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A volta do Fleetwood Mac?!

Não brinque com nossos sentimentos, 2026! O guitarrista do Fleetwood Mac Lindsey Buckingham publicou em suas redes sociais quais são as novidades para o novo ano. No ano passado, ele voltou a falar com sua ex-companheira e ex-parceira de banda Stevie Nicks, quando finalmente relançaram o disco que carregava seus sobrenomes em 1973, que foi responsável pela admissão do casal no clássico grupo de blues inglês, que muda completamente de rumo artístico a partir da entrada dos novos integrantes. A treta entre o casal, marca de alguns dos discos mais importantes do grupo e inevitável motor para seu colapso, no começo dos anos 80, foi tão grande que o tal primeiro disco que lançaram como casal antes da banda nunca nem havia sido lançado em CD. E entre contar sobre um novo solo e sobre o documentário que Frank Marshall está dirigindo para o streaming da Apple sobre a história do grupo, Lindsey ainda soltou essa: “Acho que, no geral, a energia de Buckingham Nicks criou uma espécie de ressurgimento da conexão entre Stevie e eu, e em em uma escala maior, parece que algo está no ar. E no que isso se traduzirá especificamente. Não queria de especular ainda, mas acredito de todo o coração que se traduzirá em algo bom, maravilhoso, necessário e extremamente apropriado.” Os fãs mais exaltados já estão cogitando a volta do grupo – algo que Nicks descarta firmemente após a morte de sua parceira de banda Christine McVie há quatro anos -, mas é mais provável que o antigo casal reate a carreira profissional para lembrar seu auge nos palcos do planeta. E isso inevitavelmente traria canções do velho Mac para o repertório. Imagina…

Assista abaixo:  

Dua Lipa ♥ Kelly Clarkson, Leon Bridges, Fleetwood Mac e The Mamas & The Papas

Ainda em sua extensa turnê pelos Estados Unidos, Dua Lipa continua sua longa visita ao cancioneiro estadunidense agora fazer versões para músicas do Texas e da Califórnia. Na terça passada ela tocou a primeira data em Dallas, quando puxou o maior hit de Kelly Clarkson, “Since U Been Gone”, para emendar, no dia seguinte, com “Beyond”, do cantor e compositor Leon Bridges (que, nascido em Atlanta, foi criado em Forth Worth, no Texas – a mesma cidade em Clarkson nasceu), que subiu ao palco para dividir os vocais com a cantora. Já nos dois dos quatro shows que agendou em Inglewood, na região de Los Angeles, ela não mediu esforços e foi em dois clássicos, primeiro, no sábado, uma versão arrasadora para “The Chain” do grupo Fleetwood Mac (que apesar de inglês tornou-se outra banda com a entrada dos californianos Lindsey Buckingham e Stevie Nicks) e depois, no domingo, visitando o hino hippie “California Dreaming”, do grupo The Mamas & The Papas. Ela ainda faz mais duas datas na mesma cidade – terça e quarta – e o repertório que pode ser visitado é muito extenso. Alguma aposta?

Assista abaixo:  

De volta ao Tusk

2025 tem sido um ano agitado para Stevie Nicks, que além de ressuscitar – pela primeira vez no formato digital (incluindo CD) – o disco que fez em parceria com seu ex-companheiro Lindsey Buckingham antes que os dois entrassem no Fleetwood Mac (o ótimo Buckingham Nicks de 1973, que já está nas plataformas de streaming), ela voltou a fazer shows solo com a expectativa que, em algum momento, ela volte a tocar com os ex-colegas de banda para voltar a clássicos do rock dos anos 70. Mas se o Fleetwood Mac não volta aos palcos, ela aos poucos está voltando com a banda para seu repertório e, no show de estreia de sua nova turnê, que começou na quarta passada em Portland, além de sucessos de sua antiga banda que não saem de seu repertório (como as imortais “Dreams”, “Gold Dust Woman”, “Rihannon” e “Landslide”), ela pinçou uma música que não tocava há 42 anos (!) quando visitou “Angel”, do subestimado – e incompreendido – Tusk, disco duplo que sua antiga banda gravou em 1979 como sucessor do incensado Rumours, que funcionou como trilha sonora para os dois divórcios que aconteceram na banda durante sua gravação (o de Stevie com Lindsey e o do baixista John McVie com a vocalista tecladista Christine McVie) e quase acabou com o grupo. Mas felizmente ela não esqueceu…

