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Noites Trabalho Sujo

Você só estava esperando o chamado, confesse! Neste sábado tem mais uma Desaniversário, a festa para adultos que eu, Clarice, Claudinho e Camila fazemos ali no Bubu, que fica na marquise do estádio do Pacaembu (Praça Charles Miller s/n°). Começamos às 19h esquentando a noite desde cedo com várias músicas que você nem lembrava que sabia cantar junto e botamos todo mundo na pista de dança até a virada do dia, passando um pouquinho só da meia-noite porque parte da festa quer continuar até altas e a outra parte quer dormir cedo pra aproveitar o domingo. Vem dançar com a gente!

Boogarins abstrato

Só quem foi sabe. Os Boogarins levaram o público que lotou o Picles no aniversário de primeiro ano do Inferninho Trabalho Sujo para lugares distantes dentro de si mesmo ao improvisar por quase duas horas em mais uma Sessão de Cura e Libertação – estava lembrando com eles, após a sessão, que a última que eles fizeram com público presente foi quando os chamei para tocar no Centro Cultural São Paulo quando fazia curadoria de lá. De alguma forma, portanto, o quarteto goiano estancou o pesadelo que atravessamos nos últimos anos, com Dinho soltando na voz os demônios em nome de todos os presentes, Benke derretendo-se nas paredes enquanto sua guitarra rasgava o ambiente, Fefel entre o baixo e o synth criando linhas melódicas que funcionavam como bases para o metrônomo preciso – e free – do baterista Ynaiã Benthroldo. Uma noite épica que continuou comigo e a Fran naquela pistinha que todos conhecemos bem. E em breve teremos grandes novidades sobre o Inferninho…

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Agora já pode contar: vamos comemorar um ano de Inferninho Trabalho Sujo em grande estilo na semana que vem, trazendo ninguém menos que os grandes Boogarins, que armam mais um ritual de cura e libertação na próxima quinta, dia 25, no palco da noite que incinera corações e quadris com a fina flor da melhor música produzida no Brasil hoje, epicentro do caos em Pinheiros que também está fazendo aniversário — seis anos de Picles! E depois dos goianos, eu e Fran assumimos mais uma vez a madrugada, desfilando hits e fazendo todo mundo dançar. Os ingressos já estão à venda! Viva o Inferninho Trabalho Sujo e viva o Picles — e essa é só a primeira novidade deste primeiro aniversário. Outras virão! Queima!

Força e leveza

Começamos as comemorações de um ano de Inferninho Trabalho Sujo nesta sexta-feira ao reunir duas jovens deusas do rock que estão começando a mostrar seus trabalhos e colocar as garras de fora. A carioca Janine apresentou-se pela primeira vez fora de sua cidade com um convidado na segunda guitarra Marco Antônio Benvegnú, o homem por trás do codinome Irmão Victor, e mostrou que sensibilidade e peso podem caminhar lado a lado e mesmo que sua aparência frágil parecesse indicar ao contrário. Além de Marco, ela contava com sua banda habitual (Bauer Marín no baixo e Arthur Xavier na bateria) e alternava seus vocais entre um microfone e um gancho de telefone, que distorcia sua voz, fazendo uma apresentação concisa e na mosca.

Depois de Janine foi a vez de Luiza Pereira (ex-vocalista da banda Inky) mostrar toda a força de seu novo projeto solo, Madre. Formando um trio ao lado da baixista Theo Charbel e do baterista Gentil Nascimento, ela aumentou consideravelmente o volume e transformou seu trio em uma usina noise que ia pro extremo oposto da leveza de sua voz, rugindo eletricidade como se sempre tivesse feito isso da vida. E só quando passou da meia-noite – e quando comecei mais uma pista daquelas com a comadre Francesca Ribeiro – que alguém veio me cumprimentar pela escolha de duas bandas pouco convencionais para comemorar o dia do rock – e eu nem me lembrava que tinha isso! Mas quando o assunto é comemoração, aguarde que a próxima edição do Inferninho, dia 25, será épica e histórica! Aguarde e confie.

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O primeiro Inferninho Trabalho Sujo do semestre também marca o início das comemorações de um ano da festa no Picles! E nessa sexta-feira, 12 de julho, tenho o prazer de receber duas deusas do rock em um encontro que promete: primeiro, direto do Rio de Janeiro, temos a elétrica Janine e, daqui de São Paulo, a intensa Madre, que farão duas apresentações irmãs e intensas, acendendo o fogo que vai queimar a noite toda. E depois das apresentações ao vivo, eu e Fran mais uma vez tomamos conta da pista incendiando a noite com hits que não deixam ninguém parado! O Picles fica no número 1838 da Cardeal Arcoverde, no coração de Pinheiros, os shows começam a partir das 22h e a noite vai até alta madrugada! Queima!

