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Mezzanine dub version

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E se eu te dissesse que, além de relançar seu terceiro disco, Mezzanine, em vinil, o Massive Attack deve também desenterrar o remix da íntegra do álbum feito pelo Mad Professor à época do lançamento. O papa do dub já havia desconstruído o segundo disco da banda – Protection – através das vibrações em câmera lenta vindas da Jamaica (no excelente No Protection, que por vezes ultrapassa o original). A versão dub de Mezzanine foi redescoberta por Robert Del Naja, o 3D, enquanto ele pesquisava para seu livro 3D and the Art of Massive Attack, ele esbarrou com o trabalho inteirinho feito em 1998 – e arquivado. “Nós nunca fizemos nada com ele”, disse em entrevista à Clash Music, “é bem divertido! Mas esteve parado ali por 15 anos. Doido”. O remix dub que ele lançou para o single “Teardrop” do mesmo disco dá bem a medida do que pode vir…

18 anos de Trabalho Sujo – a festa

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Sim, dezoito anos. No dia 20 de novembro de 1995 saía a primeira edição do Trabalho Sujo, ainda impresso numa página de jornal. Sempre a cargo de Alexandre Matias, a coluna virou site e chega à maioridade numa festa que promete ser histórica – afinal, vamos ocupar dois andares da Trackers com nosso experimento pop. Chamamos mais uma vez a Casa Do Mancha para cuidar de uma das pistas – e ele convocou o bamba MZK para segurar as picapes e o jovem mestre Curumin para mostrar seu Arrocha ao vivo. Na outra pista, Tiago Guiness, o capo da falecida Overdancing, chama o Kiko Costato para não deixar ninguém parado. E na terceira pista, Matias, Babee, Pattoli e Danilo fazem aquele estrago feliz que já é marca registrada da festa. Sorrisos escancarados, pernas que doem de tanto dançar, acabação feliz… Você sabe com as coisas funcionam, né?

18 ANOS DE TRABALHO SUJO
Sábado, 9 de novembro de 2013
Pista 1: Alexandre Matias, Luiz Pattoli, Babee e Danilo Cabral
Pista 2: Casa do Mancha apresenta MZK e Curumin
Pista 3: Tiago Guiness e Kiko Costato
Trackertower: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
A partir das 23h45.
Entrada: R$ 35 (até a 1h) e R$ 45 (em diante) apenas com nome na lista através do email noitestrabalhosujo@gmail.com.

Como foi a terceira Sussa – com o show da Lulina em homenagem a Lou Reed

foto: Helena Yoshioka

Que vibe boa essa do domingo passado – o dia ajudou pacas e tivemos a primeira Sussa com sol de verdade, um prenúncio pras próximas, de verão. Além de mim e do Klaus no som, tivemos ainda a presença da Babee discotecando, que pode discotecar pela primeira vez no quintal do Neu, puxando o som do mais pro indie do século 21. Os já tradicionais e festejados hambúrguers do Bruno dividiram espaço com os cupcakes da Mariana e o domingo terminou lindo com a Lulina levando devotos do Lou Reed a uma missa de sétimo dia velvetundergroundiana. Um dia perfeito – e um belo início das comemorações dos 18 anos do Trabalho Sujo (nesse sábado tem mais!).


Lulina – “After Hours” / “Waiting for the Man”

Tem mais vídeos que fiz na festa do show da Lu e as fotos da Helena logo abaixo:

 

Julian Assange ♥ M.I.A.

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E ninguém menos que Julian Assange entrou ao vivo por Skype na sexta-feira passada para apresentar o primeiro show da nova fase de M.I.A., no Terminal 5, em Nova York. Ele falou por dez minutos aos fãs da cantora e elogiou-a como sendo “a mulher mais corajosa da música ocidental em atividade” além de citar a faixa da cantora, “The Message”, de 2010: “iPhone conectado à internet / Conectado ao Google / Conectado ao governo”, além de acrescentar que “ela tinha razão” à luz das revelações feitas por Edward Snowden neste 2013.

O áudio tá ruim e eu não achei a transcrição do discurso de Assange, por isso se alguém encontrá-la por aí, por favor cola nos comentários. A foto que ilustra o post é do Brooklyn Vegan.

Zé do Caixão x Velvet Underground

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Ainda celebrando a importância de Lou Reed, Marc Campbell, colaborador do excelente blog Dangerous Minds, misturou trechos do Despertar da Besta (ou Ritual dos Sádicos) às clássicas The Legendary Guitar Amp Tapes, um pirata do Velvet Underground em que o gravador foi posicionado em frente ao amplificador da guitarra de Lou Reed, capturando todas as nuances de suas distorções e ritmo elétrico. Som e imagem se completam de forma assustadora nesse curta magnífico, que não deve ser assistido nem no trabalho nem perto de pessoas que se ofendem facilmente…

 

Rodrigo Amarante homenageia Lou Reed

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Aconteceu na quinta-feira da semana passada, em Florianópolis, quando Rodrigo Amarante resolveu celebrar Lou Reed com uma bela versão para “Sattelite of Love” em seu show:

Beck homenageia Lou Reed

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Vamos aproveitar a segunda vinda de Beck ao Brasil (ele toca no Planeta Terra nesse sábado) para lembrar da primeira gravação que ele fez de seu Beck Record Club, em 2009. Ele criou o experimento como uma brincadeira – regravar a íntegra de discos clássicos em um dia, sem ensaio, com um monte de amigos escolhidos aleatoriamente. O primeiro disco homenageado foi o da banana do Velvet Underground, que começa com a clássica “Sunday Morning”, em versão tocada pelo Beck, pelo ator Giovanni Ribisi, o produtor Nigel Godrich, o baterista Joey Waronker e a vocalista islandesa Thorunn Magnusdottir. Segue linda como uma homanagem ao mestre Lou Reed.