E quando você menos espera…
Vem um cara pelado doidaço andando pela rua.
Não tente entender.
Vem um cara pelado doidaço andando pela rua.
Não tente entender.
“That rug really tied the room together…”
Atenção, achievers! Eis a primeira festa a celebrar a influência do filme Big Lebowski, dos irmãos Coen, em mais de uma geração de preguiçosos profissionais e fanáticos por não fazer nada. A reunião acontece na primeira sexta-feira de outubro, no Alberta #3, e quem vier caracterizado como personagem do filme não paga para entrar até a meia-noite. No som, eu, Rafa Spoladore e Danilo Cabral trazem o “occasional acid flashback” para a pista: psicodelia, country, soul, rock, funk e disco na veia. E o White Russian custa a metade do preço! O flyer é do Jairo e a produção Over the Line une os meus esforços aos da Carol, que tá preparando umas supresinhas pra festa…
Bom, então é isso, fico fora do ar por pouco mais de uma semana, mas volto a tempo de ver como vai ser essa tal festa Lebowski. Aproveitem pra palpitarem no novOEsquema – ficou bom? Ficou ruim? O que falta? É um ensaio aberto! Bom, tou indo nessa. Fiquem bem, volto logo!
Furo do Link! Escrevi sobre a notícia no caderno de Economia desta quarta.
Anúncio junta a fome à vontade de comer, mas perde em timing
No ano de 2001, a Microsoft ainda era um dos maiores nomes no mercado digital. O Google começava a ganhar a fama de oráculo que carrega até hoje, mas ainda era uma novidade. A Apple havia acabado de anunciar seu novo aparelho portátil, o iPod. Mark Zuckerberg era menor de idade. Por isso, quando a gigante do software anunciou que estaria lançando um console para entrar de vez no mercado de videogames, muitos achavam que estaríamos vendo um pouco de como seria o futuro próximo.
Mas, por mais que o Xbox tenha sido bem-sucedido e se tornado um dos grandes nomes no mercado mundial de games, ele não cumpriu a promessa almejada, de se tornar uma central de entretenimento doméstica. Por dentro, o console era um computador portátil reempacotado. Mas estávamos começando a era dos portáteis, mesmo sem saber disso, e, em pouco tempo, MP3 players, laptops, celulares e, finalmente, tablets eram objetos de desejo maiores do que um console de games que fica preso num canto da casa.
A mesma década viu Google, Apple e Facebook ultrapassarem a Microsoft em diversas frentes. E a aposentadoria de Bill Gates, anunciada em 2008, não ajudou a empresa. Ao mesmo tempo, o mercado de games no Brasil sempre viveu à espera da tão sonhada redução de impostos, que permitiria a redução de preços de jogos e de consoles no País.
O anúncio desta terça-feira parece ter juntado a fome com a vontade de comer. De um lado, temos uma empresa tentando recuperar o prestígio de dias passados, transferindo parte de sua produção de hardware para um país em desenvolvimento. Do outro, temos o público consumidor deste mesmo país, cada vez maior, disposto a consumir cada vez mais.
O problema dessa equação é só a questão de timing. Jogos em CD e consoles de videogame estão, cada vez mais, com seus dias contados. Joga-se no celular e na rede social – e, mesmo que os games ainda sejam rústicos e primitivos, isso é uma questão que logo será suplantada, inevitavelmente.
Mas a fabricação de Xbox no Brasil deve, sim, ajudar a incipiente indústria de games local, que já mira em aplicativos para celulares e games sociais. Resta saber qual impacto o anúncio terá a médio prazo.
Você deve lembrar do show de três horas e meia que o Cure fez em Sydney, na Austrália, em junho desse ano.
Pois eles resolveram fazer o serviço completo e em novembro desse ano voltam a revisitar os três discos pela última vez e em três cidades diferentes, deste lado do planeta. A série de shows Reflections começa no dia 15 de novembro no mítico Royal Albert Hall em Londres, segue para o Pantages Theatre, em Los Angeles, nos dias 21, 22 e 23 e termina no Beacon Theatre, em Nova York, com shows dias 25, 26 e 27. Os ingressos para o show de Londres começam a vender nessa sexta! Mais informações no site do Cure.
Uma pérola resgatada pelo Desculpe a Nossa Falha.
Aproveitando o lançamento da série Why Pink Floyd?, o Jimmy Fallon tá fazendo uma semaninha especial com músicas da banda. E começou na segunda com o Shins tocando “Breathe”…
Um cover reverente, by the book e… lindaço.
E aí, já ouviu o disco novo dela?