Além das duas versões que postei esses dias, pintou essa esses dias, com a Mia Doi Todd e José González, que saiu naquela coletânea Red Hot + Rio 2, que eu mal falei aqui e merece alguns outros posts, chamando atenção pra alguns destaques:
Vi o vídeo no Ronaldo.
Anunciados nessa quarta Interpol, Goldfrapp, Broken Social Scene, Criolo, White Lies e Garotas Suecas se juntam ao Beady Eye, Peter Bjorn & John, Toro Y Moi e Strokes para formar o Planeta Terra desse ano. Deu pra salvar um tanto o festival de uma possível mesmice, mas é a edição mais sem graça desde a criação do evento. Tomara que isso não queira dizer que o festival esteja perdendo a mão – afinal de contas, ele ainda é o melhor evento dessa natureza no Brasil.
Mallu pensa alto enquanto bloga o fim do terceiro disco, que chama-se Pitanga:
Seja como for, voltando a mais um pensamento que tive no dia de hoje, tenho tido dificuldade com o exato, o certeiro. Tenho até ficado mais quieta e quem está perto de mim acha que estou triste.
Não estou triste coisa nenhuma, só não tenho o que dizer. É que na maioria das vezes que abro a boca me arrependo logo que meu cérebro percebe no tempo-espaço essa idéia materializada em palavras.
Além de tudo, minhas idéias parecem ótimas e incríveis na minha cabeça, parecem gigantes, imensas, complexas e completas.
Diferente de quando vem à tona nas palavras.
A s p a l a v r a s l i m i t a m .
Lhentendo, Mallu. Sem ironia, que eu não curto isso. E isso é fase, não esquenta que passa. E volta. E passa de novo.
O designer holandês Jurjen Versteeg fez esse curta como trabalho de conclusão de curso: a abertura de um documentário sobre a arte pouco celebrada que são essas sequências de apresentação.
Enquanto a Spin celebra duas décadas do Nevermind, o Stereogum elege o primeiro disco dos Strokes pra transformar em disco-tributo, chamando alguns conhecidos (Peter Bjorn & John, Real Estate) e uma porção de anônimos para celebrar a importância do tal disco. Mas Stroked consegue ser pior que o Newermind (que já era fraco) e só uma música passou pela minha peneira, e isso porque eu curto o Computer Magic:
O resto fica entre o óbvio e redundante ou o ridículo. O disco todo pode ser baixado de graça no Stereogum. Valeu a boa intenção, pero…