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On the run 116: Soul e Funk para o Jantar, por Ghilardi

Groovezeira setentista da boa, separada em uma Mess Tape que funciona em qualquer hora e em qualquer lugar… Só faltou o link pra download, mas tá valendo.

James Brown – “Make It Funky, Pt. 1”
Azymuth – “Dear Limmertz”
Betty Davis – “Game Is My Middle Name”
Hard Meat – “Free Wheel”
Curtis Mayfield – “Superfly”
Isaac Hayes – “Walk On By
Jackson Sisters – “I Believe In Miracles
Meters – “Stretch Your Rubber Band
Nite-Liters – “Serenade For A Jive Turkey
Gil Scott-Heron – “Inner City Blues (Makes Me Wanna Holler)
Funkadelic – “I Wanna Know If It’S Good To You?
Emotions – “Blind Alley
Willie Hutch – “Brother’s Gonna Work It Out
Soul – “Get Ready

Ray Bradbury, o colecionador de metáforas

Escrevi sobre a morte e o legado de Ray Bradbury na coluna FYI que eu e a Helô tocamos no site do Instituto Moreira Salles. Um trecho:

A morte de Ray Bradbury é, de alguma forma, a morte do século XX. De todos os escritores de ficção científica – um gênero que existe, na prática, há pouco mais de cem anos, Bradbury deu mais ênfase à prática literária do que aos devaneios futuristas. Não foi visionário como Arthur C. Clarke, nem pragmático como Isaac Asimov – e, diferente destes, pouco tinha de cientista. Não aspirou ao gênio transcendental de Philip K. Dick ou ao vórtex descendente de William Burroughs – e, diferente destes, pouco tinha de artista. Encarava a escrita como uma prática, a literatura como sacramento e dedicava seu suor a melhorar esta atividade diariamente, religiosamente. Tanto que em boa parte de suas fotografias ele aparece na frente de uma estante cheia de livros ou atrás de uma máquina de escrever portátil.

O texto continua lá no Blog do IMS.

MC Mayara e um hit pra esquentar esse outono

Há muita coisa errada na equação proposta no vídeo abaixo – o timbre da voz da menina, sua faixa-etária, a temática da música, a abordagem do assunto, a direção do clipe, o eletro-clichê bombando como espinha dorsal -, mas alguma coisa inesperada acontece quando estes fatores se alinham e deixam tudo estranhamente… bom.

E não estou falando da lógica trash (“tão ruim que é bom”), sou avesso a esse conceito, o primeiro a puxar o coro dos facepalm…

Grizzly Bear 2012

Com a nova “Sleeping Ute” eles marcam o começo das atividades do novo disco para setembro. E, pelo aperitivo oferecido, promete: