Se meu sistema operacional falasse…

Her, o novo filme de Spike Jonze, nos propõe um dilema contemporâneo – nossas relações com máquina programadas para nos agradar.

Her, o novo filme de Spike Jonze, nos propõe um dilema contemporâneo – nossas relações com máquina programadas para nos agradar.

Vem aí o décimo volume das Bootleg Series de Bob Dylan, o longevo projeto de oficialização da discografia pirata liderado pelo próprio artista que vem funcionando como uma discografia paralela, composta por rascunhos. O alvo da nova coleção de discos é a transição dos anos 60 para os anos 70 representada pelo então tido como caricato Self Portrait, um dos primeiros de Dylan a serem mal recebidos pela crítica (Greil Marcus começava sua resenha na Rolling Stone perguntando “que merda é essa?”).

Another Self Portrait, que será lançado no final deste mês, reúne 35 faixas gravadas nesse período, boa parte delas versões para músicas tradicionais americanas, como “Pretty Saro”, abaixo. E o texto da caixa é escrito pelo próprio Greil Marcus:


Animados para ver um dos melhores filmes de ação do ano? Pacific Rim, que estréia nessa sexta-feira, é tudo isso que parece ser – e além. O Ramon frisou isso ao linkar uma entrevista com o visionário diretor Guillermo Del Toro em que podemos perceber, a partir de sua visão sobre o que é o filme, porque Pacific Rim não pode ser encarado como mera sequência de duelos entre monstros e robôs gigantes ou apenas um subproduto da era Transformers dos blockbusters.

Essa semana quem assume a Noite Trabalho Sujo é a querida Babee, que chamou Renata Losso, para dividir o comando da cabine e promete doses pesadas de indie rock, dance music, rock clássico e black music – tudo naquele espírito alto astral já característico de nossas sextas-feiras! As coordenadas você segue tanto pela página do evento no Facebook quanto pelo site do Alberta. E para mandar nomes para a lista de desconto, é só enviá-los pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h dessa sexta. Não para!

O diretor de Drive fala sobre a importância do sexo e da violência como elemento fantástico na narrativa cinematográfica e detalha porque esta última funciona tão melhor e tem um apelo tão direto, ainda que oposto à sua presença fora da ficção ou do cinema.
Gostou? A íntegra da conversa do diretor em uma das Summer Talks oferecidas pelo Film Society of Lincoln Center·em Nova York pode ser assistida abaixo:



Será verdade? Saiu aqui.

E quem arriscaria dizer que o Silva gravando Cazuza solo seria uma boa idéia?
Pois é, funcionou – e assim o Silva vai consagrando-se ainda no primeiro disco.