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Noites Trabalho Sujo

Esta semana não tem Inferninho, mas na próxima sim quando mais uma vez volto ao Clube Redoma no Bixiga trazendo dois artistas em ponto de bala. O trio noventista Belladona toca pela primeira vez na festa, abrindo para a reincidente Tiny Bear, que está prestes a lançar seu primeiro álbum. O Redoma fica em frente à pracinha do Bixiga, no número 825-A da Rua Treze de Maio, a casa abre às 21h e os ingressos já estão à venda!

Foi demais a primeira edição do Inferninho Trabalho Sujo, que aconteceu neste sábado, no ótimo e novíssimo Macro Bar e Pista, uma casa ampla com três ambientes – uma área externa, uma pista ampla e uma área superior para shows – que funcionou lindamente pra marcar a chegada da festa à capital paranaense. A noite começou com a discotecagem em vinil da Márcia Manzana, que preparou um set só tocando versões alternativas de músicas conhecidas, e logo emendou com o primeiro show da noite, quando a banda 3x, projeto guitarreiro do rapper Respx, que não deixou ninguém parado, bebendo de diferentes fontes da história do rock – do punk ao emo, passando por hardcore e rock de garagem -, com atenções divididas entre os dois vocalistas, o elétrico Respx e a carismática Niko, que começaram esquentando a noite do melhor jeito possível.

Depois foi a vez da Feralkat, liderada por Natasha Durski, que hipnotizou o público com camadas de ruído lento e paisagens sonoras etéreas, construindo um universo onírico entre o trip hop e o shoegaze. Pilotando três sintetizadores, além de tocar guitarra, ela funcionou como um respiro entre os shows elétricos das duas bandas roqueiras que tocaram antes (3x) e depois (Wi-Fi Kills) de seu show. E além de pinçar uma ótima versão para “The Rip” do Portishead, ainda mostrou sua canção-assinatura, que acaba por sintetizar a vibe da banda a partir de seu título, “Lyncheana”.

O último show da primeira edição do Inferninho em Curitiba trouxe a new wave fulminante do Wi-Fi Kills, liderada pelo sensacional Klaus Koti, que também apresenta-se como uma banda de um homem só chamada O Legendário Chucrobillyman. Tocando guitarra e sintetizadores, Koti fez seu grupo passear por canções sobre inteligência artificial e Corel Draw (!), sempre no limite entre o ritmo e o ruído, e não escapou de tocar uma versão para uma música de uma banda que é um dos seus alicerces musicais, quando tocou “Uncontrollable Urge”, do Devo. O público foi ao delírio – deixando tudo mais fácil pra minha discotecagem que segurou o povo até às quatro da manhã. Quando é a próxima? Quero mais!

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Alô Curitiba! Nessa sexta-feira volto à cidade para realizar a primeira edição do Inferninho Trabalho Sujo na capital paranaense. Começou numa tentativa de comemorar o aniversário de dois capricornianos ainda em janeiro, mas o papo com a Fernanda Maldonado evoluiu com a entrada da Marcia Manzana, que fez a ponte com o Macro Bar e Pista e logo estávamos escolhendo bandas locais para tocar na mesma noite, que recebe as participações de Feralkat, Wi-Fi Kills e 3x, além da Selecta Manzana com sua discotecagem em vinil e o back to back que deu origem a tudo, quando toco com a Fernanda. A noite começa às oito e vai até altas madrugadas, a casa fica na Rua João Negrão, 2450 e os ingressos já estão à venda. Vamoooos!

Picles em chamas!

O Inferninho Trabalho Sujo desta quinta pegou fogo! A noite começou com a banda Boia estreando no Picles e fazendo o público cantar junto músicas que nem conhecia! Ases da música, os seis integrantes do grupo contagiaram os presentes com o magnetismo da vocalista Luli Mello e os solos do guitarrista Murilo Costa Rosa e do flautista e saxofonista Tato Quirino, sempre em harmonia com o violão e os vocais de Leo Bergamin, o baixo de Murilo Kushi e a bateria de Decco. Bebendo de diferentes fontes da MPB, o grupo mostrou seu show mais autoral, tocando apenas músicas próprias (e prometendo um EP para breve), abrindo exceção apenas para a bela “Sonhei Que Viajava Com Você”, do mestre Itamar Assumpção. Finos demais.

Depois foi a vez dos baianos do Tangolo Mangos apagar o fogo aceso pela banda Boia com gasolina. O quinteto baiano está cada vez mais afiado e eles não precisam nem trocar olhares para engatar mudanças de tempo, alinhar solos de guitarra e dominar o público. O carisma irrefreável dos vocalistas Felipe Vaqueiro – em sintonia finíssima com o outro guitarrista, mais na dele, Théo Kiono, que por sua vez sempre de olho no baterista -João Antônio Dourado , João Denovaro e Bruno Fechine só tornava a noite ainda mais quente, à medida em que cada um deles incendiava o Picles com seus instrumentos – Vaqueiro é um guitarrista absurdo, Deno trata o baixo como uma guitarra e Bruno passeia por inúmeros instrumentos de percussão, puxando o rock da banda sempre pra algum recanto do sertão nordestino e fazendo o público explodir em gritos e rodas de pogo. O grupo tocou várias músicas de seu álbum Garatujas, algumas do tempo que a banda só tinha um Soundcloud e outras tantas do próximo disco, que está em fase de finalização e, conforme anteciparam, deve sair ainda esse semestre.

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E essa edição do Inferninho Trabalho Sujo pra começar março rasgando? Mais uma vez recebemos no Picles os baianos eletrizantes dos Tangolo Mangos, numa noite que terá a abertura da sensacional Banda Boia. E depois dos shows você sabe que a noite fica comigo e com a Fran – e só deus sabe o que poderemos fazer. Os ingressos já estão à venda.

