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Pavement 2015!

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Será que teremos novidades do Pavement em 2015? É o que o guitarrista Scott Kannberg, o Spiral Stairs, anunciou ao reativar a página da banda no Facebook:

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Questionado sobre a novidade pelo Twitter, Stephen Malkmus deu uma resposta evasiva:

Afinal de contas, o único disco da banda que ainda não recebeu o tratamento deluxe foi o quinto e último Terror Twilight, de 1999. Mas será que isso pode ser chamado de “great news”? Será que a banda pode estar relançando ainda mais material dos anos 90 em um box set (afinal, Kannberg mencionava os “fine folks” da gravadora Matador)? Será que o VHS Slow Century finalmente vai sair em DVD… ou em blu-ray? Ou será que a banda pode voltar a excursionar… no ano que vem?

Dedos cruzados!

E esse trailer do Homem Formiga?

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Parece que deu pra entender a fórmula da Marvel pra lidar com seus personagens mais esdrúxulos: pegue um ator carismático, atores veteranos pra equilibrar o appeal do protagonista e dose bem cenas de ação, humor (voluntário ou não) e efeitos especiais a roteiros que amarrem bem essas cenas com diálogos engraçados e tiradas espertas – e aí você pode contar qualquer história, mesmo que ela pareça completamente nonsense e surreal. Como é o caso desse Homem-Formiga, cujo primeiro trailer foi revelado essa semana.

Não acho que vá ser um dos grandes best-sellers do estúdio (ainda mais sendo lançado no mesmo ano que o segundo Vingadores), mas não há dúvidas que vai fazer sucesso.

“Interestelar” via “2001”

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As comparações entre o épico scifi de Christopher Nolan do ano passado com o pai-de-todos 2001 – Uma Odisseia no Espaço são evidentes, mas neste clipe que postei lá no meu blog do UOL vemos que há semelhanças e diferenças que praticamente conversam entre si http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/04/13/o-que-interestelar-de-christopher-nolan-tem-a-ver-com-o-2001-de-kubrick/.

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“Interestelar”, o épico sci-fi emocional que Christopher Nolan trouxe ao mundo no ano passado, é um filhote quase-clone do pai-de-todos em sua categoria, o épico sci-fi racional “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, de Stanley Kubrick. São duas histórias completamente diferentes, impulsionadas por motivações diametrialmente opostas, mas que vasculham a mesma área do inconsciente coletivo, uma expectativa por uma transcendência a outra dimensão que justificaria a existência humana, e entregam experiências audiovisuais bem parecidas. O estudante de cinema Jorge Luengo Ruiz, de Madri, parelhou os dois filmes ao som da deslumbrante valsa “Danúbio Azul” de Johann Strauss e o resultado sublinha a inevitável semelhança entre as obras do mestre e do discípulo.

Bob Fernandes e a encruzilhada do Brasil 2015

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Assino embaixo do meu comentarista político favorito neste raio X que ele fez deste Brasil 2015, especificamente a frase: “Melhor o fascismo exposto do que oculto”.

Não tenha dúvida.