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Andy Kauffman, sem querer

Estou começando, devagar, a assistir a todos os Saturday Night Live, desde o início. E qual é a minha surpresa quando descubro que o clássico quadro abaixo esteve no primeiríssimo episódio do programa de humor…

Irrepreensível. Você deve lembrar do cover feito pelo Jim Carrey, no subestimado Man on the Moon.

Também é demais, mas não dá pra comparar com o original.

Bora no Jon Spença?

Escrevi pro Divirta-se, do Estadão, sobre a expectativa para o show do Jon Spencer semana que vem.

Da máquina do tempo

Quando o Jon Spencer Blues Explosion se apresentou no Brasil pela primeira vez, não fui. Era uma das minhas bandas favoritas dos anos 90, mas uma confusão com agendas e horários me fez perder um show que, pelo que disseram, trouxe uma banda mais densa e menos elétrica do que a que conhecíamos. Seu líder ostentava uma barba pesada que fugia do visual rock’n’roll clean e bruto que caracterizava o som do trio. Por isso, quando fui vê-los ano passado no meio do festival de 21 anos da gravadora Matador, em Las Vegas (na festa do meu casamento), não esperava muita coisa – daí a surpresa ao ver um Jon Spencer em 220 volts, teletransportado direto de 1995. O outro guitarrista, Judah Bauer parece mais velho e o baterista Russell Simins engordou uns bons quilos. Mas, no palco, Spencer encarna um Mick Jagger utópico. Vê-los no Bourbon será genial.

Para além da paranóia

O Brancatelli fez uma matéria sobre como os aplicativos feitos a partir de dados públicos podem facilitar a vida da cidade e do cidadão no Metrópole de quinta-feira – e me pediu para dar uma força e falar do contexto mais amplo desse cenário.

Dados abertos: em prol da qualidade de vida

A internet, para muitos, vem como uma ameaça. Afinal, tanto o antigo CEO do Google Eric Schmidt, quanto o dono do Facebook, Mark Zuckerberg, já avisaram que a privacidade acabou. A WikiLeaks de Julian Assange paira sobre a cabeça do status quo com a possibilidade de desvendar segredos bem guardados a qualquer minuto. Hackers ativistas do grupo Anonymous avisam: “Não tentem consertar suas duas caras escondendo uma delas. Em vez disso, tentem ter só um rosto – honesto, aberto.”

Há uma mudança drástica, sutil e otimista no meio dessa paranoia. Afinal, ela requer mais dados abertos para a maioria das pessoas, transparência de governos, empresas e, por que não, do cidadão. E esses dados podem melhorar ainda mais a qualidade de vida das pessoas, principalmente em uma cidade como São Paulo.

Imagine se todos os motoristas pudessem dizer onde estão seus carros? Isso tornaria mais fácil a localização de engarrafamentos. E se pudéssemos detectar mais facilmente pontos de alagamento na época de chuvas? Ou acompanhar o orçamento de obras públicas desde o início? O mundo pode melhorar – e bastante.

Vida Fodona #290: Eu atraso, mas eu chego

Come on, come on…

Tim Maia – “É Preciso Ler e Reler”
Phil Retrospector – “The Boys Are Back in Heaven”
Peter Bjorn & John – “Second Chance”
Metronomy – “The Bay (2 Bears Remix)”
Lykke Li – “Dance Dance Dance (Buraka Som Sistema Remix)”
Foster the People – “Color on the Walls (Don’t Stop)”
Criolo – “Subirusdoistiozin”
Funkadelic – “Groovallegiance”
Mayer Hawthorne – “Don’t Turn the Lights On”
Destroyer – “Kaputt”
Shawn Lee’s Ping Pong Orchestra + Curumin – “Não Vacila”
Frankie Valli & the Four Seasons – “Who Loves (Pilooski Re-Edit)”
Maluca – “Lola”
Rapture – “Deep is Your Love”

Aqui.