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Jornalismo

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Escrevi lá no meu blog no UOL sobre o filme London Town, em que Jonathan Rhys Meyers encarna Joe Strummer.

“A única banda que importa” – assim os fãs do Clash reconheciam o peso e o legado da maior banda do punk inglês quando ela ainda existia, na virada dos anos 70 para os 80. Este é o ponto de vista de London Town, dirigido pelo norte-americano Derrick Borte, que conta a história de um jovem adolescente (vivido por Daniel Huttlestone) que descobre o Clash quando eles estavam começando a fazer sucesso na Inglaterra. O trailer do filme, que não tem previsão de estreia no Brasi, mas será lançado no início do mês que vem no circuito internacional, impressiona pela caracterização que o ator Jonathan Rhys Meyers (de Velvet Goldmine e Match Point) faz do líder do grupo punk, Joe Strummer. Veja só:

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Depois de relançarem toda discografia oficial com extras, o grupo inglês seca a fonte de suas apresentações na BBC – ouça o disco lá no meu blog no UOL.

A crise jurídica que o Led Zepellin se enfiou durante 2016 não impediu que a banda continuasse relançando material e no ano seguinte ao término de sua sequência de edições especiais para todos seus discos de carreira, um dos principais grupos dos anos 70 lança a versão definitiva para suas sessões na rádio BBC, completas agora com o surgimento de uma fita com as gravações que o grupo fez na rádio no início de 1969, o quando lançavam seu primeiro disco, batizado apenas com o nome da banda.

O material inédito contém duas versões para a elétrica “Communication Breakdown” e para a épica “What Is and What Should Never Be”, além versões para blues de Willie Dixon “I Can’t Quit You Baby” e “You Shook Me” e de uma versão para um de seus primeiros hinos, a gigantesca “Dazed and Confused.” A sessão, que muitos julgavam ter sido apagada das gravações oficiais, também contém a inédita “Sunshine Woman,” conhecida dos fãs do grupo através de discos pirata, mas que só agora é lançada oficialmente.

O grupo também aproveitou o lançamento da nova edição para mostrar um clipe em animação para uma das versões da caixa para “What Is and What Should Never Be”.

The Complete BBC Sessions, como todas as reedições de luxo que o grupo inglês lançou esta década, também conta com uma versão Super Deluxe, numerada, que réune três CDs, cinco LPs, um livro de 44 páginas e a versão digital da caixa:

Que banda!

Um homem supremo

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Escrevi lá no meu blog no UOL sobre um novo documentário sobre John Coltrane terá narração de Denzel Washington.

Um dos destaques do Toronto International Film Festival, que terminou esta semana, foi o documentário Chasing Trane: The John Coltrane Documentary, dirigido pelo mesmo John Scheinfeld que fez filmes sobre John Lennon (o ótimo The U.S. vs. John Lennon) e Harry Nilsson (Who Is Harry Nilsson…?). Chasing Trane tem entrevistas com fãs do ícone do saxofone de diferentes áreas, como Carlos Santana, Common, Cornell West e Bill Clinton, mas seu principal destaque é o ator Denzel Washington, que lê textos escritos pelo mestre do jazz sobre interpretações tocadas ao vivo. O documentário foi festejado pela quase ausência de diálogos, com foco principal sobre a música de Coltrane – e pode ampliar ainda mais a influência e importância do pai de clássicos como o disco A Love Supreme, que você pode ouvir a seguir:

Falei lá no meu blog do UOL sobre como Vince Gilligan, criador de Breaking Bad, resolve contar, através da HBO, a história do líder do culto religioso suicida, que teve passagens pelo Brasil.

Vince Gilligan resolveu sair de Albuquerque para outro interior dos Estados Unidos, contar mais uma saga de ascensão de uma figura sombria. Depois de firmar seu nome como autor da aclamada série Breaking Bad, universo em que ele ainda burilou por duas temporadas, na série filhote Better Call Saul, o produtor resolveu contar a história de uma das figuras mais controversas do século passado: o líder religioso Jim Jones.

De acordo com o site Deadline, a série, que terá um número limado de episódios, será produzida por Gilligan, sua parceira de Breaking Bad Michelle MacLaren e a atriz Octavia Spencer, dona dos direitos de adaptação do livro Raven: The Untold Story of Jim Jones and His People, escrito pelo jornalista Tim Reiterman, que sobreviveu ao massacre. Será a primeira produção de Gilligan na HBO, que MacLaren, que dirigirá a série, já conhece por ter dirigido episódios de Game of Thrones.

O norte-americano Jim Jones é um dos personagens mais sinistros da história dos cultos religiosos do século passado, mas sua personalidade sombria floresceu depois de começar como um carismático líder bem intencionado. Sua escalada para a fama começou com a criação de sua própria igreja, o Templo dos Povos, que começou sua história no estado de Indiana, migrou para São Francisco na Califórnia e finalmente para a Guiana, aqui na América do Sul, onde fundou sua própria colônia, Jonestown, que no final dos anos 70 foi palco para um macabro suicídio coletivo de quase 1000 pessoas, entre elas mais de 300 crianças, todos envenenados. Fica a dúvida se a série mostrará o tempo em que Jones passou pelo Brasil, no início dos anos 60, quando escolheu Belo Horizonte como a melhor cidade para fugir de um ataque nuclear, que ele estava certo que aconteceria naquela década, para depois mudar-se com seu culto para o Rio de Janeiro, onde atuou junto às comunidades das favelas cariocas.

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Cenas com a edição crua das cenas de Mad Max: Fury Road, sem efeitos especiais, estão à altura dos primeiros filmes da série – postei o vídeo com um resumo delas lá no meu blog no UOL.

Entre os extras que virão na caixa que reunirá todos os quatro filmes de Mad Max está essa magnífica sequência de cenas extraídas do quarto filme da série, o eletrizante Mad Max: Fury Road, que o revelam sem os efeitos especiais digitais acrescentados na pós-produção. Mas ao contário do que poderia se supor (como, por exemplo, aconteceu com o primeiro filme solo do mutante Wolverine, que vazou antes de ser lançado justamente sem os efeitos de computação gráfica e revelou-se ridículo), o filme que o mestre George Miller lançou no ano passado mostra todo o DNA dos filmes originais da série, filmados na raça e no começo dos anos 80, quando os efeitos digitais ainda engatinhavam. Olha só:

O motivo é simples: Miller optou por basear grande parte das cenas de ação de seu filme com efeitos práticos e a computação gráfica entrou mais como uma arte final sobre cenas que realmente foram filmadas – e não desenhadas na tela de um computador de uma equipe de designers. Agora resta saber se a caixa com os quatro Mad Max em Blu-ray, que ainda não tem previsão de quando será lançada, trará a versão do diretor do filme de 2015, que queria filmar Mad Max como um filme em preto e branco e quase sem diálogos.

Dude…

thor

Enquanto o pau comia em Guerra Civil, Thor tirava umas férias longe de tudo neste curta feito para a Comic Con que eu postei lá no meu blog no UOL.

Aos poucos a Marvel vai liberando na internet os vídeos que mostrou apenas para quem esteve na Comic Con de San Diego deste ano – e o primeiro deles é o hilário minidocumentário que mostra o que Thor e Bruce Banner estavam fazendo enquanto todos os outros heróis do universo cinematográfico da editora se enfrentavam em Capitão América: Guerra Civil.

Os dois heróis, vividos por Chris Hemsworth e Mark Ruffalo, se reencontrarão no ano que vem, no terceiro filme da série do deus nórdico do trovão, Thor Ragnarok.

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Escrevi lá no meu blog no UOL sobre o terceiro filme da série sob os auspícios de JJ Abrams, que finalmente começa a valorizar os elementos sagrados da saga.

Jornada nas Estrelas Sem Fronteiras, décimo-terceiro filme da franquia criada por Gene Roddenberry, é um dos filmes mais importantes da saga. Não apenas por ser o filme-símbolo do cinquentenário da série nem por talvez ser o melhor filme do título desde que J.J. Abrams o pegou no colo, mas principalmente por deixar claro qual é sua importância para o universo cultural que habitamos hoje.

Jornada (desculpa, como Guerra nas Estrelas, não consigo a chamar o seriado de Star Trek) é dos um muitos casos de amor e ódio na cultura pop, principalmente por se prender ao estereótipo do fã criado e alimentado por ela. O seriado de TV original, que estreou há cinquenta anos, não foi um sucesso de audiência, mas encontrou um nicho específico como público numa época em que a palavra “nerd” não existia no vocabulário cotidiano. A camaradagem entre os tripulantes da Enterprise e sua abordagem cética – ou fria, para outros – em relação ao futuro da humanidade e à forma como a ciência nos guiaria nos séculos futuros encontrou eco em adolescentes antissociais que se identificaram com aqueles personagens. E por ter sido feita nos transgressores anos 60, a série apontava o futuro das transformações daquela época, trazendo questões raciais e de gênero para a ficção, abraçando um novo transnacionalismo que era a utopia para os principais agentes daquelas mudanças sociais. A série antevia, sem saber, a revolução nerd que aconteceria na década seguinte e preparava aqueles novos fãs para serem protagonistas daquela próxima mudança.

Mas ainda nos anos 60 aqueles novos personagens – muito menos seus fãs – não se pareciam promissores quanto se tornariam com o tempo, tanto que a série foi cancelada após poucas temporadas. Mas sua popularidade foi aumentando com as reprises na década seguinte e um culto foi sendo formado ao redor da série e aos poucos aqueles fãs foram sendo reconhecidos como o estereótipo que hoje chamamos de nerd. E essa caricatura ficou por muito tempo atrelada à série e mesmo ela depois ressurgindo bem sucedida com uma série de filmes e novos seriados filhote. E por mais que a franquia crescesse e se tornasse consistente com o tempo, ela ainda carregava um ranço de arrogância nerd que a distanciava do público geral de cultura pop. E por mais que os ícones da série fossem cada vez mais populares, ela ainda era vista de fora como um grupo fechado de fãs arrogantes ou uma versão interestelar da ONU.

Até que J.J. Abrams, em 2009, foi incumbido de levar a série para além de seu séquito de fãs. Apelou para a tática que havia utilizado em Lost e Fringe (a realidade alternativa) e, como fã de Guerra nas Estrelas, deu juventude e dinamismo a uma série que parecia mover-se em câmera lenta. Os fãs tradicionais torceram o nariz mas ele conseguiu levar a saga para onde ela nunca havia chegado antes. Transformando Kirk em um Han Solo uniformizado e principal protagonista (ao contrário da história original, em que todos têm relativamente o mesmo peso dramático), Spock em um C3PO menos solícito, Chekov em um Luke sem protagonismo, Scotty em um R2D2 humanoide, Uhura numa Leia menos arrogante e por aí vai. Ao zerar a linha do tempo original, J.J. Abrams conseguiu explicar aqueles personagens para gente que só conhecia a série pelas orelhas pontudas de Spock. Independentemente da reação dos fãs leais, o fato é que o recomeço de Jornada deu uma nova vida à série.

O segundo filme, Além da Escuridão, no entanto, não fez nada além disso. A proposta era mais de homenagear o melhor longa metragem com a tripulação original (A Ira de Khan, de 1982) do que dar continuidade a história que Abrams havia proposto no filme de 2009. Nem o carisma do novo vilão, vivido por Benedict Cumberbatch, foi suficiente para que o filme fosse além da mera repetição de personagens e cenas de ação do filme anterior. E ainda era muito kirkocêntrico, fazendo o resto da tripulação da Enterprise meros coadjuvantes do protagonista vivido por Chris Pine.

E é aí que Sem Fronteiras desequilibra – e acerta. Dirigido por um fã de verdade da série (Justin Lin, que fez fama com a franquia Velozes e Furiosos), o novo filme resgata uma série de valores tradicionais, sendo o principal deles o fato de estarmos falando de uma equipe e não de um herói ou de uma dupla de protagonistas. Logo no começo do filme, a Entreprise é dilacerada literal e metaforicamente, fazendo o time se reduzir a duplas, que ajudam o espectador a se aprofundar na personalidade de cada um deles. Kirk e Chekov (Anton Yelchin), McCoy (Karl Urban) e Spock (Zachary Quinto), Uhura (Zoë Saldana) e Sulu (John Cho) – cada uma dessas duplas tem de enfrentar desafios diferentes para voltarem a se unir. Scotty (Simon Pegg, outro fã da série, que também assina o roteiro) faz dupla com a ótima nova personagem Jaylah (Sofia Boutella), que faz jus à forma como a série retrata as mulheres: ela não é nem uma donzela indefesa, nem o par romântico de ninguém. O principal defeito do novo filme é o desperdício da atuação do grande Idris Elba, que vive o vilão Krall, cuja motivação é pífia e a performance é soterraa sob quilos de próteses e maquiagem (lembrando outro desperdício de atuação recente, quando Oscar Isaac viveu o vilão Apocalypse no último X-Men). Os fãs, claro, ainda vão chiar por diferentes motivos (especificamente por uma reação risonha de Spock), mas não irão deixar de se emocionar com a homenagem feita ao Spock original, Leonard Nimoy, que morreu no ano passado. O filme ainda saúda a nova versão de J.J. Abrams ao voltar a uma referência musical do primeiro filme, em uma cena verdadeiramente empolgante.

