Vazou o disco novo da M.I.A.

Só porque eu falei dela ontem: será que Matangi vale?

Só porque eu falei dela ontem: será que Matangi vale?

E você achava que todos os discos bons de 2013 já haviam saído? Aí, do nada, pinta o Metronomy oferecendo apenas um trechinho de uma música nova em seu site, saca lá...

Um remix do Gorky prum hit improvável:
Cuidado, hein!

Um programador obcecado pelo sentido da vida em um mundo orwelliano caricato. Parece Brazil – O Filme. Mas Zero Theorem, o novo filme de Terry Gilliam, que finalmente volta à ficção científica, parece ir além da fábula que o diretor nos mostrou nos anos 80. A começar pelo protagonista pouco carismático e essencialmente metódico vivido pelo austríaco Christoph Waltz (o gênio que faz o Coronel Landa em Bastardos Inglórios e o Dr. Schulz de Django Livre).

O filme só foi exibido no festival de Veneza e chega aos cinemas norte-americanos só no final do ano – ou seja, só em 2014 no Brasil. Mas valerá à pena esperar, olha só o trailer…

E por falar nesse papo da Dani, vale dar uma sacada no premiado curta El Empleo, do argentino Santiago ‘Bou’ Grasso.
Pesado – porque ecoa a realidade. Dica da Fer, dos Sweet Grooves (que vêm aí de novo, aguardem!), via blog do Anima Mundi.

E por falar em David Bowie, o Bracin nos avisa que ele anunciou o conteúdo da edição especial de seu The Next Day, lançado subitamente no início desse ano. Eu nem achei o disco essa cocacola toda que andam dizendo por aí – é mais um disco Bowie sendo Bowie do que propriamente uma nova reinvenção, algo que não acontece de verdade desde o início dos anos 80. Mas há boas faixas, a produção é clean e objetiva e, o principal a meu ver, seu acabamento visual é brilhante. O uso da capa de “Heroes” com glitch de computador, a lente precisa dos clipes que já foram lançados e, agora com esse disco-caixa, o acabamento de sua produção como objeto – veja no vídeo abaixo – mostra que mesmo não desequilibrando o cenário pop mundial com um disco, ele ainda é um dos veteranos mais afiados em ativa.


Eu até entendo como ironia, mas não é bem o caso…

Mia respondeu ao acrônimo do ano YOLO – “You Only Live Once”, o “sexo, drogas e rock’n’roll” da geração LOL – com um otimista “YALA” – “You Always Live Again” (“se você só vive uma vez, por que continua fazendo as mesmas merdas?”, ela pergunta no final, “lá na minha quebrada a gente vive renascendo, renascendo, renascendo…”, finge sotaque de perifa), – e o Chernobyl passou aquele seu tradicional verniz baile funk pra fazer a música mexer-se mais que o original.

Foi o próprio Frank Black quem cogitou, em uma entrevista ao site Radio.com, veja abaixo a partir dos 4 minutos:
É só uma idéia, por enquanto, mas já está fora da caixa. E não custa lembrar que o Bowie é fãzaço dos Pixies (até comparou-os com o Velvet Underground):
Imagine só…