Assista abaixo:  

Buckingham Nicks entra na era digital

Não é a volta do Fleetwood Mac, mas acho que não é só uma reedição. Stevie Nicks e Lindsey Buckingham trocaram trechos da letra de “Frozen Love” em suas contas nas redes sociais atiçando os fãs do Fleetwood Mac, banda que ajudaram a reerguer durante os anos 70, sobre o que o ex-casal estaria aprontando. E revelaram esta semana que estão finalmente reeditando o disco que lançaram como casal, em 1973, anos antes de entrar na banda de Mick Fleetwood. Batizado apenas com seus sobrenomes, o disco Buckingham Nicks teve uma vida breve justamente porque Mick viu o casal e achou que poderia ser uma boa alternativa para recuperar sua banda, o Fleetwood Mac, que andava em baixa no início daquela década. A entrada dos dois na banda mexeu completamente com a estrutura do grupo, transformando-o na entidade clássica que hoje conhecemos, e o grupo absorveu parte do repertório do então casal – músicas como “Rhiannon”, “Blue Letter”, “Monday Morning”, “I Don’t Want to Know” e “Sorcerer”, por exemplo, vinham do disco e da única turnê feita pelo casal e logo tornaram-se novos clássicos do Fleetwood Mac. O curioso é que Buckingham Nicks nunca mais foi reeditado, possivelmente devido ao divórcio do casal, que, após deixar o Fleetwood Mac, não queria voltar àquele passado. Claro que a internet permite que ouçamos o disco de forma não oficial (ouça abaixo), mas desde seu lançamento, há mais de meio século, o disco nunca foi relançado – ele nunca teve nem uma versão em CD! Mas isso mudou quando os dois anunciaram que irão finalmente relançar o disco no dia 19 de setembro (já em pré-venda, em vários formatos), interrompendo o mistério que fizeram com os posts da semana passada. Mas se os dois não aproveitaram a deixa para ressuscitar o Fleetwood Mac (certamente em respeito a Christine McVie, que faleceu em 2022), não dá pra descartar que os dois possam se reunir para shows que não fazem desde antes de entrar no grupo Mick Fleetwood (e incluir umas músicas do Fleetwood Mac num possível futuro repertório ao vivo). Vai saber…

Ouça o disco abaixo:  

E se o Fleetwood Mac voltar?

Começou no fim da quarta-feira, quando o baterista do Fleetwood Mac, Mick Fleetwood, postou um vídeo em sua conta no Instagram em que aparece ouvindo “Frozen Love”, que o casal que era metade da banda – o guitarrista Lindsey Buckingham e a vocalista Stevie Nicks – gravou no álbum Buckingham Nicks, de 1973, quando eram apenas uma dupla iniciante. “Inacreditável”, diz o baterista ao tirar os fones de ouvido, “era mágico naquela época, é mágico hoje”. A publicação já causou certo rebuliço online, que tornou-se ainda mais intenso nesta quinta-feira, quando primeiro Nicks postou, com sua própria caligrafia, a frase “And if you go forward…” (“e se você for na frente”) em seu Instagram, seguido de uma publicação de Buckingham, seguindo igualmente com sua própria letra cursiva, que dizia “I’ll meet you there” (“te encontro lá”) – veja os posts abaixo. Será que os dois vão voltar a tocar juntos? O disco do casal ainda não está nas plataformas de áudio, será que é só isso? Ou será que vão lançar uma reedição especial do mesmo álbum? Será que o casal pode voltar a fazer shows, como antes de entrar no grupo? Disco novo vindo aí? Ou será que existe a possibilidade do Fleetwood Mac voltar a fazer shows, mesmo após a morte da vocalista e tecladista Christine McVie em 2022? Façam suas apostas…  

Wolf Alice ♥ Fleetwood Mac

Outro bom momento do festival de Glastonbury deste ano foi quando a banda inglesa Wolf Alice, às vésperas de lançar seu aguardado quarto álbum The Clearing, sacou nada menos que a imortal “Dreams”, do grupo Fleetwood Mac, no meio do repertório do show que fizeram no fim da tarde do domingo no festival inglês, com a vocalista Ellie Rowsell esbanjando carisma.

Assista abaixo: