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O novo mundo de Arnaldo Antunes

Eis a capa do novo disco de Arnaldo Antunes, Novo Mundo, que será lançado na próxima semana e é o primeiro que o compositor paulistano lança pelo selo Risco, casa de artistas como Ana Frango Elétrico, Maria Beraldo e Luiza Lian, consagrando a gravadora independente como um dos principais nomes desta cena ao fisgar um artista de tal proporção. O disco, produzido por Pupillo, conta com participações de David Byrne, de Ana Frango Elétrico, de Marisa Monte, de Vandal e com uma parceria póstuma com o saudoso Erasmo Carlos, é o primeiro disco de inéditas do compositor desde 2000 e vem coroar a ótima fase que ele atravessa desde antes da pandemia, quando lançou o disco de protesto O Real Resiste (que ganhou outra dimensão com o tragédia daquele ano, num show feito pela internet), seguido da festejada parceria com o pianista pernambucano Vítor Araújo, no projeto Lágrimas no Mar, e com a já histórica volta de seu grupo original, os Titãs. Veja abaixo o nome das faixas e as participações de cada canção:  

Vida Fodona #808: 13 anos de Vida Fodona

Comemorando atrasado.

Justice + Tame Impala – “Neverender”
David Bowie – “Stay”
Happy Mondays – “Bob’s Yer Uncle”
Itamar Assumpção – “Fico Louco”
Jorge Ben – “Cinco Minutos”
Sade – “No Ordinary Love”
Massive Attack – “Black Milk”
Curumin – “Vem Menina”
Yo La Tengo – “Well You Better”
Yumi Zouma – “Catastrophe”
Tops – “Change of Heart”
Yma – “Vampiro”
Erasmo Carlos – “Sorriso Dela”
Ava Rocha – “Beijo no Asfalto”
João Gilberto – “É Preciso Perdoar”

Ouça abaixo:  

Erasmo rock

O show que Erasmo Carlos fez neste sábado no Sesc Pinheiros foi em cima de seu disco mais recente, O Futuro Pertence À… Jovem Guarda, em que recria hits do início de sua carreira ao lado de uma banda regida pelo tecladista José Lourenço e com Billy Brandão como guitarrista solo, Luiz Lopez na guitarra de apoio, o baixista Mario Vitor e o baterista Silvio Charles, todos dando uma roupagem mais clássica (citando Kinks aqui, Stones ali, Deep Purple acolá) a vários hinos da Jovem Guarda. E entre pérolas sessentistas como “Sentado à Beira do Caminho”, “Quero que Vá Tudo pro Inferno”, “É Proibido Fumar”, “A Carta”, “Devolva-Me”, “Esqueça”, “Gatinha Manhosa” e “Negro Gato”, o mestre ainda pinçou algumas de seu repertório posterior, como “Mulher”, “Mesmo Que Seja Eu”, “Sou Uma Criança, Não Entendo Nada”, “Minha Superstar” e uma das minhas favoritas de seu repertório, “É Preciso Dar Um Jeito, Meu Amigo”. Showzaço.

Assista aqui.