Matrix e Lou Bega. Pra que mais?
Vi aqui.
Não é possível, o mundo fica cada vez mais complicado – e isso não parece ser, propriamente, complicado…
Na veia, como antigamente. Tão na veia que o Vaticano já exigiu a remoção da foto com o Papa dando um malho no líder muçulmano Ahmed Mohamed el-Tayeb.
Muitos já devem ter se ligado que, nos próximos dez anos, vamos começar a rever toda a mítica década de 60 em forma de documentários definitivos edição 50 anos. Talvez seja a última grande chance de presença que os protagonistas daqueles dez anos mágicos tem de voltar ao imaginário coletivo. E puxando essa tendência, inevitavelmente, vêm os Beatles, cuja primeira gravação cinquentenária volta às prateleiras de disco – as gravações que o grupo fez em Hamburgo, como banda de apoio do ilustre desconhecido Tony Sheridan. O disquinho tem pérolas com essas:
E isso é só o começo… Os anos 60 começam pra valer a partir de “Love Me Do”, que é do final de 62 (embora alguns localizem esse começo também na Inglaterra, mas no Profumo Affair e outros ainda, claro, no assassinato de Kennedy) – e aí aguente uma saraivada de documentários e caixas de discos e shows e sites especiais e perfis no Facebook e coleções deluxe e capas de discos e peças de teatro e exposições sobre cada um dos discos – compactos inclusive – dos Beatles, só pra começar…
Talvez o cinquentenário dos anos 60 venha ser o último suspiro da mídia física, da cultura enquanto produto táctil à venda – ou pelo menos nos parâmetros dos últimos 50 anos.






