Trabalho Sujo - Home

John Carpenter, por Martin Scorsese

John Carpenter is a filmmaker who is unashamed to stay within the genres he loves (horror and science fiction) and who practices his trade like a master craftsman. His pictures always have a handmade quality—every cut, every move, every choice of framing and camera movement, not to mention every note of music (he composes his own scores) feels like it has been composed or placed by the filmmaker himself. His sense of composition (nearly all of his pictures are shot in ‘Scope) is quite exacting and precise, and his control of movement inside and outside the frame can be hair-raising. There are so many moments in his films that are absolutely startling—the murder of the little girl with the ice-cream cone in Assault on Precinct 13; the appearances of Michael Myers on the very edge of the frame in Halloween; the appearances of the creature in his truly terrifying remake of The Thing. And the mood of his pictures is so carefully crafted and sustained. I’m a great admirer of The Fog, the mood of it, the sense of mystery. But I also love They Live, in which an alien invasion of America is uncovered by people living on the ragged edge of society in Los Angeles. This movie was Carpenter’s commentary on what he saw as the excesses of the Reagan era, and the movie shares many qualities with pictures made during the Depression, such as Heroes for Sale and Wild Boys of the Road. It’s lyrical and tough at the same time, with a strong sense of community among the displaced people living in makeshift homes on the outskirts of L.A. (interestingly, the picture dovetails with Mel Brooks’ comedy Life Stinks, made a couple of years later), and the mood is unusually sad and bitter. The science-fiction element reveals itself as the story goes on: The “beautiful people” on TV and walking down Rodeo Drive are actually aliens, transmitting subliminal messages to the hypnotized masses, their true images visible through special glasses that are being handed out at a mission for the poor. I like the humor of the picture, the hilariously long fight scene between “Rowdy” Roddy Piper and Keith David, and the sense of outrage. They Live is one of the best films of a fine American director.

Daqui, mas vi aqui.

The Dark Side of Oz

Um clássico revisitado, mastigadinho pra quem nunca viu. Aperte play, apague a luz, clique em fullscreen e boa viagem…

Canv.as: 4chan for dummies

Também falei nessa edição de segunda do Link sobre o Canv.as, o novo site do Moot, que deixou de ser fechado pra convidados na semana passada.

Canv.as é 4Chan organizadinho

Quando veio ao Brasil, no mês passado, o programador Christopher Poole, o Moot, estava às vésperas de lançar sua nova empreitada – o site Canv.as. “É uma espécie de versão domada do 4chan”, disse o criador do principal fórum de memes da internet.

O Canv.as estava funcionando só para convidados, mas a partir da semana passada quem quisesse conhecer o site já podia experimentá-lo. E a descrição feita por Moot disfarça o potencial de seu novo negócio.

Porque o 4chan é caótico por natureza. Um fórum de imagens em que qualquer um pode publicar o que quiser, sem nem mesmo se identificar, e que aceita qualquer contribuição, ingênuas ou escabrosas.

Já o Canv.as é organizado. Quem o utiliza deve se identificar e há um filtro que não permite publicar imagens mais tensas. Ele conta até com um editor de imagens online. Mas seu grande trunfo é a interface: tão simples de publicar quanto nos fóruns do 4chan, mas muito mais fácil de se encontrar.

O grande destaque do site é a forma como ele permite que seus usuários votem nas imagens que os outros sobem, de forma bem humorada. Será que Moot acertou de novo?

Conversando com o dono do Netflix

Bati um papo rápido com o Reed Hastings, fundador e CEO do Netflix, que estreou semana passada no Brasil no especial sobre TV e internet que fizemos no Link essa semana.

TV social começa antes no Brasil
Reed Hastings, co-fundador e CEO do Netflix

A TV é a última fronteira das mídias digitais?
Não acho que seja a última, mas entendo sua pergunta. Acho que a TV via internet deve revolucionar a TV tradicional como o celular fez com o telefone, o MP3 fez com o disco, etc. pois as pessoas querem mais opções. Mas estamos bem no começo disso. A TV tradicional ainda será forte por muitos anos. Pelo que vemos nos EUA, isso deve demorar. Mesmo com o crescimento da internet, acredito que um tipo específico de programação – como competições esportivas de alcance nacional ao vivo, por exemplo – ainda manterão vivo o interesse pela TV tradicional.

Mas a transmissão de eventos ao vivo – não apenas esportes, mas também a cobertura jornalística, por exemplo – têm futuro na internet, não?
Sim, a transmissão de eventos ao vivo é uma grande oportunidade para quem quiser entrar nesse mercado, mas não optamos por isso. Nosso foco é a TV sob demanda.

E na área de TV social? Vocês têm interesse em colocar seus clientes para assistir a filmes juntos?
Sim, inclusive estamos para lançar, ainda neste mês, na América Latina, nossa plataforma de TV social através do Facebook Connect.

Antes dos EUA?
Sim, pois temos uma superposição de leis que nos impede o compartilhamento de vídeos através de nosso site. A América Latina vai ter isso antes dos EUA.