
A premissa foi cogitada pelo ilustrador italiano Denis Medri, que redesenhou todos os personagens de George Lucas como se eles pertencessem a um filme de John Hughes, veja abaixo:

Era inevitável a comparação entre as duas séries – a começar pela menina morta numa terra-de-ninguém nos EUA, numa conspiração que mistura política, misticismo e policiais nada convencionais. Até que veio um cara chamado Blunt Objects e selou a referência mútua com esse mashup:
E a montagem que ilustra o post apareceu neste tweet.
Pena que ele foi tirado com a câmera do patrocinador e não com as lentes corretas:

Vi no Dangerous Minds. Ou tu nunca viu They Live? Senão tiver visto, corrija esse erro agora!


O estúdio tailandês We Are Camera propôs essa troca improvável e o resultado é hilário.
Vi no Laughing Squid.

E por falar no Pharrell, não custa sublinhar o ótimo mashup que a dupla Pomplamoose dedicou ao hitmaker do ano passado, reunindo “Get Lucky”, “Happy” e “Lose Yourself to Dance” na mesma faixa.
Ficou foda – e isso sem contar esses truques de câmera e cenário. Vi no Bracin.

E o Bertazi segue seu projeto carnavalesco de mashupar axé music com clássicos do indie rock – e a vítima dessa vez foram os Smiths, saca só:


“There’s an empty space inside my heartv where the weeds take root so now I’ll set you free…”

O produtor norte-americano Scott Melker criou o The Melker Project para mashupar trabalhos de artistas pop clássicos com vocais de hip hop – velho truque da comunidade mashup, tão velho quanto eficaz. E depois de criar discos sobre bases dos Beatles e Fleetwood Mac, dedicou-se a reinventar os hits da dupla de soul branco Dayll Hall & John Oates num disco irresistível, em que as bases de plástico da dupla dos anos 80 funcionam perfeitamente sob os vocais do Wu-Tang Clan, T.I, Kanye West e Rich Boy. Saca só: