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Quando Mike Judge anunciou que iria produzir uma série pra tirar sarro da cultura de startups do Vale do Silício, tudo indicava que ele iria usar a nova produção para destilar diferentes vertentes de seu humor: o nerdismo psicopata e antissocial de Beavis & Butthead, a crítica ao mundo dos escritórios do subestimado Como Enlouquecer seu Chefe, o dedo nos nossos olhos capitalistas de Idiocracy, a bundamolice white trash de King of the Hill. Tudo embalado numa espécie de Entourage dos investidores capitalistas e programadores que viram bilionários.
Mas a primeira temporada foi apenas um ensaio disso e ficou mais entre um Big Bang Theory menos família e mais ácido. Mas no último episódio da série tudo se inverteu e pode ser que tenhamos assistido apenas a um prequel – e um rascunho – do que pode ser esse seriado. Já conhecemos os personagens, seus talentos e defeitos, agora é só torcer pra que Judge estivesse só nos instigando…
A segunda temporada do seriado começa no meio de abril.

No sábado o Weezer apresentou-se no festival Burgerama, na Califórnia, nos EUA, e no meio do show o vocalista Rivers Cuomo chamou ninguém menos que seu próprio pai para acompanhá-lo – tocando bateria! – na versão ao vivo de “Back To The Shack”, uma das faixas do novo disco da banda, Everything Will Be Alright In The End.
Dá pra ver a música inteira no vídeo deste fã que filmou o show todo (o pai de Rivers entra no palco aos 30 minutos):

É preciso tirar o chapéu pro senso de oportunidade desse ícone do pop brasileiro.

O Cidadão Instigado prepara-se para lançar seu quinto disco e, olha, vem uma pedrada aí…
A banda cearense lança seu disco no começo de abril nos dias 9 e 10 de abril, na Choperia do Sesc Pompéia. Os ingressos começam a ser vendidos na terça (online) e quarta (nas unidades do Sesc). Não perca.

O site Mad Monster conseguiu antecipar que Adam West e Burt Ward voltarão a viver as versões psicodélicas do Batman e Robin em uma animação que será lançada no ano que vem para comemorar o cinquentenário do seriado que afundou a reputação do homem-morcego de tal forma que mesmo depois do Frank Miller, Alan Moore, Tim Burton e Christopher Nolan ainda é uma das versões mais célebres do personagem: