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Jornalismo

“Oh, well I guess I can plan, but it’s all just pretend when I’m close to you”

“Will you come down? Will you return?”

“Pedra em água”

“Must I develop? Yes, yes, yes, yes. Can I stay the same? No, no, no, no.”

“My condition in general, despite what they say, improves”

“Madrugada, qual de nós tinha razão, quando desmontava a festa da última ilusão?”

“You say it’s easy, it’s never easy, I run to you”

“Que estrago meus amigos”

Duplo sentido como brecha, humor como resistência e sem deixar ninguém parado – o mestre paraibano Genival Lacerda nos deixou nesta quarta-feira, mais uma vítima deste maldito covid-19.

Líder do grupo Gerry and the Pacemakers, Gerard Marsden, que morreu neste domingo de uma doença sem relação com o covid-19, pegou a onda dos Beatles no início dos anos 60 e entrou para a história do pop e de sua cidade-natal, Liverpool. Além de ser a principal banda de Liverpool a rivalizar com o grupo de John, Paul, George e Ringo (perdendo o posto logo que estes quatro se tornaram uma atração nacional), os Pacemakers, que também eram administrados pelo empresário dos Beatles Brian Epstein, entrou para a história de sua cidade com dois singles específicos – “Ferry Cross the Mersey“, que consagrou o nome do rio que corta a cidade portuária e a balsa que o cruza nas paradas de sucesso dos anos 60 e “You’ll Never Walk Alone“, que tornou-se o hino informal do time de futebol da cidade, o Liverpool. Isso sem contar seu principal hit, a deliciosa “How Do You Do It?”, uma composição de Lennon e McCartney, a propósito.