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Retrospectiva #t-girls

Eu e o Vinícius dedicamos este fim de semana a recapitular as meninas com camisetas legais que juntamos desde o dia 10 de março deste ano, quando postei a gata (Megan Fox) que deu origem à série, postando, no Twitter, todas as cartas que jogamos até aqui. Será que as #tgirls chegam aos trending topics? Será que teremos muitos unfollows? Será que vão me tachar de machista, desocupado, misógino ou será que estamos resgatando a beleza feminina, o prazer da cultura pop e a simplicidade da camiseta? Só tem um jeito de saber…

Adriana Lima: Que t-girl?

Ela é gata, ela está vestindo uma camiseta, mas a camiseta não é uma marca, nem um filme, nem uma banda – é só uma camiseta legal, com uma imagem jóia, uma frase de efeito, um trocadilho visual. Não serve como t-girl. Mas, que t-girl?, essas dezenas de fotos já me perguntaram. E a partir de uma brincadeira que fiz na tarde PJ Harvey, inauguro uma uma nova categoria para as t-girls, um jogo mais duro e mais sério. Aqui não vale gatinha indie daquelas que sentam nas carteiras da frente da sala de aula – tem que ser gata. E não precisa vestir uma estampa cool e moderninha, apenas, e principalmente, boa. Começo com uma brasileira.