Sem Fronteiras está longe de ser um filme perfeito, mas equilibra boas cenas de ação e perseguição (especialidade do diretor) com o universo mitológico da criação de Gene Roddenberry e aponta para um futuro em que as qualidades originais da franquia possam ganhar um público ainda maior. Um filme divertido e respeitoso, algo raro no mundo de adaptações e remakes do cinema comercial deste início de século.

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Postei lá no meu blog no UOL um remix que fizeram do trailer de Batman vs Superman colocando Christopher Reeve e Michael Keaton assumindo os papéis dos heróis que lhes deram fama.

Eis mais um trunfo da arte do mashup: o pessoal do canal de YouTube StryderHD Productions pegou o trailer original de um dos fiascos conceituais que a DC lançou este ano – Batman vs Superman, o maior de todos – e o recriou utilizando os atores que interpretaram os heróis em suas primeiras encarnações na telona: Christopher Reeve, que fez os quatro primeiros filmes do homem de aço, e Michael Keaton, o homem morcego nos dois filmes dirigidos por Tim Burton. O resultado deixa saudade de um filme que, infelizmente, nunca existiu.

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Mel Gibson quer continuar seu polêmico filme de 2014 contando, desta vez, a história da ressurreição. Escrevi sobre suas intenções lá no meu blog no UOL.

E Mel Gibson vai mesmo voltar à vida de Jesus Cristo. A notícia foi confirmada pelo próprio ator e diretor australiano, que confirmou que está fazendo uma continuação sobre seu controverso filme de 2004, A Paixão de Cristo. “Claro que é um compromisso enorme – e, você sabe, não é A Paixão 2. Chama-se A Ressurreição”, disse quando participou do evento evangélico SoCal Harvest, na Califórnia, nos Estados Unidos, no fim de semana passado (veja o vídeo abaixo).

“Claro que é um grande tema e precisa ser feito com cuidado, porque não queremos fazer só uma adaptação como se fosse uma simples leitura – contar o que aconteceu. Mas para passar pela experiência e por seus significados profundos. Vai dar trabalho e Randal Wallance vai ficar com esta tarefa”, disse ao mencionar o roteirista com quem o Mad Max original tem colaborado desde que se tornou diretor, em Coração Valente. O roteirista já tinha mencionado que havia começado a trabalhar neste roteiro no meio do ano, quando contou a notícia ao site Hollywood Reporter. “Eu sempre quis contar essa história”, disse o roteirista que estudou religião na Duke University e se especializou na ressurreição. “A Paixão é só o começo e há muita história mais para ser contada.”

A Paixão de Cristo gerou polêmica quando foi lançado há doze anos não apenas por seu tema religioso, mas por ser o primeiro filme de Mel Gibson fora do esquema do cinema comercial em Hollywood e por suas sádicas cenas de violência na enorme sessão de tortura que culminou com a crucificação e morte de Jesus Cristo, que o diretor fez questão de fazer para trazer de volta o significado para aquele momento histórico que ele achava que tinha perdido seu impacto original.

A Ressurreição, no entanto, está em seus primeiros passos e não há nem sequer data para o início de produção, muito menos se o ator Jim Caviezel, que interpretou Jesus em A Paixão de Cristo, repetirá o papel neste novo filme. Assista à entrevista com Mel Gibson sobre seu futuro filme no vídeo abaixo (infelizmente sem legendas em português).

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Tomara que Akira só tenha acertado a data e o local dos próximos jogos olímpicos, afinal você lembra o que acontecia. Não lembra? Falei disso no meu blog no UOL.

Agora que os festejos olímpicos se passaram, fãs dos jogos miram suas expectativas para a próxima edição da competição, que acontece em Tóquio, no Japão, daqui a quatro anos. Acontece que as Olimpíadas de 2020 já haviam sido anunciadas que iriam acontecer na capital japonesa desde os anos 80, pelo menos na ficção. É que o clássico anime cyberpunk Akira, lançado em 1988, passava-se um ano antes destes jogos, em 2019. Ao contrário do que o que previsto, no entanto, seria a trigésima edição dos jogos olímpicos, diferente da vida real, quando a cidade sediará os 32ª edição dos jogos.

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No desenho, no entanto, Tóquio como conhecemos foi destruída ainda no século 20 devido a um estranho incidente psíquico e a nova cidade – chamada de Neo-Tóquio – esperava ter nas olimpíadas seu grande momento após a catástrofe. Acontece que o próprio estádio olímpico torna-se palco de outro momento em que a cidade torna-se assunto global – mas não por causa da competição…

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Se você não assistiu ainda à Akira, faça-se esse favor: é um filme que fica cada vez mais atual, mesmo lidando com temas distantes da nossa realidade… por enquanto.