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Bom Saber #001: Melhorando sempre

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Nesta quarta-feira estreei minha coluna semana no site da Galileu. Minha estréia, na verdade, é a inauguração da nova seção de colunistas do site, em que todo mundo da redação ganhou coluna para escrever sobre o que mais lhe interessava. A minha coluna, chamada de Bom Saber, procura uma abordagem otimista em relação às novidades da ciência e da tecnologia e os benefícios que estas trazem para o nosso dia a dia – além de funcionar como uma continuação da minha Carta ao Leitor que vem no início de cada nova edição impressa. Explico melhor abaixo:

Melhorando sempre
As novas colunas GALILEU e um novo otimismo científico

A estreia de novas colunas no site GALILEU talvez seja a primeira grande mudança na minha gestão como diretor de redação desta publicação. Quem acompanha o site e a revista já deve ter percebido as mudanças em andamento, principalmente no que diz respeito à integração e ao aprofundamento do conteúdo em ambas as plataformas, bem como a exposição da marca por outras mídias, para além da internet e do papel. Só neste ano já firmamos parcerias com a Campus Party e com o Fronteiras do Pensamento, além de lançarmos nosso boletim semanal na rádio CBN (todo domingo, às 13h30, dentro do Revista CBN), uma newsletter com as principais novidades do site e uma mudança na abordagem na forma como utilizamos as redes sociais.

Mas o lançamento de seis novas colunas e do blog da editoria de arte é uma ação que mexe internamente com a equipe, pois valoriza as qualidades dos profissionais que fazem GALILEU ser o que é: a publicação mais inteligente do Brasil. Também mostram o quão ampla é sua área de atuação. Grande parte dos diversos assuntos abordados não está automaticamente associada ao que se imagina quando falamos em uma revista de ciência. Talvez porque GALILEU há muito não só é uma revista de ciência — nem acadêmica demais a ponto de deixar leitores leigos fora da discussão, nem superficial demais a ponto de tratar seus leitores como meros curiosos.

Editorialmente, o que nos acostumamos a chamar de ciência também pode ser chamado de conhecimento. E a partir deste março de 2013 começamos a nos dedicar a áreas que fogem dos dois estereótipos acima. Nossa abordagem sobre a ciência diz respeito à vida de cada um de nós. O conhecimento não é uma enciclopédia só consultada em encruzilhadas intelectuais ou uma coleção de causos de almanaque exibidos apenas como cultura inútil.

Para nós, conhecimento e ciência são ferramentas que ajudam a viver melhor. Basta ver os temas escolhidos por cada profissional do título. O redator-chefe Tiago Mali, o capitão da revista impressa e responsável pela seção Numeralha desde a edição de fevereiro, passa a dedicar-se a um de seus temas favoritos – a relação entre dados e fatos, e a importância da transparência ao lidar com ambos. Essencialmente, o tema de Tiago é puro jornalismo, mas aplicado ao século digital, quando surge esta nova subdivisão chamada jornalismo de dados, em que o operário da notícia passa a navegar por planilhas e bancos de dados para descobrir manchetes que ninguém leu e levantar informações que poucos conhecem. Em sua coluna semanal (publicada todos os sábados), Tiago vai falar de temas que importam a todos, mas sempre partindo de um ponto de vista nem sempre fácil de lidar, pois requer paciência e dedicação. E mais do que atuar como um jornalista de dados, ele também cobrirá as transformações nesta área no Brasil e no mundo.

A editora Priscilla Santos tinha um blog sobre como viver bem na cidade grande antes de trabalhar em GALILEU, daí ter se apropriado de seções como Startup e Urbanidade, que edita mensalmente na revista. Pois em sua coluna semanal (publicada todas as quintas-feiras), ela volta a falar do tema sustentabilidade, sempre do ponto de vista do cidadão comum — pessoas que começam a pensar em soluções para os cada vez maiores problemas da cidade moderna.

O editor Tarso Araújo já tem um livro publicado (Almanaque das Drogas, 2012) sobre o tema de sua coluna, mas pedi para que não ficasse numa abordagem tão específica e sugeri ampliá-la para incluir o principal campo de atuação das drogas — lícitas ou não —, o cérebro. E assim, passa a abordar, como ele mesmo diz, “os truques e armadilhas” do órgão que controla nossa individualidade. Sua coluna é atualizada todas as sextas-feiras.

