When in Rock in Rio… Um dia estranho
A noite fechada pelo Slipknot foi a mais esquisita do festival – e que teve menos público. Escrevi sobre ela na cobertura que fiz do Rock in Rio para o UOL.
A noite fechada pelo Slipknot foi a mais esquisita do festival – e que teve menos público. Escrevi sobre ela na cobertura que fiz do Rock in Rio para o UOL.
Seguindo a saga da cobertura do Rock in Rio para o UOL, desta vez em sua segunda etapa, falei sobre como o heavy metal mudou nos últimos anos, pegando o dia do show do System of a Down como medida.
Também deu pra dar minhas impressões pessoais sobre o primeiro fim de semana do festival lá para o UOL, que também incluiu as opiniões dos outros repórteres da equipe Marco de Castro, Tiago Dias, Leonardo Rodrigues e Felipe Cruz.
Encontrei o fã paraguaio que ganhou o baixo de Nikki Sixx, do Mötely Crüe, em pleno palco no festival e o relato de sua história está aqui.
O reencontro de Baby e Pepeu arquitetado por seu filho Pedro Baby foi um dos grandes momentos do festival e de 2015 – além de um dos destaques brasileiros que salvaram o terceiro dia do Rock in Rio da pasmaceira – como escrevi lá para o UOL.
A caçula do clã Caymmi surpreendeu em seu show no Rock in Rio, quando encontrou-se com o mestre arranjador Eumir Deodato. Escrevi mais sobre o show dela lá para o UOL.
Na minha análise do segundo dia do Rock in Rio 2015, escrevi que o dia do som pesado foi bem melhor que o desfile de covers do primeiro dia do festival.
O UOL me chamou pra ajudar na cobertura do Rock in Rio deste ano e sempre no final do dia faço um balanço do que achei sobre o festival. A noite de estreia foi pavorosa e prenuncia a era dos shows de hologramas antes desta tecnologia ser aperfeiçoada. O texto inteiro está aqui e eu ainda fiz esse vídeo com o povo todo cantando “Love of My Life”.
Entrevistei o broder Ricardo Alexandre sobre seu documentário Sem Dentes, que trata da cena de rock independente brasileira do início dos anos 90 e o surgimento do selo Banguela Records, lá pro UOL. Confere lá.