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Montreux 2026

O clássico festival de jazz de Montreux, na Suíça, chega à sua 60ª edição em 2026 e mais impressionante do que a absurda lista de artistas no elenco deste ano é a habilidade do festival em reunir duplas de artistas distintos em apresentações consecutivas em palcos específicos ampliando ainda mais as fronteiras musicais para os espectadores – e para os próprios artistas. Apesar da noite de abertura receber apenas a artista de soul da vez Raye – com convidados especiais ainda não revelados -, todas as outras noites reúnem dois artistas por dias nos dois palcos quase simultâneos do festival, uns no Auditório Stravinsky e outros no Montreux Jazz Lab. O que dizer de uma noite com Isley Brothers e The Roots? Ou Nick Cave & The Bad Seeds com Aldous Harding? Outras dobradinhas perfeitas incluem a portuguesa Maro abrindo para o Sting, Hemlocke Springs abrindo pra Pinkpantheress, a brasileira Liniker abrindo pra estadunidense de ascendência haitiana Naïka, o pop na cara de Faouzia e Zara Larrson, Joy Crookes antes de John Legend, uma noite de groovezeira italiana com Mind Enterprises e Cerrone Disco Symphony, Rival Sons abrindo pro Deep Purple, Sofia Camara abrindo pro Lewis Capaldi, a Time Machine de Billy Cobham dividindo a noite com Marcus Miller, Loyle Carner abrindo pro Wulfpeck, Van Morrison com James Taylor na mesma noite e outros shows com Moby, Gregory Porter, Angus e Julia Stone, Charles Lloyd, Danny L. Hearle, Tyla, Adriatique, Agnes Obel e a lista segue incrível. As apresentações acontecem entre os dias 6 e 18 de julho e os ingressos começam a ser vendidos nessa quarta pelo site oficial do festival.

Itamar Assumpção em Nova York!

“MU.ITA TAKES OVER NYC!” – assim o Museu Itamar Assumpção anunciou sua participação no festival Summer for the City, organizado pelo Lincoln Center em Nova York, que começa no mês de junho e terá uma semana em julho dedicada ao Brasil. E mesmo com shows de Lenine, Liniker, Tulipa Ruiz, Rashid, Melly, Mutantes e do DJ Daniel Costta, o centro cultural nova-iorquino anunciou a presença itinerante dedicada ao mestre da vanguarda paulistana como principal atração da semana, com uma exposição gratuita na Library for the Performing Arts entre os dias 16 e 30 de julho e uma videoinstalação no átrio David Rubenstein entre os dias 16 e 20 do mesmo mês. Quem sabe assim os gringos podem começar a descobrir uma outra música popular brasileira…

Os 20 discos mais importantes desde 2020

Meu camarada Carlos Albuquerque, o bom e velho Calbuque, está na equipe da recém-lançada edição brasileira da clássica revista norte-americana Esquire, que chega impressa ao Brasil em edições especiais. E no primeiro número, ele organizou uma enquete com um júri da pesada incluindo jornalistas, executivos da indústria e artistas (este que vos escreve incluso) para descobrir quais são os 20 discos mais importantes desde 2020 até hoje e o resultado (que pode ser visto abaixo) está nas bancas com um texto de apresentação do próprio Calbuque.

Veja abaixo:  

Eis os indicados das categorias Música, Revelação, Show e Artista do Ano de 2024 segundo o júri de música popular da APCA

O júri de Musica Popular da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), do qual faço parte ao lado de Adriana de Barros @dribarrosreal (TV Cultura e Mistura Cultural), Bruno Capelas @noacapelas (Programa de Indie), Camilo Rocha @bateestaca (Bate Estaca), Cleber Facchi @cleberfacchi (Música Instantânea e Podcast VFSM), Felipe Machado @felipemachado_oficial (IstoÉ), Gulherme Werneck @guiwerneck (Canal Meio e Ladrilho Hidráulico), José Norberto Flesch @jnflesch (Canal do Flesch), Marcelo Costa @screamyell (Scream & Yell), Pedro Antunes @poantunes e Pérola Mathias @poroaberto (Poro Aberto e Resenhas Miúdas), acaba de anunciar os indicados em quatro categorias dos Melhores de 2024: Artista do Ano, Artista Revelação, Melhor Show e Melhor Música. A categoria Melhor Disco de 2024 já conta com 25 discos indicados no primeiro semestre ao qual serão acrescidos mais 25 discos do segundo semestre, a serem anunciados em janeiro. Veja abaixo:  

Os indicados a melhores artistas, melhores shows, melhor produção e revelação de 2022 segundo a APCA

O ano está quase no fim mas ainda dá tempo de anunciar os indicados em quatro categorias relacionadas à música brasileira em 2022 segundo o júri de música popular da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), do qual faço parte ao lado de Adriana de Barros (editora do site da TV Cultura e colunista do Terra), José Norberto Flesch (que tem seu canal no YouTube), Marcelo Costa (do site Scream & Yell), Pedro Antunes (do vlog Tem Um Gato na Minha Vitrola) e Roberta Martinelli (dos programas Sol a Pino e Cultura Livre). Milton Nascimento, Juçara Marçal, Anelis Assumpção, Josyara, Don L, Gloria Groove, Rachel Reis, Maglore, Curumin, Zé Nigro e Lucas Martins, Bruno Morais, Urias, Ana Canas, Bala Desejo, Liniker, Pelados, Planet Hemp, Ratos de Porão, Bebé e Letieres Leite dividem as indicações de artista do ano, revelação, produção musical e show do ano. O resultado final da premiação acontece no início de 2023 e abaixo seguem os cinco indicados em cada categoria.

Leia aqui.  

Os 50 melhores discos de 2021, segundo a APCA

É sempre assim: dezembro chega e com ele as listas de melhores do ano, mas a lista com os melhores de 2021, feita pelo júri de música popular da Associação Paulista de Críticas de Arte (APCA, da qual faço parte ao lado da Adriana de Barros, José Norberto Flesch Marcelo Costa, Pedro Antunes e Roberta Martinelli) só será revelada no início de 2022. Por enquanto, antecipamos os 50 indicados à categoria Melhor Disco, mostrando como, mesmo com todas adversidades do caminho, foi intensa a produção de música neste ano que chega ao fim. Confira os indicados a seguir.  

Itamar Assumpção: “Eu vim foi pra tocar mais fogo neste inferno”

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O mestre Itamar Assumpção ressurge na póstuma “Beleléu Via Embratel”, faixa produzida por sua filha Anelis, que traz participações de nomes como Liniker, Vange Milliet e Tata Fernandes nos vocais de apoio, com Paulo Le Petit no baixo e Luiz Chagas na guitarra (ambos integrantes de sua clássica Isca de Polícia), Marquinho Costa na bateria e Edy Trombone no instrumento de sua alcunha. A faixa, originalmente composta para o festival MPB-Shell de 1981, nunca teve registro oficial e essa ressurreição também anuncia o tão aguardado MU.ITA, o Museu Virtual Itamar Assumpção que Anelis vem desenvolvendo e que deve ser apresentado finalmente no próximo dia 20.

Que maravilha!

Quando Céu encontrou Liniker

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A bela balada “Via Láctea” o primeiro registro fonográfico de Céu, um ano após o lançamento de Apká!, seu disco mais recente, e também o primeiro registro de Liniker sem os Caramellows, uma vez que ela tirou 2020 para se lançar em carreira solo. A produção da faixa reúne Pupillo e Márcio Arantes.