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E o Rome do Danger Mouse?

Brian Burton está criando um novo tipo de artista para o século 21: um que você pode confiar. Nenhum de seus contemporâneos mantém a média de acerto por tentativa que ele, basicamente por desdobrar-se em projetos completamente diferentes e cercar-se só de gente boa. Vale recapitular rapidão? Grey Album, segundos discos do Gorillaz e do Rapture, Modern Guilt do Beck, “Crazy”, Cee-lo e o Gnarls Barkley, disco com o Sparklehorse, o James Mercer do Shins (o genial Broken Bells) e MF Doom e os dois últimos discos do Black Keys. Nem o Radiohead, a Britney Spears ou o Daft Punk têm essa média. Rome, seu novo projeto, inspirado em trilhas sonoras de filmes italianos e composto ao lado de Danielle Luppi (com participações do Jack White e a Norah Jones) é mais um exemplar dessa safra, saca só.


Danger Mouse + Danielle Luppi – “Theme from Rome (MP3)

Vida Fodona #283: Pequeno período de ausência de Vida Fodona

É, acontece.

High Llamas – “End on Tick Tock”
XTC – “Merely a Man”
Erasmo Carlos – “Para os Diabos com os Conselhos de Vocês”
DSOTMW – “Remember Me Superstition”
Junior Boys – “Banana Ripple”
SebastiAn + Mayer Hawthorne – “Love in Motion”
Washed Out – “Eyes Be Closed”
Memory Tapes – “Today is Our Life”
Arctic Monkeys – “She’s Thunderstorms”
Romulo Fróes – “Muro”
Gui Amabis + Tulipa + Curumin + Céu – “Sal e Amor”
Danger Mouse + Danielle Luppi + Norah Jones – “Black”
JJ – “No One Can Touch Us Tonight”
Black Light Dinner Party – “Older Together”
Chet Faker – “No Diggity”
Virgínia Rodrigues – “Oju Obá”
Criolo – “Freguês da Meia-Noite”

Chega mais.

Da importância de Sgt. Pepper’s

Um documentário feito em 1987 (“It was twenty years ago today!”), pela PBS norte-americana, sobre o clássico disco dos Beatles. Uma aula de cultura pop.

Antijoke chicken – a galinha antipiadas

Todo esse papo de Lars Von Trier causando com a lei de Godwin, João Pereira Coutinho com nojinho de mulher pelada (e comparando amamentação com masturbação!), a iniciação sexual de Bolsonaro e Danilo Gentilli fingindo ser politicamente incorreto sem perceber que não mascara a própria escrotice, me lembrou de um dos meus memes favoritos, essa galinha que estraga as piadas logo de saída:

É demais. E aí em seguida eu vejo esse tweet do Antonio Prata, em sincronia: