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Mais faixas de Bob Dylan e The Band nas clássicas Basement Tapes

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Dessa vez é a NPR que recebe 12 faixas das 138 composições que formam o conjunto mais abrangente sobre um único período de criação de Bob Dylan. As Basement Tapes são aquele momento mágico em que Dylan salta do carrossel do showbusiness em movimento e esconde-se numa fazenda em Woodstock para não embarcar no oba-oba hippie do meio dos anos 60. Larga dinheiro e fama para fundir-se musicalmente com a banda canadense The Hawks, que torna-se The Band neste processo, gravando canções tradicionais e clássicos do cancioneiro norte-americano em busca das raízes daquela música popular que na época ganhava os rádios, a TV e o mundo. Escrevi sobre esse período na última encarnação da Bizz.

As primeiras gravações desse período a sair da fazendo em pouco tempo compuseram o primeiro disco pirata da história, ao mesmo tempo em que deu início a uma lenda a respeito do mergulho cultural na história dos EUA que eram aquelas canções. Parte delas foi oficializada quase dez anos depois de sua gravação, no disco The Basement Tapes, mas o conjunto da obra continuava circulando em gravações não-oficiais, caixas e mais caixas de CD que reuniam, sempre com longos textos de apresentação, dezenas de músicas – e a cada ano mais um punhado delas aparecia. O décimo primeiro volume da Bootleg Series de Bob Dylan reúne nada menos que 138 canções, sendo 30 delas inéditas, no registro mais completo daquele período. Algumas faixas já vinham circulando online (uma logo no anúncio oficial, outra logo em seguida, mais cinco na semana passada e doze neste fim de semana).

Já já a caixa inteira aparece aí.

Vingadores 2 +… Celine Dion?!

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O editor norte-americano Jack Martin, da Martin Revelation Films, resolveu trocar a canção original do novo trailer de Vingadores 2 e o resultado é épico. No lugar da versão em câmera lenta da música do Pinóquio, a canção sugerida é a terrível “My Heart Will Go On” – também conhecido com o tema do filme Titanic. A fusão do trailer da Marvel com a balada melosa de Celine Dion dá um minitilt no cérebro, realça as cenas mais trágicas que já foram mostradas e é uma boa desculpa para rever o trailer.

Jack Bruce (1943-2014)

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Mais um monstro sagrado do rock que se vai: Jack Bruce não era só um terço do primeiro supergrupo da história (o Cream, que fundou ao lado de Eric Clapton e Ginger Baker) e talvez seja o grande virtuoso do baixo na era da psicodelia, pavimentando o caminho aberto pelo baixo de Paul McCartney e pela geração dos blues ingleses elétricos para os anos 70 do heavy metal, do hard rock e do rock progressivo. O fígado de Bruce, fragilizado pelo álcool e pelas drogas principalmente a partir dos anos 70, quando passou por uma fase pesada, quase o havia levado há dez anos, quando sofreu um transplante para conter um câncer no órgão. Mas na época ele recuperou inclusive a ponto de reunir o Cream para apresentações em 2005. Desta vez não rolou e, bem na semana em que foi anunciada a caixa com toda a discografia de sua banda mais clássica, Bruce nos deixa.

Trabalho Sujo Subsolo neste sábado!

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“Vai abaixando!”

Outra Trabalho Sujo SUBSOLO que lhe convida para descer para baixo da superfície em mais uma noite naquele porão entre a Santa Cecília e o Pacaembu. Vamos mais uma vez para baixo da terra desenterrar hits de todas as épocas e apontar novos clássicos naquele inferninho delícia que você conheceu no início do mês. Eu, Danilo Cabral, Luiz Pattoli e Babee estamos prontos para te levar a mais uma noite de delírio sonoro e calor humano num sábado que promete! Os nomes pra lista de desconto podem ser mandados para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h. Vambora!

Trabalho Sujo Subsolo
Sábado, 25 de outubro de 2014
Projeto Subterrâneo Toronto
Rua Tupi, 832. Higienópolis. 30628200.
Com: Alexandre Matias + Luiz Pattoli + Danilo Cabral + Babee
R$ 20 (com nome na lista através do email noitestrabalhosujo@gmail.com)/ R$ 30

Capas de discos clássicos que cantam

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Assim é o clipe de “Mayokero”, do vocalista Roy Kafri, que coloca vários clássicos da história do rock para cantar uma música tocada apenas no vocal. O clipe acontece de trás pra frente, foi dirigido pelo mesmo Vania Heymann que fez aquela versão interativa para “Like a Rolling Stone” do Dylan no ano passado e é uma crítica à forma como a digitalização da música acabou matando o romantismo de outrora. Assista até o fim: