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É por essas e outras que essa revista ainda faz sentido.

Chaz Bundick, o homem-Toro y Moi, resolveu celebrar o ótimo The Office inglês com uma versão para “Slough”, a terrível homenagem musical que o gerente David Brent (Ricky Gervais, em seu melhor papel) faz à sua cidade natal. Não era muito difícil deixar a música melhor que o original, mas esse clima esparso, bucólico e sintético só poderia vir do Toro y Moi.
Se você não lembra da versão original, cuidado, ela pode ser ouvida aí embaixo:

Todo fã de Seinfeld que se preze sabe da frase de apoio de Rochelle, Rochelle – filme inventado por Larry David e Jerry Seinfeld para justificar as confusões de Jerry, George, Elaine e Kramer pelas salas de cinema de um multiplex. Não foi o único filme fictício que os criadores da melhor série de TV de todos dos tempos inventaram – e os caras do Next Movie pediram ao ilustrador Old Red Jalopy para invetar os cartazes desses filmes. Saca só aí embaixo:
Buried, o episódio mais recente, avançou apenas algumas horas desde a descoberta que deu início a esta última fase de Breaking Bad, e o clima segue acumulando tensão a cada minuto.

E aí, já assistiu? O que esperar dos últimos seis episódios?


Richard Ribeiro talvez seja um dos bateristas mais presentes na atual cena musical brasileira – já passou pela formação de bandas que acompanharam Karina Buhr, Marcelo Jeneci, Gui Amabis, Marcelo Camelo, Dudu Tsuda, Pélico, Tulipa, Guizado, além de ter trabalhado com nomes como Maurício Takara, Chankas e Rob Mazurek. Mas além de acompanhar o trabalho de outros músicos, ele também tem seu projeto autoral, o Porto, que lança hoje seu segundo disco em um show na Serralheria, em São Paulo. Richard toca bateria e vibrafone e dispara uns samples, enquanto Regis Damasceno, guitarrista do Cidadão Instigado e outra metade do Porto, segura nas seis cordas – e o som é instrumental, psicodélico e com doses precisas de tensão e lirismo, levando o tal do pós-rock para outras paisagens. Odradek, o novo álbum, está disponível para download e pode ser ouvido na página da dupla no Bandcamp. Pedi para ele descolar uma música para o Soundcloud e falar um pouco sobre a escolha – e depois de dizer “fudeu!”, ele explicou que “cada música mostra um pouco o que é o Porto e que é difícil uma só representar o trabalho todo. Algumas são mais intensas, outras mais contemplativas, outras sombrias, há trechos mais abstratos e caóticos também”, mas como ele precisava escolher, sugeriu a faixa que abre o disco, “Capetinja”: “Acho que é a música que capta de uma maneira mais direta algumas coisas que falei”.
Mas Richard também sugere que assistamos ao vídeo de “Mesmo que os amantes se percam, continuará o amor”, resumindo o Porto como “canções sem letras, mas que vêm do coração, com um pouquinho de psicodelia e amor”. Saca só aí embaixo:

Uma notícia que desanda tudo – estraga o terceiro filme da nova safra do Super-Homem de saída, estraga a boa carreira que Affleck vinha fazendo atrás das câmeras e cogita a possibilidade de assistirmos a um Demolidor em escala Vingadores, o que pode fazer que o pior filme de super-heróis de todos os tempos (Lanterna Verde) seja superado – além de, claro, transformar o conceito “filme do Batman” em uma espécie de maldição (afinal, convenhamos, a trilogia de Christopher Nolan é boa, mas está bem aquém do peso dos personagens no quadrinho). Mas escolher um ator para este protagonista é complicado: o único nome que sempre me fez sentido seria Clint Eastwood, que quanto mais envelhece, mais fica parecido com o Batman do Cavaleiro das Trevas de Frank Miller (e do jeito que a realidade anda bizarra, não seria mal negócio se filmassem direto a continuação desse clássico – o controverso DK2 – direto no cinema).
Aí vem o Forastieri no Facebook e cogita um nome…

…nada mal, hein. Fora ter no currículo os dois maiores detetives de todos os tempos.
O Henrique sugeriu o Jon Hamm, mas sempre acho que ele tá mais prum Duas Caras…
