Trabalho Sujo - Home

Pista sentimental

Bonito ver May Manão materializar seu novo projeto solo – o trio que batizou com o próprio sobrenome – depois do fim de sua banda anterior, a Crime Caqui. Ela já havia flertado com a eletrônica lo-fi em seu outro projeto solo (a Tôrta), mas quando começou a pensar neste capítulo seguinte de sua carreira musical, chamou os compadres Beta Cardoso e Rodrigo Florentino para entrar de cabeça numa eletrônica que pudesse ter o lado mais indie da chillwave e do bedroom pop, mas que ao mesmo tempo conversasse com a música de pista, indo da emoção pesada do trip hop aos beats do drum’n’bass, com ênfase maior na house music que mais que tudo batizava o espetáculo apresentado, Drama House. Tocando sob uma obra surrealista de Felipe Milani e as luzes tensas e hipnóticas de Clara Caramez, o trio só pecou pela curta duração da noite, justificável por ainda estar traduzindo as primeiras – e belas – composições para o palco. Com uma faixa contando com a participação do cantor Centauro, May ainda pôs o público de pé em frente às cadeiras do teatro, fazendo sua pista de dança sentimental atravessar a emoção dos presentes. Agora foi!

#manaonocentrodaterra #manao #centrodaterra #centrodaterra2026 #trabalhosujo2026shows 250

Manão: Drama House

Muito prazer receber no palco do Centro da Terra, a nova encarnação musical da artista May Manão, que depois da banda Crime Caqui e do projeto solo Tôrta, dá início a uma nova fase em que apresenta-se apenas com seu sobrenome. E acompanhada de Beta Cardoso (sintetizadores) e Rodrigo Florentino (nos beats e vídeos), mostra sua Drama House, entre a canção e a música eletrônica, numa apresentação que ainda tem cenografia de Felipe Milani e luz de Clara Caramez. O espetáculo começa pontualmente às 20h e os ingressos estão à venda no site do Centro da Terra.

#manaonocentrodaterra #manao #centrodaterra #centrodaterra2026

Centro da Terra: Outubro de 2026

Outubro começa esta semana e eis a programação da curadoria de música deste mês no Centro da Terra. Quem toma conta das segundas-feiras de outubro é a maga Juliana Perdigão, que decidiu assinar a temporada Em Caráter Experimental como Juper, reunindo duplas diferentes a cada semana. Na primeira, dia 5, ela apresenta a noite Kombini com Dudu Tsuda e transforma o teatro numa pista de dança. Na semana seguinte (quando apresenta-se na terça, 13, pois dia 12 é feriado), ela vem com Versom, ao lado de Ciça Lucchesi, buscando a relação entre som e imagem criados ao vivo. Na outra segunda, dia 19, ela vem ao lado de Gustavo Infante na noite Sung Songs, em que os dois misturam loops de fita cassete e poemas em guardanapos, criando canções em tempo real. Depois ela junta-se ao conterrâneo mineiro Davi Fonseca para explorar seus respectivos cânones pessoais. Na primeira terça do mês, dia 6, quem estreia no Centro da Terra é a banda paulistana Inês é Morta envereda pela história do pós-punk brasileiro amadurecendo seu próprio som num disco que será lançado em breve e que será testado ao vivo pela primeira vez no espetáculo Sala de Espelhos. Na terça-feira dia 20 é a vez da ex-Crime Caqui May Manão explorar seu trabalho solo em que atende apenas por seu sobrenome e expande sua sonoridade para além do rock, adicionando elementos eletrônicos e visuais a uma noite chamada de Drama House. O último espetáculo do mês é da dupla carioca Kartas, que resume sua apresentação ao casal central do projeto – a poeta Marcela Mara e o músico Zozio – no espetáculo (Dois Triângulos) dedicado ao próprio processo de criação dos dois. Os espetáculos começam sempre pontualmente às 20h e os ingressos já estão à venda no site do Centro da Terra. Você pode apoiar o Centro da Terra e ganhar descontos na hora da compra do ingresso – saiba mais em https://centrodaterra.org.br/apoio