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O jornal do Radiohead

No dia em que The King of Limbs chega às lojas na Europa, o Radiohead lança outra versão “física” de si mesmo – um jornalzinho chamado The Universal Sigh (“O suspiro universal”), que vem acompanhado de um site do mesmo nome. A publicação – que é diferente do material que acompanhará a versão definitiva do disco em maio – é um zine feito pela banda, com artigos e ilustrações de amigos do grupo versando sobre o tema “árvore”. Junto ao lançamento do jornal (que, com tiragem limitada, já virou item de colecionador), o grupo anunciou que lançará um single na Inglaterra no próximo dia 16, no chamado Record Store Day, com as músicas “The Butcher” e “Super Collider” (esta última, velha conhecida dos fãs – já toquei até num Vida Fodona):

O jornalzinho pode ser baixado, em PDF, aqui.

Madrugada torta

Ainda mais com esse tempo bizarro, calor e frio ao mesmo tempo.

Propaganda no sonho

Quando linkei o trailer do filme novo de Morgan Spurlock, um documentário sobre publicidade subliminar no entretenimento, terminei o post comentando o trecho final do trailer, em que o político norte-americano Ralph Nader comenta que o único lugar ainda imune à propaganda sejam os sonhos. E não lembrava de ter conversado sobre isso com alguém, até que o Ronaldo me lembrou que foi em uma conversa que ele voltou para um episódio de Futurama, me linkando um post velho do Merigo sobre a passagem:

Se você tem medo da propaganda hoje e as vezes se sente incomodado com tamanha invasão na sua vida, espere só para ver como vai ser no futuro: publicidade veiculada dentro dos seus sonhos!

Fry não se conforma, e diz que no seu tempo (1999) a propaganda só existia “na TV, no rádio…e nas revistas e nos filmes, e nos jogos de futebol, e nos ônibus, e nas caixinhas de leite, e em camisetas, e nas bananas, e escritas no céu…mas não nos sonhos. Não senhor.”

O melhor vem depois, quando Bender diz para o Fry parar de reclamar, porque os comerciais não te obrigam a comprar nada, e Amy diz que ninguém sai correndo para comprar só porque dizem que os preços estão baixos, muito baixos.

Ronaldo ainda emendava que ao sonharmos que vamos para espaços (teatros, cinemas, casas noturnas) batizados com nomes de marcas, esta barreira já foi vencida. E aposto que tem muita gente que sonha com Google, Facebook, Twitter, MSN…