
Morreu, aos 70 anos, o baterista e fundador de uma das principais bandas de música futurista sintética do planeta. Yukihiro Takahashi foi um dos nomes que transformou o trio japonês Yellow Magic Orchestra em um dos principais pioneiros da música eletrônica mundial, antecipando o que anos depois seria assimilado pelas massas com rótulos como synthpop e tecnpop.

A primeira sexta-feira do ano começou maravilhosamente bem, com o mestre cearense Don L se afirmando cada vez mais como um dos maiores nomes da música brasileira atual. Sempre escudado pelo trio DJ Roger, Terra Preta e Alt Niss (esses dois tão cantando cada vez mais!), o guerrilheiro da voz apresentou-se no Sesc Bom Retiro, quando desfilou seus clássicos mais recentes e ainda anunciou, como quem não quer nada, o volume 2 de seu Caro Vapor, que completa dez anos neste ano que começa. 2023 promete!
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Morreu um ícone de seu instrumento e talvez o instrumentista mais influente da geração de ouro do rock inglês – Jeff Beck tinha parcos 78 anos e morreu de meningite (!).

Ele sempre se supera: depois do ótimo filme sobre si mesmo no ano passado (O Peso do Talento), em seu próximo filme Nicolas Cage vive ninguém menos que o Conde Drácula. Em Reinfeld, Nicholas Hoult (o ex-menino de About a Boy que depois fez Skins, X-Men, Warm Bodies, Mad Max Fury Road e o recente O Menu) vive o personagem título, que começa o filme discutindo a relação tóxica que tem com seu patrão – até que descobrimos que ele é o capanga do vampiro secular, vivido por Cage com toda a fleuma hiperbólica característica de sua atuação. Pelo trailer, o filme parece ser ótimo, assista abaixo: Continue

Uma das principais compositoras do forró moderno, Rita de Cássia nos deixou neste início de ano. Autora de hits como “Meu Vaqueiro, Meu Peão”, “Saga de um Vaqueiro” e “Jeito de Amar”, ela compôs para artistas como Mastruz com Leite, Amelinha, Aviões do Forró e Frank Aguiar, entre outros.

Feliz 2023! E o primeiro Tiny Desk Concert do ano é com o melhor projeto paralelo do Radiohead. assista abaixo: Continue

Triste começar o ano com a notícia da morte do baterista do Earth Wind & Fire, Fred White.
Os indicados a melhores artistas, melhores shows, melhor produção e revelação de 2022 segundo a APCA

O ano está quase no fim mas ainda dá tempo de anunciar os indicados em quatro categorias relacionadas à música brasileira em 2022 segundo o júri de música popular da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), do qual faço parte ao lado de Adriana de Barros (editora do site da TV Cultura e colunista do Terra), José Norberto Flesch (que tem seu canal no YouTube), Marcelo Costa (do site Scream & Yell), Pedro Antunes (do vlog Tem Um Gato na Minha Vitrola) e Roberta Martinelli (dos programas Sol a Pino e Cultura Livre). Milton Nascimento, Juçara Marçal, Anelis Assumpção, Josyara, Don L, Gloria Groove, Rachel Reis, Maglore, Curumin, Zé Nigro e Lucas Martins, Bruno Morais, Urias, Ana Canas, Bala Desejo, Liniker, Pelados, Planet Hemp, Ratos de Porão, Bebé e Letieres Leite dividem as indicações de artista do ano, revelação, produção musical e show do ano. O resultado final da premiação acontece no início de 2023 e abaixo seguem os cinco indicados em cada categoria.
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Eis a lista com os 50 melhores álbuns de 2022 de acordo com o júri de música popular da Associação Paulista dos Críticos de Arte, do qual faço parte. A seleção reflete o quanto a produção musical brasileira ficou represada nos últimos anos e esta seleção saiu de uma lista de mais de 300 discos mencionados por mim e pelos integrantes do júri, Adriana de Barros (editora do site da TV Cultura e colunista do Terra), José Norberto Flesch (que tem seu canal no YouTube), Marcelo Costa (do site Scream & Yell), Pedro Antunes (do vlog Tem Um Gato na Minha Vitrola) e Roberta Martinelli (dos programas Sol a Pino e Cultura Livre). Eis a lista completa abaixo:
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“Há vinte anos, a palavra ‘algoritmo’ tinha um sentido comum muito diferente do que tem hoje, era uma palavra pra quem queria programar robôs, inteligência artificial através de computadores que fariam coisas grandes como conquistar outros planetas ou dominar o mundo tipo Skynet”, lembra Pedro Bonifrate, que está comemorando os 20 anos de sua carreira regravando quatro canções de duas décadas atrás, que foram registradas no EP Sapos Alquímicos na Era Espacial. Estas quatro músicas ressurgem num novo EP que, teoricamente, ainda sai esse ano. Ele já lançou duas destas regravações (“Casa com Piano” e “Radiação Verde“) e agora surge com a terceira, que ele lança oficialmente nesta sexta-feira e que antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo. “Um velho amigo e eterno nerd da física veio com essa piada sobre uma banda chamada Inteligência Artificial (I.A.) & Seus Algoritmos, que transformei nessa canção. O dia que quem sabe chegaria na letra da canção chegou faz tempo, e hoje temos várias bandas formadas por robôs e canções escritas por inteligência artificial pelo mundo afora, mas alguma já virou hit?”.
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