
E se tirássemos a música e deixássemos apenas o som original do clipe de “Oops I Did It Again” da Britney Spears?
Como essa roupa geme! No clipe original passa batido (a partir dos 2:15), saca só:

Uma das bandas de rock mais prolíficas na atualidade, o Thee Oh Sees acaba de anunciar novo disco, batizado Mutilator Defeated At Last, e liberou a faixa de abertura, “Web”, como degustação:
Psicodelia guitarreira daquelas! Se liga agora nessa mesma música ao vivo.
Taí uma banda que tá demorando pra vir pro Brasil… O disco novo sai em maio.

E assim o Vida Fodona volta a ser um podcast 🙂 O RSS é este aqui: http://fubap.org/vidafodona/feed/
Skylar Spence – “Practice”
M.I.A. – “Can See Can Do”
Mark Ronson + Kevin Parker – “Leaving Los Feliz”
Dr. Dog – “Broken Heart”
Giancarlo Ruffato – “Estrada da Vida”
Courtney Barnett – “Elevator Operator”
Led Zeppelin – “Brandy & Coke”
Bob Dylan + The Band – “Odds & Ends”
Julio Reny e o Expresso Oriente – “Sandina”
Caxabaxa – “Vizualizada”
Felipe Cordeiro – “Legal e Ilegal”
Mombojó – “Me Encantei Por Rosário”
Sabotage – “Um Bom Lugar”
Single Parents – “Rapante”
Bonobo – “Kong”
Diogo Strausz + Leno – “Se Renda”
Mac DeMarco – “Go Easy”

A placidez sossegada dessa faixa bônus da versão japonesa do EP que o Teen Daze lançou no início do ano talvez pudesse ter o verão como inspiração (vide seu título “Lights In The Palm Trees”), mas está descendo redondo nesse sábado de chuva…

Já falei que tava esperando por esse disco de estréia da Courtney Barnett há um tempo, né…

Mais um trailer de Ex-Machina, a estréia de Alex Garland (o autor de A Praia, que também roteirizou os filmes Extermínio e Sunshine, do Danny Boyle):
Mais um filme que questiona nosso envolvimento emocional com as máquinas que nos cercam. O que vai acontecer o dia em que a internet que cada um de nós acessa diariamente tiver um rosto?

As Haim não param e se chamarem elas topam. Vide essa parceria com o produtor José Gonzalez – o nosso querido M83 – feita pra segunda parte da trilogia adolescente Divergente. A música tem as características típicas dos dois artistas – os vocais implacáveis das três irmãs e os timbres sintéticos e épicos do produtor – mas não acrescenta nada à discografia de ambos. A não ser, claro, a possibilidade de serem descobertos por um público completamente diferente do que eles já têm.