Como foi a primeira SUSSA de 2014, com os MarginalS

foto 11

E as comemorações do meu aniversário terminaram com uma Sussa daquelas, com show cabuloso dos MarginalS – sente o drama:

O Bira fez umas fotos do show, abaixo:

 

A primeira SUSSA de 2014

sussa12janeiro2014

A primeira SUSSA de 2014 começa afinada com o verão: QUENTE. Pra receber o novo ano, convocamos o trio de free jazz MarginalS, em que sax enfurecido de Thiago França, o contrabaixo acústico pesado de Marcelo Cabral e a bateria livre de Tony Gordin passeiam pelos limites da música como a conhecemos. Tudo para deixar a tarde de domingo ainda mais tranquila, cortesia da discotecagem de Alexandre Matias, Danilo Cabral e Klaus Kohut e dos Kod Burgers, do Bruno Alves. Você já conhece o esquema: acorde tarde, venha pra festa de alma lavada encontrar gente legal sem a pressa da balada noturna, querendo curtir um papo vespertino em câmera lenta, esperando o sol cair…

Vamos lá?

SUSSA – Tardes Trabalho Sujo
Domingo, 12 de janeiro de 2014
Show: MarginalS
DJs: Danilo Cabral, Alexandre Matias e Klaus Kohut
Neu Club
Rua Dona Germaine Burchard, 421. Água Branca. (mapa)
Telefone: 3862-0481
Aceita os cartões MasterCard, Visa, Diners
Ingresso: R$ 15 (com nome na lista pelo email [email protected]) e R$ 20 (sem nome na lista)
Horário: a partir das 16h20

MarginalS + M. Takara

marginas-takara

A Soma está começando a lançar as gravações dos shows que os Marginals fizeram no espaço da revista Vila Madalena entre 2010 e 2011, uma série de apresentações em que o trio formado por Thiago França, Marcelo Cabral e Anthony Gordin tocou ao lado de bacanas como Guizado, Lurdez da Luz e Criolo, Thomas Rohrer, DJ Marco, entre outros nomes. A estréia conta com a participação do jovem mestre Maurício Takara e o encontro volta a acontecer neste domingo, na Casa do Mancha. Pedi pro Thiago escolher uma música pra lançar aqui no Trabalho Sujo ele pediu pra colocar a terceira: “groovezão bacana, melodia chicletona, sucesso!”. Pois sente só:

O disco pode ser baixado neste link. Há um tempo já dá pra ouvir o único show destes que vi desta série, quando eles entraram em alfa ao lado do Thomas Rohrer. Veja os vídeos que fiz abaixo:

 

Os Marginals endiabrados e a música nova da Tulipa

Fui ontem no Sesc Pompéia ver o primeiro dia do Nublu Festival com duas expectativas: ver o show do Marginals e ouvir a música nova da Tulipa, que o Ronaldo já havia cantado a bola no blog dele. Estava com uma certa pulga atrás da orelha em relação à participação do Rodrigo Brandão no show dos Marginals – afinal, o próprio já tinha me falado na terça que estava tenso em relação ao show porque os Marginals não ensaiam. E, realmente, não acho que tenha funcionado direito – principalmente pela sensação de que Rodrigo parecia estar sobrando do transe endiabrado que o grupo submeteu o público que lotou a choperia.


Marginals + Rodrigo Brandão – “Sem Título”

Eles estavam infernais – no melhor sentido do termo – e o calor quase sólido que esquentava a casa ajudava no clima pesado da jam. Thiago França, devidamente caracterizado de beduíno, alternava-se entre a flauta transversal, o sax e a própria voz como instrumento, manipulando-os com pedais espalhados ao chão, como também fazia Marcelo Cabral, que até tirou o arco certa feita para deixar seu baixo acústico harmonizar. Tony Gordin, na bateria, dava o clima para as viagens dos dois, mas manteve-se mais contido que o normal, talvez para marcar mais o ritmo e facilitar para as rimas de Brandão.


Marginals- “Sem Título”

Já o Wax Poetic eu acho bem chato – parece um sub-Morcheeba sem carisma e nenhum hit conhecido. Só vale por terem dado espaço para Tulipa apresentar sua nova música, além da banda ter encarado (ponto pra eles) um dos hits dela – “Brocal Dourado” – com o arranjo original.


Wax Poetic + Tulipa Ruiz – “Brocal Dourado” / “Assim”

Thomas Rohrer + Marginals


Foto: Eugênio Vieira.

A participação de Thomas Rohrer em um dos shows da temporada que o Marginals fez no Espaço +Soma em fevereiro do ano passado terminou 2011 como sendo um dos grandes momentos da música brasileira ao vivo do ano. Tanto que os próprios Marginals fizeram questão de colocá-lo para rodar, disponibilizando o set de MP3 abaixo, que vi no blog do Ronaldo.

Filmei um pouco esse show:

Baixou o disco do Marginals?

É a banda do Thiago França e do Marcelo Cabral, dois nomes da vez da São Paulo instrumental em 2011, que eu filmei no começo do ano. Eles botaram o disco de estréia pra download na página deles do Feice, curte lá. O Lucas entrevistou os caras na semana passada.

Vinteonze: A pocketização de tudo

Thor para meninas, O Natimorto e uma tarde com Mutarelli, Teenage Fanclub e o Whisky Festival, lembranças da Rádio Muda, Wayne Shorter, Moon e Bá, Marginals no Berlim, festivais em São Paulo, Marcelo Mastroianni, Danger Mouse, canal Viva, mas nada de Ed Motta nem de Bethânia. Vinteonze novinho, com os mesmos assuntos de sempre, remixados ad lib à medida em que o álcool e a nicotina dissolvem o cérebro e na vitrola rodam os primeiros discos dos Doors e da Gal.


Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – “Vinteonze #0007“ (MP3)

Criolo + Marginals + Lurdez

Eis São Paulo em 2011. O Marginals é aquela banda que eu filmei outro dia. O Criolo é o nome da vez, disco produzido pelo Ganja (e pelo próprio Cabral do Marginals) na agulha da unanimidade. E a Lurdez só melhora… A dica é do Ronaldo.

Marginals + Thomas Rohrer

Baixei quarta passada no +Soma e esses tais Marginals estavam tocando: jazzeira pesada com o Thiago França, que também toca sax e flauta na banda de Lurdez (até filmei o show dela, preciso postar aqui), o Marcelo Cabral no contrabaixo acústico e o Tony Gordin (irmão do Lanny) na bateria. O show tinha um público pequeno (quarta-feira, chuva ameaçando, free jazz), mas isso não impediu os caras se soltarem perdidos rumo a fronteiras sônicas desconhecidas, em improvisos de temas que não têm título. O show faz parte de uma temporada que sempre traz um convidado para a banda e o dessa semana foi o músico Thomas Rohrer, que, com sua rabeca, ajudou o trio a desbravar o desconhecido. O som dos vídeos tá baixinho (o segundo em especial começa quase mudo, só com o baixo), mas vale ver.