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A baladinha “Eyes Like Sky” ficou de fora do excelente Channel Orange e deu as caras em 2013. E o Vinícius comenta a entrevista que o Francisco Oceano deu ao Zane Lowe na BBC (ouça o áudio lá no Bracin) falando de seus planos pra esse ano, que incluem colaborações com o Danger Mouse e a vontade de trabalhar ao lado do Tame Impala. Imagina!

…e seus gráficos fossem mais realistas, teríamos algo parecido com isso:
Brandon Laatsch, o autor dessa incrível versão, disse ter levado 50 dias para criá-la.

E agora?

E é claro que os Simpsons não iam ficar fora dessa…

E Prince aos poucos começa a mostrar seu novo trabalho e sua nova banda, 3rd Eye Girl, formada apenas por mulheres. Em uma apresentação no programa do Jimmy Fallon nessa sexta, ele tocou a nova “Screwdriver” e a clássica “Bambi” (de 1979!) (veja abaixo) e confirma que sua nova fase é bem puxada na guitarra elétrica. Segue mestre!

Falta pouco mais de um mês para começar a sexta temporada de Mad Men e o Ramon está contando os dias de tanta fissura. Aproveitando pra transformar a maluquice em produção, ele está fazendo uma contagem regressiva lembrando dos melhores momentos da série (como o final da primeira temporada ou uma festinha bem específica na temporada mais recente). Óbvio que contém spoilers, é só uma maneira de fazer os fãs relembrarem os bons tempos da série e também de fazer os atrasados começarem a assistir este clássico moderno.
Não sou dos maiores fãs da série e não acho que ela pertença a um escalão específico da TV no século 21, elite frequentada por nomes como The Wire, a Life on Mars inglesa e Sopranos. Como Breaking Bad, a saga de Don Draper ainda não figura neste rol pois é uma obra em aberto e um final apenas regular pode comprometer completamente o todo de uma série (que o digam Lost, Fringe, A Sete Palmos e Battlestar Galactica). Por enquanto, a série segue sendo um exercício estético cinco estrelas, uma ousada narrativa num ritmo muito mais lento que a média atual e um crítico comentário aos costumes de uma época que, de alguma forma, reflete muito nosso presente – mas não é tão profunda pois é ancorada em um protagonista sem a complexidade de um Tony Soprano ou de um Walter White, que esbanja carisma e personalidade, mas cuja angústia e o sofrimento interior são quase nulos. Pode ser que Mad Men culmine justamente com a descoberta da importância emocional do próprio Don Draper, que não parece se importar com as vidas de seus familiares e colegas de trabalho. A última cena da temporada mais recente parece acenar neste sentido, com o protagonista finalmente cedendo as rédeas do controle absoluto e descobrindo o prazer de se envolver emocionalmente num gesto quase trivial, mundano.
Por isso, como Ramon, espero com esperança pela estréia da sexta temporada.


Maria & Joana é um “projeto infográfico”, como define seu próprio autor, o português Diogo Azevedo. O projeto, que visa usar a arte pra conscientizar as pessoas sobre a causa cannabis, começou como um trabalho de conclusão de curso na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e ganhou vida própria.
Saca mais lá na página do projeto no Feice.

E a gravadora norte-americana Light in the Attic está relançando clássicos do Marcos Valle em vinil. A obra-prima Mustang Cor de Sangue ainda não deu as caras, mas discos de peso equivalente – como Garra, Marcos Valle 1970, Previsão do Tempo e Vento Sul – já estão à venda no site da gravadora. Dá uma sacada em como ficou cada reedição nos vídeos abaixo: