Sigo o baile dos discos do ano, desta vez com a Bethany Consentino do Best Coast pra ilustrar 😉
Best Coast – “Boyfriend”
Of Montreal – “Sex Karma”
Mombojó – “Justamente”
Do Amor – “Dar Uma Banda”
JJ – “My Life”
Teenage Fanclub – “Baby Lee”
Karina Buhr – “Eu Menti Pra Você”
Beach House – “Zebra”
Pata de Elefante – “Grandona”
Javiera Mena – “No Te Cuesta Nada”
Edwyn Collins – “What is My Role!”
Roots – “Doin’ It Again”
Neil Young – “Love and War”
Broken Bells – “The High Road”
Dr. Dog – “Someday”
Of Montreal – “Bunny Ain’t No Kind Of Rider” / “Gronlandic Edit”
É, o festival foi tudo isso mesmo. Não consegui ver o Hot Chip (que foi elogiadaço por vários que viram), mas peguei meu quarto show do Pavement esse ano, o melhor do festival disparado. Que guitarra é essa do Stephen Malkmus, dizaê. Depois do Pavement, a melhor apresentação foi o dedo na tomada do pop provocado pelo Girl Talk, que chamou vários conhecidos paulistanos para a algazarra no palco e salvou os que não suportaram a sessão de tortura chinesa que foi o show dos Smashing Pumpkins, uma das coisas mais constrangedoras que já vi num palco. O Phoenix também fez bonito e apesar de um meio de show paradão à toa (quando eles tocaram “Love Like a Sunset”) fez valer com o final apoteótico, quando o senhor Sofia Coppola repetiu seu velho truque de ser carregado pelas mãos do público ao final de “1901”. Não vi nem o Passion Pit e nem o Yeasayer inteiros, mas pelo que vi, são bandas em construção, crescendo ao vivo, ensaiando em público. Ambas têm hits e boa presença de palco, mas falta tutano, falta música. Mika é o showbusiness em pessoa, é inacreditável que ele não seja um nome tão grande a ponto de fechar um estádio apenas para si mesmo e ter de entrar num festival de rock alternativo. Por isso mesmo sua apresentação tem um quê de Glee, de High School Musical, de Cirque de Soleil do rock. “Não que tenha algo de errado com isso”, mas não é para o meu paladar. E o Of Montreal, grupo que vi logo que cheguei no festival, é o mais perto que o indie rock pode chegar do P-Funk, show de psicodelia de banda gringa mais foda no Brasil desde… o Mercury Rev em 2005, em Curitiba. E a estrutura e dimensões do festival, mais uma vez, corresponderam às expectativas. Mas primeiro vou subindo os vídeos e, se der tempo, comento mais tarde. Afinal, hoje tem o Paul.
Yeasayer – “O.N.E.”
Mika – “Love Today”
Passion Pit – “I’ve Got Your Number”
Phoenix – “Lisztomania”
Phoenix – “Long Distance Call”
Phoenix – “Rome”
Phoenix – “If I Ever Feel Better” / “1901”
E o momento que o vocalista do Phoenix nadou pela multidão
Vamos dar um tempinho no Paul, já que neste finde também tem o Terra?
Pavement – “Motion Suggets”
Mombojó – “Praia da Solidão”
Phoenix – “Rome”
Empire of the Sun – “Walking on a Dream”
Mika – “Relax (Take it Easy)”
Yeasayer – “Ambling Alp”
Passion Pit – “Moth’s Wings”
Of Montreal – “An Eluardian Instance”
Smashing Pumpkins – “1979”
Hurtmold – “Churumba”
Hot Chip – “Thieves in the Night”
Girl Talk – “This is the Remix”
“I can’t sleep, I can’t stop my brain…”. Faço minhas as palavras do John, cantadas pelo Kevin, postadas pelo Vinícius – e já comemoro as minhas férias em menos de um mês.
E por falar no Silvano e na Elephant 6, ele e a Taís se empolgaram com vinda do Of Montreal ao Brasil e fizeram coletâneas dando uma geral na banda. A Taís pegou a parte de 2004 pra cá e o Silvano cuidou dos primórdios da banda, na fase 1996-2001 que ele reuniu aqui. Em tempo: a banda acima não é o Of Montreal, mas a música é deles.