Vamos a mais um @inferninhotrabalhosujo na Porta Maldita, reunindo duas atrações já conhecidas da casa. Quem abre a noite é o Caio Colasante, que já esteve na festa tocando com sua antiga banda Os Fonsecas e agora mostra sua carreira solo ao lado de uma superbanda do novo indie paulistano formada por Vítor Terra (Mundo Vídeo) na guitarra, Bob Nelson (da Saravá) no baixo, Bruno “Neca” Fechine (dos Tangolo Mangos) na percussão e Thalin na bateria. Depois é a vez dos Tutu Naná, que mostram o novo EP que acabaram de lançar, chamado Sobre as Aves, e também exibem o clipe de mesmo nome antes de sua apresentação. Depois das bandas, o palco torna-se a já tradicional jam infinita da casa enquanto eu discoteco até altas madrugadas. Os ingressos já estão à venda.

Vamos a mais um sábado daqueles, quando transformamos o Bubu naquela pista de dança que tanto amamos, pois dia 7 de março é dia de Desaniversário. E mais uma vez eu, Clarice, Camila e Claudinho fazemos todo mundo se acabar de dançar ouvindo aquelas músicas que adora cantar juntos – e conhecendo outras que trazemos especialmente pra festa. E não esquece que a festa começa cedo, às 19h, e termina cedo, à meia-noite, pra todo mundo se esbaldar e ainda aproveitar o domingo. Vem dançar com a gente!

Quinta quente

Mesmo com a chuva chata que caiu no fim desta quinta-feira, o Porão da Casa de Francisca estava cheio para assistir aos dois shows que reuni em mais uma edição do Inferninho Trabalho Sujo ali. A noite começou com Valentim Frateschi mostrando as faixas de Estreito, seu disco de estreia, muito bem acompanhado por uma bandaça formada por Nina Maia nas teclas e vocais, Amanda Camargo na guitarra e teclados, Quico Dramma na bateria e Thiago Pucci no baixo, enquanto o dono do show, tradicionalmente baixista, assumia guitarra e vocais, sempre transformando suas canções em groovezeiras que não deixavam ninguém parado. A novidade da noite foi quando ele chamou Francisca Barreto para acompanhá-lo nos vocais da única versão da noite, quando dividiram a mágica “Grilos” de Erasmo Carlos. Bom demais!

Depois foi a vez de Francisca Barreto se soltar no Porão da Casa de Francisca. Seguindo com a mesma banda que a vem acompanhando – formada por Bianca Godói na bateria, Valentim Frateschi no baixo, Victor Kroner na guitarra, Thales Hash na viola e Melifona no trompete -, ela tocou seu violoncelo em menos canções, deixando soltar-se como cantora num repertório em que a maioria das canções eram de sua autoria, inclusive mostrando músicas novas, como a que fez para sua irmã gêmea. Das canções alheias, ela manteve sua já clássica versão para “Teardrop” do Massive Attack, “Habana” de Yaniel Matos (seu primeiro single solo) e “Gosto Meio Doce” de Felipe Távora, que dividiu com sua amiga Nina Maia, que subiu como convidada surpresa da noite. Foi demais!

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Maior satisfação receber dois queridos em início de carreira em mais uma edição do Inferninho Trabalho Sujo no Porão da Casa de Francisca. Valentim Frateschi e Francisca Barreto dividem a noite desta quinta-feira, 26 de fevereiro, quando Tim abre a noite mostrando seu recém-lançado álbum Estreito, enquanto Chica faz seu show mais autoral à medida em que começa a pensar em seu primeiro álbum. A casa abre às 20h e quem chegar antes das 20h30 não paga pra entrar. Se não conseguir chegar antes, melhor garantir os ingressos antecipados por aqui.

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O Picles ficou pequeno nesta sexta-feira quando reuni duas bandas intensas e novíssimas em mais uma edição do Inferninho Trabalho Sujo. Shows distintos de duas bandas que estão em momentos parecidos de suas carreiras, mas em vidas paralelas ao vivo. Enquanto o Nigéria Futebol Clube está vindo num crescendo de shows épicos, a Tubo de Ensaio fez o primeiro show em meses, hiato em que eles têm se dedicado a pensar no próximo álbum, o sucessor de Endofloema que lançaram no ano passado. Assim, trouxeram vários fãs para reencontrá-los ao vivo com toda a psicodelia prog que está em seu DNA. Além da energia contagiante do grupo, dos tempos quebrados e jogos de vocais e da forte influência do jazz, a Tubo ainda se dá ao luxo de meter eletrônica com synths caseiros que eles mesmos fazem – e que poderiam ter mais presença! O show ainda trouxe música inédita e no bis chamaram Bernardo Puyol para cantar a canção que ele compôs com a banda, “Taioba”. Bom demais!

Depois foi a vez do Nigéria Futebol Clube seguir sua escalada de shows fodas na primeira apresentação que fizeram no Picles. E, como têm feito, eles pegaram todo mundo de surpresa. Além de ter colocado a banda Vinco para dividir o palco com eles, foram montando o show músico a músico, fazendo com que cada um dos nove participantes da noite entrassem no palco à medida em que iam construindo um groove só – mecânico e hipnótico – com duas guitarras, duas baterias, baixo, teclado, flautas e vocais. Um atordoo sonoro que deixou a casa abarrotada de gente em êxtase, clamando pelo grupo aos gritos. Dois shows fodaços que marcaram a sexta, que terminou com eu e a Fran fazendo todo mundo dançar até alta madrugada.

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