4:20






O estúdio tailandês We Are Camera propôs essa troca improvável e o resultado é hilário.
Vi no Laughing Squid.

A nova série da HBO, True Detective, caminha para se tornar um dos principais acontecimentos culturais de 2014 – e desde que eu comentei seus quatro primeiros episódios, muita água já rolou por baixo da ponte: as teorias, referências e coincidências que surgem na série vêm sendo dissecadas à exaustão, dando origem a leituras paralelas que parecem ampliar ainda mais o alcance de uma série que só tem dois episódios antes do fim. Estou reunindo essas informações num texto que publico até o fim de semana. Enquanto isso, fiquem com uma versão da abertura da série feita com gatos (dica da Érika, valeu!), o que prova que o seriado já entrou no imaginário coletivo de vez:



Desliguem a internet por hoje: fizeram um caleidoscópio de LOLcats. Clica aqui.


O autor (ou autora) da página Cansei de Ser Gato começou num tumblr, mas em seguida migrou sua produção para o Facebook. O que não invalida sua presença nesta categoria, veja alguns exemplos abaixo:

Laerte tinha uma gata que não mexia as patas traseiras por ter sido vítima de uma espingarda de chumbinho. Ele contou ao Fernando de Barros e Silva, na Piauí:
O problema do mau cheiro decorre do quadro clínico de uma das duas gatas de Laerte. Cinco anos atrás, Celina e Muriel foram alvejadas com tiros de espingarda por alguém da vizinhança. Muriel convive até hoje, e aparentemente bem, com a bala de chumbinho que ficou alojada em seu ombro. Mas o tiro que atingiu Celina a deixou paraplégica. “Ela perdeu as pernas de trás. Tem cistite recorrente, precisa tomar antibiótico de doze em doze horas, não controla o mijo, suja tudo”, explicou Laerte.
A gata se arrasta pela casa. Durante parte do dia, se locomove com a ajuda de uma espécie de cadeira de rodas feita pelo cartunista. À noite, dorme na sala, trancada numa gaiola. Muriel dorme na cama com o dono. “Quando acordo, abro a porta para a Muriel e vou cuidar da Celina.”
Ele não quis investigar quem foi o autor dos disparos: “Um vizinho ficou me açulando; dizia: ‘Ele tem um táxi.’ Quatro caras na minha rua têm táxi. O que vou fazer com essa informação?”
A história de Celina motivo o grande artista a imortalizá-la numa série de tiras tristes, que publicou diariamente tanto na Folha de São Paulo quanto em seu blog Manual do Minotauro. Reproduzo a história inteira abaixo: