”
Gorillaz – “Empire Ants (Miami Horror Remix)”
Starfucker – “Born”
Edward Shape & The Magnetic Zeros – “Janglin’ (RAC Remix)”
Yo La Tengo – “Astral Plane”
Good Shoes – “The Way My Heart Beats”
Metronomy – “She Wants”
Mitzi – “All I Heard”
Streets – “Trust Me”
Sounds – “Better Off Dead”