Esporte é gata
Ah, se rolassem uns jogos olímpicos assim…
Ela chama-se Michelle Jenneke, é australiana, e eis o vídeo de onde saíram esses gifs (que surrupiei do Buzzfeed).
Ah, se rolassem uns jogos olímpicos assim…
Ela chama-se Michelle Jenneke, é australiana, e eis o vídeo de onde saíram esses gifs (que surrupiei do Buzzfeed).
Mais um caso de um mal recorrente: atirador mata 14 durante estreia de filme do Batman em cinema nos EUA. E Charlie Brooker, sempre ele, ressalta como deveríamos reagir em casos como este:
Dica da Gi 😉
E por falar no Pethit, viram o clipe da música do Killer on the Dancefloor em que ele cantou?
E falando nisso, quem ganhou a promoção com o CD do Killer on the Dancefloor foi o Thiago Mello, que receberá seu disco em casa.
Batman Ressurge é muito bom, mas não caiam nesse papo de “o único filme de super-herói que merece ganhar Oscar além dos técnicos”. É um pouco melhor que o anterior, mas não chega a ser um Inception. Fora que esse Batman do Christian Bale não me convence, nem como Bruce Wayne (haja mimimi), nem como super-herói (aquela voz de vocalista de banda de death metal, aquelas bochechas espremidas na máscara, aquele olho pintado de preto, sei lá…). Contudo, é sim um bom filme, é para ser visto no cinema – talvez seja o filme mais barulhento que assisti – e derrapa em alguns poucos momentos: além da atuação sem graça de Bale, a primeira hora do filme é devagar (tirando a primeira cena, que é de tirar o fôlego de boa), a revelação quase no finzinho é boba e o Bane é um vilão besta. Mas Anne Hathaway é a melhor atriz em qualquer filme do Batman, a direção é daquele altíssimo nível Nolan que já conhecemos, o roteiro brinca direitinho com a nossa atenção e as cenas de ação são ótimas. Mas não bate Os Vingadores no quesito melhor filme de super-herói já feito.
Uma notícia ruim: Júpiter Maçã caiu do segundo andar do prédio em que mora em Porto Alegre na manhã desta quinta-feira. Segundo a Zero Hora, ele fraturou o pulso e uma vértebra e teria alta nessa sexta-feira. Vamos torcer pra tudo isso ser apenas um susto e que nada mais grave aconteça a um dos grandes nomes da psicodelia brasileira. Pude assistir a um show que ele fez em São Paulo há um mês e filmei algumas faixas, veja abaixo:
Vem de BH e colide jazz com música africana. Coisa fina.
Responsável pela cara que filmes que encantaram gerações de fãs de cinema, o ilustrador Drew Struzan ganha um documentário para celebrar sua importância. Olha só o trailer do filme:
Vi no Bleeding Cool.