O que você vai fazer nesta véspera de feriado? É, nesta segunda-feira não tem Centro da Terra e aqui em São Paulo os caras têm um feriado dedicado à famosa avenida 9 de julho, digna de ser homenageada com um dia sem trabalho. Por isso, vamos pra mais uma Trabalho Sujo All-Stars no Bar Alto, com o famoso plus a mais adicional: o quarto show do conjunto musical Como Assim?, da qual faço parte ao lado dos comparsas Carlão Freitas, Pablo Miyazawa e Mateus Potumati. A noite começa às 20h, o grupo não-autoral toca a partir das 21h e depois sigo discotecando com convidados surpresas – não tão surpresas se você for um tico perspicaz – até às quatro da madruga. O Bar Alto fica no número 194 da rua Aspicuelta, na Vila Madalena, e não precisa pagar pra entrar – é só chegar! Vamo nessa?

Que tal começar o semestre dançando sem parar? Pois abrimos julho com mais uma Desaniversário, desta vez fechando uma das noites da Feira do Livro em parceria com a editora SeteSelos. Aquela festa perfeita pra se acabar de dançar que eu, Clarice, Camila e Claudinho fazemos todo mês no Bubu, ali no Estádio do Pacaembu, acontece neste sábado, dia 6, e, como sempre, trazemos nosso já clássico alto astral pra esquentar ainda mais o fim de semana. E você sabe que a gente começa cedo, às 19h, pra acabar cedo também, lá pela meia-noite, pra que todo mundo possa curtir o after do jeito que melhor entender: na sequência da festa ou pra curtir o domingo inteiro. O Bubu fica na marquise do Estádio do Pacaembu (Praça Charles Miller, s/nº). Vem dançar com a gente!

O Wilsera tá puxando uma festa nesse sábado dedicada à beatlemania e me chamou pra discotecar só Beatles nesse Baile de Eleanor Rigby, que acontece a partir das dez da noite no Cineclube Cortina. Além de mim e do anfitrião da festa, Wilson Farina, também discotecam as DJs Cranmarry e Dina Mesma, e deixaram até tocar músicas do pop britânico dos anos 60, das carreiras solos dos Beatles e até versões, mas quando eu começar a discotecar – lá pelas duas da manhã, porque até a meia-noite estou tocando no Desaniversário – vou tocar apenas músicas gravadas por John, Paul, George e Ringo enquanto eram uma unidade só, entre 1962 e 1970. Os ingressos já estão sendo vendidos neste link.

Uma sexta em plena quinta-feira! Essa foi a vibe do último Inferninho Trabalho Sujo do semestre, que contou com duas atrações musicais desnorteantes, cada uma à sua maneira. A noite começou com o quarteto indie-prog-jazz Cianoceronte, ainda mais azeitados do que da última vez que os vi ao vivo, justamente quando estrearam o novo baterista Demian Verano. Com o novo integrante completamente sincronizado com os outros três (a tecladista e vocalista Eduarda Abreu, o baixista Victor Alves e o guitarrista Bruno Giovanolli), a banda nem precisa trocar olhares para acompanhar as trocas de andamento e tempo que seu som quase todo instrumental propõe, numa apresentação que ainda contou com a participação do saxofonista Gabriel Gadelha. Showzão.

Depois foi a vez da dupla Desi & Dino fazer sua estreia oficial, segundo os próprios. Juntos, Desirée Marantes e Dinho Almeida reuniram eletrônicos e pedais para, cada um com seu instrumento, puxar vibes espaciais e oníricas: Dinho com a guitarra cheio de efeitos e o vocal completamente à solta e Desi com seu violino hipnótico, empilhando camadas de drone com melodias improvisadas. Os dois colocaram a plateia do Picles – que, mais uma vez, reunia boa parte da cena independente cheia de curiosidade – em um transe bem específico, por poucos minutos que abriam portais nas cabeças dos presentes. Puro delírio. Depois pude receber de volta a querida Francesca de volta à nossa pistinha e foi uma noite daquelas, quem foi sabe. E te prepara porque o julho do Inferninho Trabalho Sujo, comemorando um ano na ativa, vai pegar fogo! Aguarde e confie.

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O último Inferninho Trabalho Sujo do mês de junho acontece excepcionalmente numa quinta-feira, mas com o mesmo fogo da sexta. A noite começa temperada pela psicodelia indie-prog do grupo Cianoceronte, que mistura rock clássico com música brasileira e está produzindo seu primeiro álbum. Depois deles é a vez da dupla Desi & Dino, formada pela violinista e produtora gaúcha Desirée Marantes ao lado de seu compadre goiano Dinho Almeida, dos Boogarins, que conduz a noite numa viagem daquelas. Depois recebo de volta a querida Francesca Ribeiro, que nos presenteia com o calor de quem acabou de voltar de sua primeira turnê internacional para inflamar ainda mais as temperaturas madrugada adentro. Quem conhece sabe… O Picles fica no número 1838 da Cardeal Arcoverde e a primeira banda entra às dez da noite, por isso chega cedo pra sentir todo o calor dessa noite junina…