Do outro lado das capas de disco

O designer Harvezt resolveu ver o que tinha do lado de cá das capas de discos e fez essa galeria com várias versões de álbuns clássicos vistos do ponto de vista da própria capa. Saca outras aí embaixo:

O designer Harvezt resolveu ver o que tinha do lado de cá das capas de discos e fez essa galeria com várias versões de álbuns clássicos vistos do ponto de vista da própria capa. Saca outras aí embaixo:

Jimmy Page estava sentado sobre esse trunfo pessoal há um bom tempo e até hoje a discografia do Led Zeppelin não tinha reaparecido em vinil. Esse erro começa a ser corrigido com três relançamentos pesados – os três primeiros discos da banda serão relançados em edições de luxo, cheias de extras e em formatos diferentes, tanto em CD quanto em vinil. E isso é só o começo – prepare seu bolso e clique aqui para maiores detalhes.

Todos sabemos como são tradicionais as versões nacionalizadas de discos estrangeiros – das traduções das músicas e títulos dos discos no mercado latino americano à reinvenção completa de capas e títulos no leste europeu. Mas essas edições do Led Zeppelin na Rússia são esquisitaças.



Vi aqui.


Com um elenco composto basicamente de atores que começaram a aparecer há poucos anos, esse American Hustle promete…

Impossível não ficar com a mesma cara do Jack White aí em cima.
O Carlos que lembrou dessa outra cena do It Might Get Loud, depois que eu linkei a de “Kashmir” (que é extra do DVD, acredite).

Trecho daquele filme It Might Get Loud, com o guitarrista do Led, The Edge do U2 e Jack White.

Close the doors, put out the light…
Led Zeppelin – “No Quarter”
Doors – “The Changelling”
Cream – “Swlabr”
Rolling Stones – “19th Nervous Breakdown”
Mutantes – “Technicolor”
Raul Seixas – “Tente Outra Vez”
Paul McCartney – “Check My Machine”
Pink Floyd – “Let There Be More Light”
Beach Boys – “Fall Breaks and Back To Winter (Woody Woodpecker Symphony)”
Walter Franco – “Feito Gente”
Roxy Music – “Love is the Drug”
David Bowie – “Sound & Vision”
Jimi Hendrix Experience – “Still Raining, Still Dreaming”
Who – “I Can See For Miles”
Ronnie Von – “Sílvia 20 Horas Domingo”
Count Five – “Psychotic Reaction”

Mais do que o capista do Pink Floyd ou o comandante do estúdio Hypgnosis, Storm Thorgerson deve ser lembrado como um visionário da associação da música com o design. Ele não apenas escolheu a capa de disco como sua emblemática tela, como não se furtou a transitar por diferentes gêneros e artistas, deixando suas distinções estéticas em segundo plano para criar fotografias surrealistas que brincava com a expectativa do público em relação à imagem da banda ou músico. Suas primeiras capas para Peter Gabriel são implacáveis, seu trabalho com o Led Zeppelin transcende a epicidade do som do grupo para um universo quase zen, os Wings de Paul McCartney tornam-se plásticos e um disco do Black Sabbath exibe pornografia robô. Além de, claro, seu trabalho com o Pink Floyd, uma parceria entre música e som indissociável à identidade da banda. A cada novo disco lançado por Gilmour, Mason, Wright e Waters, Thorgerson paria tirava uma série de imagens para o sons e sensações friamente capturadas por uma psicodelia no limite do normal, um surrealismo com um pé em Salvador Dali e outro em Norman Rockwell, um Man Ray techicolor. A vaca no campo, o close na orelha, o porco na fábrica, o aperto de mãos em chamas – são imagens que transcendem a música da banda e viraram ícones de uma década. Mas seu trabalho não parou nos anos 70 e ele continuou trabalhando com artistas completamente diferentes como Biff Clyro, Muse, Mars Volta, Ween e Audioslave. Morreu vítima de câncer. Abaixo, uma pequena amostra de seu trabalho.