Os brinquedos de Dalton fazem parte da exposição Quentin vs. Coen, que chama designers pra remixar o imaginário do trio de diretores que reinventou o conceito de white trash (e, consequentemente, os EUA) para o século 21, na galeria Bold Hype (olha o nome!), em Nova York.
Tudo bem que tem artista bom no meio, mas quando a melhor banda no palco principal é o Skank, não precisa nem pensar muito pra saber que tá TUDO errado. Como disse a minha mulher, só faltava ser na Chácara do Jockey pra ser o pior evento de todos os tempos. Em uma só palavra: “credo”.
Cresci sob a sombra de Elizabeth Taylor, aquela atriz inatingível, para sempre ossificada na imagem de Cleópatra, o épico que quase foi a canção do cisne de Hollywood, diva datada de uma era que não era a minha. E não entendia sua grandeza que é, simplesmente, dramática. Curei essa má impressão com dois filmes emblemáticos, duas das melhores peças de teatro adaptadas para o cinema: Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?, escrita por Edward Albee com direção do subestimado Mike Nichols (o mesmo que nos deu, anos depois, A Primeira Noite de um Homem, Ardil 22 e Closer):
E Gata em Teto de Zinco Quente, peça de Tennessee Williams, filme de Richard Brooks.
Nesses dois filmes, Elizabeth Taylor mostra que teatro e cinema podem ter a mesma intensidade.
Bubble Puppy – “Beginning”
Human Beinz – “Nobody But Me (Pilooski Remix)”
Graforréia Xilarmônica – “Eu”
Pistoleiros – “(Não Contavam com) Os Pistoleiros”
5-6-7-8s – “Woo-Hoo”
Detroit Cobras – “Nothing But a Heartache”
Love – “The Daily Planet”
John Lennon – “Borrowed Time”
Novos Baianos – “Preta Pretinha”
Frankie Valli & the Four Seasons – “Who Loves (Pilooski Re-Edit)”
Cure – “10:15 Saturday Night”
LCD Soundsystem – “Time to Get Away”
Hot Chip – “One Life Stand”
Lobsterdust – “Gotta Fly”
Franz Ferdinand – “Lucid Dreams (Single 2008)”