
O meu programa sobre música brasileira desta semana puxa o papo com o fundador da banda Glue Trip, o paraibano Lucas Moura, que resolveu dedicar-se a compor canções em português e, com isso, puxou a vibe do novo disco da banda, batizado Nada Tropical, para a música brasileira dos anos 70. O processo de composição e gravação do disco também mudou, à medida em que ele passou a trabalhá-los coletivamente pela primeira vez. O novo álbum de sua banda, que ainda conta com participações especiais de nomes como Otto, Yma, Felipe S. e Artur Verocai, entre outros, que será lançado ao vivo nesta quinta-feira, dia 4 de julho de 2022, no Cineclube Cortina foi o fio condutor da conversa.
Assista aqui. Continue

Sil Ramalhete sempre trabalhou com produção cultural, mas mesmo antes da pandemia começou a perceber que havia algo de estranho na forma em que artistas lidavam com suas expectativas em relação à sua carreira. E depois de sair de São Paulo e mergulhar em diferentes experiências em busca de respostas, encontrou na mentoria sistêmica uma forma interessante de questionar os altos e baixos de uma carreira a partir da experiência individual de cada artista. Um papo que parece ser apenas sobre cultura, mas que pode ser apropriado por gente que trabalhe na maioria das áreas. Ela é minha entrevistada da edição desta semana do meu programa Bom Saber.
Assista aqui. Continue

Nesta edição do meu programa sobre música brasileira Tudo Tanto, converso com o André Piruka, paulistano idealizador do movimento Höröyá, que esá lançando seu quarto álbum, Grigri Ba, que traz ao palco do Sesc Av. Paulista nesta quinta-feira, dia 28 de julho de 2022. No papo, converso sobre seu interesse sobre a cultura africana, como ele se aproximou especificamente da Guiné, de Burkina Faso, do Mali e do Senegal e dos dois documentários que produziu quando visitou o continente (Kun Be Hammanah – Na Guiné com Famoudou Konaté e Dununba Fö – A Conversa dos Tambores).
Assista aqui. Continue

Retomando as atividades do meu programa sobre quadrinhos, desta vez conversa com a ótima Aline Zouvi, que apesar de rascunhar quadrinhos desde criança, só começou a produzir HQ a partir de seu trabalho na academia, quando estudava literatura na universidade. Começou a fazer seus fanzines e a aprender como aprimorar sua obra e torná-la conhecida no meio e no papo inevitavelmente falamos sobre isso – além de antecipar sua primeira grande narrativa, que ela ainda quer lançar este ano. Acompanhe seu trabalho no Instagram:
Assista aqui. Continue

O papo desta semana no meu programa sobre música brasileira parte de um trabalho de conclusão de curso sobre criminologia para falar da importância de um dos movimentos culturais brasileiros mais importantes das últimas décadas. O livro O Funk na Batida: Baile, Rua e Parlamento, escrito por Danilo Cymrot, começou na academia como uma análise sócio-cultural sobre um fenômeno local para transformar-se num registro político sobre o momento em que o funk – antes carioca – torna-se um fenômeno nacional. Danilo aproveita para falar sobre outro lançamento que está fazendo quase que simultaneamente – seu quarto disco solo.
Assista aqui. Continue

Felipe Vassão se descobriu produtor musical ainda na adolescência e, como muitos nesta área, começou a desbravar sua profissão através da publicidade. Mas trabalhando com artistas tão diferentes quanto Rock Rocket e Emicida, ele aos poucos conseguiu sua liberdade artística, embora ainda com os pés na propaganda. Só que com a pandemia, ele começou a espalhar seu conhecimento musical em pequenas pílulas em suas contas no Instagram e no TikTok, disseminando técnicas e histórias sobre gravações clássicas em um novo formato, que lhe trouxe fama para além dos trabalhos que produz.
Assista aqui. Continue

Vamos falar sobre comida? Mas não estou falando de receitas e modos de preparo e sim como a culinária e a gastronomia estão ao nosso redor e como é inevitável abraçá-las. Chamei a chef Katia Lyra, que entre várias cozinhas também é uma das cabeças por trás do Sopão das Manas, para falar sobre a centralidade das refeições em nossas vidas, em sua carreira e como isso conversa tanto com cultura quanto com política. Sirva-se!
Assista aqui. Continue

A história da música é racista, classista, machista e colonialista. Esse é o pressuposto básico do qual parte o professor Thiagson para falar especificamente sobre o funk brasileiro do ponto de vista da musicologia acadêmica. Dentro da universidade ele foi aos poucos percebendo o quanto a música popular era colocada em segundo plano como uma forma de disfarçar uma série de preconceitos e privilégios a partir de conceitos como “beleza”, “grande arte” ou “música boa”. A partir de sua própria paixão adolescente – o funk que originalmente nasceu no Rio de Janeiro mas que se espalhou por todo o Brasil – ele começou a quebrar estas barreiras dentro da academia e aos poucos ganhou as redes sociais discutindo questões que devem ir para além dos muros da escola. E ele antecipa em primeira mão o primeiro livro de funk escrito por um músico!
Assista aqui. Continue

Volto com o meu programa de entrevistas depois do recesso chamando a querida Manoela Milkos para falar sobre sua área de atuação: direitos humanos. Ela faz parte da ONG Nossas, que tem diversas iniciativas para reverter a tragédia que habitamos neste Brasil de 2002, como Amazônia de Pé e Mapa do Acolhimento. A gente conversa um pouco sobre essas iniciativas, mas também sobre a soturna fase que o país atravessa e conseguimos até ser otimistas dentro desse cenário deprimente que atravessamos.
Assista aqui. Continue

A dupla Carabobina, formada pelo boogarin Raphael Vaz e pela produtora Alejandra Luciani, faz duas apresentações no Centro da Terra nas próximas semanas e batizaram suas duas sessões com o título do single cujo clipe eles lançam em primeira mão aqui no Trabalho Sujo, “Terranoite”. “Foi a primeira música sem beat que fizemos, bem diferente do que toca no nosso primeiro álbum”, explica Fefel. “Acho que nos inspiramos um pouco no disco Sung Tongs, do Animal Collective, onde tem aqueles mantras acústicos de poucos acordes e vários minutos. Usamos o cuatro venezuelano e sintetizadores pra criar uma paisagem variável. Na ideia, essa música é gigantesca e no show pode até ser isso que aconteça ao vivo.” Assista abaixo. Continue