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O primeiro show dos Beatles em Londres: 18 pagantes

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A primeira vez que John, Paul, George e… Pete Best tocaram perto de Londres foi num show na cidade de Aldershot, na região metropolitana da capital inglesa. No show, o grupo dividiu o palco com Ivor Jay & the Jaywalkers, numa noite chamada de Big Beat Sessions, no Palais Ballroom. Mas a apresentação foi mal divulgada e o público daquela histórica noite foi de 18 pagantes – embora algumas fotos, tiradas por um certo Dick Matthews, tenham sobrevivido para contar a história, veja abaixo:

 

Os universos paralelos dos falsos Tintins

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O designer Barnaby Attwell começou a lembrar-se de como gostava de ler e reler seus Tintins e, na clara constatação que não haverá novos títulos (seu autor, Hergé, morreu em 1983), só conseguiu encontrar capas paródias de álbuns inexistentes, de conotação sexual, política ou artística, mas sem perseguir os valores originais do maior herói belga da cultura pop. Veja mais outros exemplos aí embaixo:

 

Ricky Gervais ressuscita David Brent, do Office inglês

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2003 também foi a última vez que Ricky Gervais viveu seu papel mais clássico e responsável por colocá-lo no mapa da comédia mundial – o insuportável David Brent, o chefe do The Office inglês. No especial Comic Relief da BBC, o ator reviveu o infame personagem – que só deu as caras em curtas aparições na versão americana do seriado original, sempre contracenando com Steve Carell. Em sua reaparição, ficamos sabendo o que aconteceu com o personagem nos últimos dez anos e o que ele anda fazendo ultimamente… Veja abaixo:

 

Os bastidores de O Iluminado

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Um dos filmes citados por Silvano em sua compilação de curtas é o revelador The Making of The Shining, dirigido e editado por Vivian Kubrick, filha do mestre da sétima arte, que percorreu os bastidores do filme disposta a registrar o que podia, e com o aval do pai. Em menos de 20 minutos, o curta alterna entrevistas (tocantes como a de Scatman Crothers, hilárias como as do pequeno Danny Lloyd), cenas épicas do filme finalizado, Kubrick lidando diretamente com os protagonistas (e Shelley Duvall desculpando-o pelo transtorno que o cineasta a submeteu para extrair a forte performance da atriz) e cenas triviais da equipe espalhada pelo fictício Hotel Overlook.

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Vivian era uma das três filhas do casal Stanley e Christiane (ao lado de Anya e Katharina, embora esta última seja filha apenas da esposa do cineasta, de um casamento anterior) e certamente era a favorita do diretor. Além do filme dirigido que registras os bastidores do clássico de 1980, ela voltou a colaborar com o pai ao compor a trilha sonora de seu filme seguinte, Nascido para Matar. Kubrick queria que ela voltasse a trabalhar com ele em Eyes Wide Shut, mas os dois tiveram uma briga séria que ficou sem ser resolvida pois o pai morreu antes que o filme chegasse aos cinemas, em 1999. Depois disso, Vivian se distanciou da família e se envolveu com a cientologia, tornando-se “uma pessoa completamente mudada”, segundo a irmã postiça Katharina. Ela foi ao enterro do pai acompanhada de um representante da seita, mas nem chegou a ir ao enterro da irmã Anya, de quem era muito próxima na infância, quando ela faleceu vítima de câncer em 2009.

Abaixo, seu único filme:

 

O poster de O Iluminado – desenhado por Saul Bass e comentado por Stanley Kubrick

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O pôster de O Iluminado foi feito pelo grande Saul Bass, um dos maiores designers da história do cinema. Mas nem tudo é fácil quando se é um mestre em sua arte e encontra-se com outro mestre, de outro patamar, e, como pinçado pelo blog The Fox is Black, eis a série de tentativas originais feitas pelo designer para o cartaz do filme e os motivos, escritos à mão, pelos quais Kubrick acabou dispensando outras versões (veja abaixo):