A editora do site GALILEU Débora Nogueira escreve sobre tecnologia e o impacto das novidades digitais em nosso dia-a-dia, sempre observando como um novo serviço ou um novo aparelho podem afetar — e até mesmo mudar completamente — nossos hábitos e comportamentos. Ela escreve todas as terças-feiras. Luciana Galastri, repórter do site, também fala sobre o mundo digital, mas seu foco está na cultura da internet, aquela que mistura ícones, inventa virais e faz todo mundo falar sobre um determinado assunto por horas ou semanas — sua coluna é atualizada toda segunda-feira.

Além destas cinco colunas, ainda há a estreia do blog Dpto de Arte, sob a responsabilidade da editoria de arte GALILEU, comandada pelo diretor de arte da revista, Fabio Dias, que, ao lado da editora Ana Paula Megda e dos designers André Moscatelli e Gabriela Oliveira, mostrarão as referências de design que os ajudam a tornar a revista mais inteligente do Brasil uma das mais bonitas e agradáveis de se ler.

Eu fecho o time de novos colunistas com uma coluna dedicada a mostrar como ciência e tecnologia vêm melhorando — e muito — nossas vidas. A cultura da virada do século 20 para o 21 parece ter nos acostumado a ter uma visão pessimista sobre o futuro — fatores como superpopulação, crise econômica, aquecimento global e estatísticas alarmistas nos induzem a pensar que o mundo está às vésperas de um colapso. Mas não é o que se vê ao observar o contexto. Cada vez menos gente morre pelos motivos que morriam nos séculos anteriores, cada vez mais gente tem melhores condições de vida e perspectivas de melhoria estão por toda a parte. Há um otimismo que falta ser disseminado, muito por conta das melhorias que vieram com a evolução da ciência e da tecnologia — e este será o assunto da minha coluna, que também funcionará como uma extensão digital da minha Carta ao Leitor, que abre todas as edições da versão impressa do título.

Como disse no início, é um passo importante para a GALILEU 2013. As mudanças continuarão, as novidades seguirão aparecendo — mas saber quem são as pessoas que fazem GALILEU é uma parte crucial desta nova etapa.

Kick Ass 2 vem aí!

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O segundo arco em quadrinhos consegue superar o primeiro… Será que o filme repete este feito?

A volta de Mickey Mouse

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Para a maioria das crianças e adolescentes de hoje em dia, o rato Mickey é quase um logotipo em movimento e não mais um personagem – afinal, desde os anos 80, por exemplo, só foram produzidos três desenhos com o personagem-símbolo da Disney, hoje bem mais associado aos parques temáticos da corporação do que a qualquer tipo de narrativa. Por isso mesmo que a empresa voltou a investir em desenhos animados – e o primeiro deles, Croissant de Triomphe, já está online (veja abaixo). A ressurreição de Mickey para o século 21 ficou a cargo do animador Paul Rudish, que já trabalhou no Laboratório de Dexter e nas Meninas Super-Poderosas. O novo Mickey segue a estética de quando foi criado no início do século passado (olhos pretos, bermuda vermelha, sem camisa, sapato amarelo), mas com um traço mais forte e uma animação bem veloz para os padrões Disney. Veja só:

 

Tocando piano para Billy Joel

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Aconteceu no fim de janeiro, na universidade de Vanderbilt. O próprio Michael Pollack conta numa entrevista:

“Então decidi que iria ver Billy Joel assim que descobri que ele estava vindo, e como ele é um de meus ídolos de infância, sabia exatamente o que queria fazer quando estivesse lá. Eu e meu colega de quarto decidimos que tentaríamos encontrar uma forma de fazer uma pergunta e ver se eu conseguia ir até o palco. E chegou o dia, eu pensei em uma pergunta, levantei minha mão e meus amigos ficaram apontando para mim – até que finalmente após algumas perguntas ele me escolheu e eu disse como “New York State of Mind” era minha música favorita e como ele havia tocado com seu saxofonista Richie Cannata no passado e se eu podia subir no palco e tocá-la com ele. Ele pensou um pouco – por um segundo – e apenas disse “Okay”, que não me convenceu, mas foi o suficiente. Subi, falamos algo sobre o arranjo por 15 segundos – ele simplesmente me colocou para tocar – e depois disso foi apenas… nebuloso. É difícil lembrar. Eu comecei a tocar. Eu havia ensaiado pensando que pudesse ter a chance de subir no palco… e meio que me perdi enquanto estava tocando. E logo em seguida ele falou que tinha sido ótimo e perguntou de onde eu era. E eu disse: ‘Eu sou de Long Island, como você’. E ele disse ‘cool’. Depois eu saí e foi isso. Provavelmente é o melhor momento da minha vida até aqui.”

Sente só:

Essa música é lindaça. Via Reddit.

Do Amor 2013

doamor
Bem boa essa música nova do Do Amor, hein… Agora sim!