“I’m better off without you”
Cadê o calor desse verão? Nada a ver esse monte de chuva…
Cadê o calor desse verão? Nada a ver esse monte de chuva…
E é bom o Barack exercitar seu carisma, porque olha o jeito que o Ron Paul, um de seus prováveis adversários, está se vendendo:
Tá certo que o cara não parece muito diferente do republicano médio tradicional, mas…
Brooker é o gênio por trás de Dead Set, que eu comentei no Vintedoze dessa semana, e irei inevitavelmente comentar aqui uma outra hora. No final do ano passado, ele fez sua retrospectiva de 2011 com sua característica acidez e o típico mau humor.
Acima, ele comenta sobre o programa e, abaixo, dá pra assisti-lo (enquanto é tempo) na íntegra:
E aproveitei para escrever para o Divirta-se, do Estadão, sobre minha visita ao estúdio de Peter Jackson, em 2010. Mas o filme de Spielberg, apesar de tecnicamente eficiente (os personagens têm a vida dos desenhos da Pixar e são realistas como os melhores videogames), a história mira principalmente nos velhos fãs e no público infantil, deixando o resultado meio ingênuo e bobo para os tempos atuais.
O maravilhoso mundo de Jackson
“O que você vai fazer na Nova Zelândia?”, me perguntavam todos que sabiam da viagem que fiz em outubro de 2010, quase sempre com a cabeça no infame Jeca Paladium, personagem da extinta TV Colosso que sempre citava o país insular como sinônimo de país improvável.
Mas a maior improbabilidade era o fato deste pequeno país ter conseguido se tornar um dos principais polos cinematográficos do mundo graças ao trabalho de um homem: o neozelandês Peter Jackson. Ele saiu de sua terra natal nos anos 90 para, na década seguinte, transformá-la na sede de seu próprio estúdio de cinema, a Weta, que não pode nem ser considerado um estúdio tradicional de cinema, pois parte do princípio de que a sétima arte deixou de ser uma atividade industrial para ganhar contornos mais próprios ao século digital.
Explico: em vez da produção de um filme seguir os estágios tradicionais – em que um filme começa sendo escrito, para depois ser filmado e, finalmente, ter efeitos especiais inseridos, na Weta essas etapas acontecem simultaneamente. Ao mesmo tempo em que o diretor filma os atores, os roteiristas e produtores encadeiam a história do filme e a equipe que antes era chamada de pós-produção já concebe as criações digitais. É um processo tão detalhado e ensaiado que, quando todas as pontas se unem, os filmes parecem surgir magicamente do nada.
Mas é fruto de planejamentos e estratégias muito bem organizadas. Por isso é fácil criar um ambiente virtual que se prolongue por mais de um filme – como aconteceu com a trilogia ‘Senhor dos Anéis e acontecerá com ‘Avatar’ e com os filmes de Tintim.
O universo já foi concebido e realizado digitalmente no primeiro filme. Para os próximos,basta habitá-lo.
George Martin e seu filho Giles mostram ao filho de George, Dhani, pérola que ficou de fora da edição final de Abbey Road.
Demais.
Uma horinha de Underworld ao vivo no Morning Becomes Eclectic.
Essa música tem esse efeito em algumas mulheres também…
Clipe novo dela:
Parece massa.
E na terceira Noite Trabalho Sujo do ano, chamei a minha querida Taís Toti – do blog Indieoteca (que faz tradicionalmente a eleição Indie Crush, todos os anos) – pra dividir as picapes comigo, por isso se prepara pra dançar até as pernas não aguentarem mais. As coordenadas você já sabe: tanto no site do Alberta quanto na página do evento no Facebook. E para incluir nomes na lista é só mandar email para o noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h. E a Taís preparou uma mixtape pra esquentar os ânimos antes da noite cair…
Taís Toti – Indieoteca (MP3)
Black Keys – “Lonely Boy”
Diagrams – “Antelope”
Metronomy – “The Bay”
Peter Bjorn & John – “Dig a Little Deeper”
JJ – “Ecstasy”
Jackson 5 – “ABC”
El Guincho – “Bombay”
LCD Soundsystem – “Drunk Girls”
Darwin Deez – “Radar Detector”
The Nerves – “Hanging on the Telephone”
Wavves – “King of the Beach”
Of Montreal – “Ye, Renew the Plaintiff”