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Cinemacaos e os filmes de explosão

Há tempos já associo a ida ao cinema a ir a um brinquedo de parque de diversões. Claro que o cinema segue independente desta mudança – boas histórias ainda serão contadas em uma grande tela por muito tempo -, mas a experiência de fechar-se em uma sala escura para entregar-se à visão de um diretor, para mim, hoje em dia tem um efeito mais sensorial do que propriamente narrativo, principalmente a partir da forma que o som conduz a narrativa deste cinema de explosão. E aí vem este vídeo-ensaio do alemão Matthias Stork chamado Cinemacaos, que explica como o atual cinema de ação abandonou completamente a edição lógica da narrativa visual para deixar esta lógica por conta do som. Bem didático.

Gaby Amarantos no Guardian

Rolou hoje:

Her music sounds, to our untrained ears anyway, like a mashup of 90s Euro rave, moombahton, cumbia, and the kind of Hispanic electro-pop you hear in discos on holiday when you’re out of your mind on budget cocktails. Like Gloria Estefan with techno knobs on – or rather, Glozzer in a clinch with Technotronic. In Brazil, it has its own genre name – “tecnobrega” – which literally translates as “techno-naff”, and is a modern electronic version of the sort of tacky romantic music that has been big in the north of Brazil since the 70s.