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On the run #132: Breakbot + Irfane – Bedtime Stories

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Breakbot e Irfane, responsáveis pela melhor música de 2010, se reuniram mais uma vez para fazer uma mixtape de verão:

“summer is always a very special moment for us as our music seems to be the product of warmth and sunshine. for those of you fortunate enough to head to the beach, we hope this will provide the perfect soundtrack for your barbecues, volley-ball games and poolside parties. for those of you who won’t have the opportunity to take a vacation, let’s hope this gives you a little bit of digital sunshine and puts a smile on your faces.”

Tá certo que por aqui não é verão, mas deu uma esquentadinha boa esses dias e com essa seqüência de faixas as coisas melhoram ainda mais…

Ouvi no Bruno.

On the run #131: Cut Chemist – Disco is Dead (1973-1979)

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Camilo linkou o set que o jovem mestre Cut Chemist fez numa das sessões do projeto Cinespia, que exibe filmes para lugares improváveis pela Califórnia, realizada no cemitério Hollywood Forever. O filme exibido era Os Embalos de Sábado à Noite e Chemist aproveitou o gancho disco music para compilar raridades do período em um set memorável, que pode ser comprado via Bandcamp (por cinco dólares) ou ouvido de graça abaixo:

As faixas tocam estão relacionadas a seguir:

 

On the run #129: John Talabot x Jamie Xx

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Dois jovens mestres da pista de dança moderna se encontraram para um back-to-back de puro delírio soul, funk e disco. Numa apresentação de duas horas no programa do DJ Nic Tasker, Jamie Xx e Jon Talabot mostraram que são, no fundo, farinha do mesmo saco. Felizmente. Vi na Dazed & Confused.

On the run #128: Les Mains Noires – Dirty Brazilian Jazz

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O francês Fred Thiphagne, que mora em São Paulo e toma conta da ótima loja online Goma Gringa, também é dono do excelente blog Les Mains Noires, de onde despacha mixtapes de tempos em tempos. É o caso desta Dirty Brazilian Jazz, que mistura discos dos anos 40, 50 e início dos 60 sob esse rótulo estranho de “jazz sujo” para tratar de uma compilação de xotes, pontos, sambas, marchas e baiões que encanta pelo conjunto doce e ingênuo de gravações, que reúne nomes que são bem conhecidos até de quem não é de colecionar disco, como Altamiro Carrilho, Luiz Gonzaga, Inezita Barroso e Ataulfo Alves. E como bom garimpeiro de músicas, o gringo ainda compartilha duas fontes digitais de sua exploração musical: o acervo do Instituto Moreira Salles e o site do Instituto Memória Musical Brasileira.

Les Mains Noires – Dirty Brazilian Jazz (MP3)

A ordem das faixas segue abaixo:

 

On the run #127: Black & White, a Mix for Autumn

Aproveitando a seqüência Chromatics, segue mais uma mixtape outonal (depois da fantástica feita pelos Poolside) que o jovem mestre Johnny Jewel disponibilizou há pouco em seu Soundcloud.

“After looping the globe twice…We’re finally back in Montreal for one of my favorite times of year. It’s the end of Autumn, & all of the Reds, Greens, & Yellows have disintegrated into Black & White. Everything is buried by the snow…Perfect weather for locking yourself in the studio with a synthesizer & your favorite records…I put together a collage of songs that, for one reason or another…always remind me of Autumn.

Something Old.
Something New.
Something Borrowed.
Something Blue.”

O set e a lista das faixas seguem logo abaixo:

 

On the run #126: Poolside – Seasons Change

A dupla Poolside é autora de um dos melhores discos de 2012 – o ótimo Pacific Standard Time – e acaba de liberar uma mixtape de disco music diurna, como se referem ao próprio som. Gravada durante o mês de outubro na turnê que estão fazendo pelos EUA, o set mistura remixes de Wings, Black Sabbath, Timmy Thomas e Underwolrd num clima outonal graças à mudança de estações no hemisfério norte – destacada em seu título – e tem a ver com esse domingo preguiçoso e cinzento que está fazendo hoje…

On the run #124: Radio Soulwax presents DAVE

Mais uma mixtape dos 2ManyDJs oferecida através de seu aplicativo Radio Soulwax, desta vez dedicada à obra de David Bowie. O lance é que o conceito de mixtape audiovisual de Dave expandiu para além das já tradicionais animações de capas de disco e virou um média metragem sobre a importância de Bowie no imaginário pop do final do século 20, um tratado sobre o que é ser cool na música pop, misturando palco, cinema e coreografias. Genial.