Mais um texto meu e da Helô pro Blog do IMS:
“Fui a Garanhuns e não comi ninguém”, diria uma camiseta inventada em alguma conversa pela internet, mais uma piadinha infame em cima de um dos crimes mais chocantes e grotescos do século 21 brasileiro: um homem, sua mulher e sua amante mataram, mutilaram e comeram um número ainda não definido de mulheres, em Pernambuco. Os canibais preferiam o fígado, mas não desprezavam músculos. Foram encontrados pedaços de carne humana congelados no freezer da casa. E eles admitiram misturar carne humana ao recheio da coxinha (entre outros salgadinhos) que a mulher vendia pela cidade. E assim transformaram a vizinhança em canibais involuntários. Presos no dia 11 deste mês, os canibais de Garanhuns confessaram o crime, fizeram ressalva (comemos o fígado, não o coração – “ah bom!”) e despertaram a ira dos locais. Moradores da região invadiram a casa após a prisão do trio e puseram fogo em tudo.
Duas vezes
Gosto mais dessas músicas do que de “Contravento”, que já havia postado aqui.
E hoje é dia de assistir a um filme ao ar livre, na maior tela de cinema do mundo, e depois se esbaldar na primeira incursão das Noites Trabalho Sujo para além das portas do Alberta. E para tocar na festa do Vivo Open Air de hoje chamei só gente fina – e que você já conhece bem se um dia se aventurou por alguma das minhas festa: Flávia Durante, Luiz Pattoli e as SRY (Giuliana Viscardi e Renata Chebel) me ajudam a incendiar a pista depois do filme Sete Dias com Marilyn, único título do festival que nunca foi exibido no Brasil. As coordenadas para a noite deste sábado podem ser encontradas no site oficial do evento. A noite promete!
…você começou a ter uma idéia do que é “Hot Problems”, da dupla Double Take, que conseguiu alguns milhões de views em menos de uma semana.
Bons tempos em que a televisão trazia esse tipo de discussão ao ar.
Então se liga…
Muito fera.