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Entrevista

Retomando as atividades do meu programa sobre jornalismo, entrevisto desta vez o querido Phelipe Cruz, que há anos transformou um blog pessoal em uma dos mais importantes veículos de cultura pop no Brasil. À frente do Papel Pop, do podcast Um Milkshake Chamado Wanda e da festa VHS, ele conseguiu reinventar parte do jornalismo de entretenimento no Brasil ao fugir de uma série de clichês que ainda acompanham este formato, influenciando novas gerações de leitores, ouvintes e fãs ao mesmo tempo em que mexia com as estruturas do próprio jornalismo convencional. Às vésperas de lançar um jornal diário em vídeo do Papel Pop, ele conta o que aprendeu com a imprensa tradicional, com a vida na internet e com os padrões corporativos para deixar sua marca tão consistente, sem trair princípios pessoais que o acompanham desde o início, há quase duas décadas.

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Mais um programa sobre saúde mental – e dessa vez chamei a Amanda Ramalho, que já toca há anos o Esquizofrenoias, para falar sobre o tema de um filhote de seu podcast, criado um ano após ela ter sido diagnosticada como pertencente ao espectro autista. Em seu novo programa, Amanda no Espectro, que estreia no dia 24 deste mês, ela fala sobre a sua experiência com essa descoberta e chama uma série de convidados para falar sobre o que é o autismo e como o que conhecíamos sobre o tema era apenas uma visão estereotipada e caricatural de algo que muitas pessoas têm e sequer sabem, como aconteceu com ela mesma.

Acompanhe o Esquizofrenoias aqui.

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O mineiro tornado capixaba sentiu o impacto do mar. Juliano Gauche refugiou-se no litoral do Espírito Santo logo no início da pandemia, onde passou boa parte da quarentena e perdeu pessoas queridas – entre elas, seu próprio pai -, quando abriu seu inconsciente para conectar-se com o que estava acontecendo. Compôs uma série de canções neste período e separou algumas delas para exorcizar estas sensações no disco Tenho Acordado Dentro dos Sonhos, que acabou de lançar. Conversei com ele sobre este processo e como ele tem se envolvido cada vez mais com espiritismo e sonhos lúcidos e como isso dialoga com sua criatividade e… com o mar.

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Demorou mas finalmente retomo as atividades com meu programa de entrevistas Bom Saber, que estava parado desde o ano passado, e volto com uma entrevistada que venho tentando conversar há um bom tempo: Verônica Oliveira era empregada doméstica e influenciadora digital antes da pandemia se abater sobre nós, há três anos, e passou a ter uma importância ainda maior quando entramos em quarentena e tivemos que lidar com a realidade deste trabalho que é descendente da escravidão e que não existe com tanta naturalidade quanto no Brasil. Ela fala sobre os preconceitos sofridas como faxineira e a recente consciência de classe que vem surgindo nesta categoria, em que seu trabalho como influenciadora acabou exercendo uma importância considerável. Neste período ela apenas consolidou sua presença online (seja no Twitter ou no Instagram) como lançou até um livro contando sobre sua trajetória.

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Retomo os trabalhos do meu programa sobre música brasileira conversando com o baiano Lucas Santtana, que durante a pandemia estreitou seus laços com o velho continente mudando-se para uma pequena cidade no interior da França, onde reside atualmente. Neste processo, começou a compor seu novo disco a partir do contato com uma série de autores (como a cientista Lynn Margulis, objeto do documentário Symbiotic Earth: How Lynn Margulis Rocked the Boat and Started a Scientific Revolution), que pensam o lugar da raça humana no planeta Terra, levando em conta principalmente a crise climática que já estamos atravessando – e que foi responsável também pelo surgimento deste trágico capítulo em nossas vidas. O Paraíso, lançado no inicio do ano, foi gravado com músicos franceses e conta com versões de músicas dos Beatles e Jorge Ben.

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Na primeira edição do meu programa sobre quadrinhos de 2023, finalmente trago o papo com o grande Sidney Gusman, que desde os anos 90 espalha a palavra sobre esta linguagem seja colaborando nos principais veículos do Brasil, seja no clássico site Universo HQ ou à frente da transformação que proporcionou na Maurício de Sousa Produções, onde criou as graphic novels inspiradas na turma da Mônica, aproveitando esse que é um dos melhores momentos dos quadrinhos brasileiros de todos os tempos. E começa a falar sobre seu primeiro quadrinho… Pois é…

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“Há vinte anos, a palavra ‘algoritmo’ tinha um sentido comum muito diferente do que tem hoje, era uma palavra pra quem queria programar robôs, inteligência artificial através de computadores que fariam coisas grandes como conquistar outros planetas ou dominar o mundo tipo Skynet”, lembra Pedro Bonifrate, que está comemorando os 20 anos de sua carreira regravando quatro canções de duas décadas atrás, que foram registradas no EP Sapos Alquímicos na Era Espacial. Estas quatro músicas ressurgem num novo EP que, teoricamente, ainda sai esse ano. Ele já lançou duas destas regravações (“Casa com Piano” e “Radiação Verde“) e agora surge com a terceira, que ele lança oficialmente nesta sexta-feira e que antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo. “Um velho amigo e eterno nerd da física veio com essa piada sobre uma banda chamada Inteligência Artificial (I.A.) & Seus Algoritmos, que transformei nessa canção. O dia que quem sabe chegaria na letra da canção chegou faz tempo, e hoje temos várias bandas formadas por robôs e canções escritas por inteligência artificial pelo mundo afora, mas alguma já virou hit?”.

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Como todos os artistas brasileiros, o trio mineiro Black Pantera foi pego de surpresa com a chegada da pandemia e teve de suspender o lançamento de seu álbum Ascensão por mais de dois anos. Quando finalmente puderam lançar o disco, com sample de Elza Soares e forte teor de contestação política, o grupo pode mostrar para todo o Brasil sua colisão de heavy metal com hardcore ao dividir o palco do Rock in Rio ao lado do grupo pernanbucano Devotos, além de atravessar o país em uma turnê explosiva. Bati um papo com os três sobre este ano decisivo para o grupo.

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No meu programa sobre quadrinhos, desta vez converso com Beatriz Shiro, que ao mesmo tempo em que lança seu primeiro Ugrito sobre seus personagens Dawgz também prepara o primeiro álbum destes personagens e um curta de animação celebrando um dos grandes nomes do nosso modernismo. Ela também fala como se envolveu com quadrinhos e dá dicas para quem quiser se arriscar nesta carreira.

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Programa novo no meu canal: em Vida de Artista, convido gente de todas as áreas artísticas a discutir a relação entre sua produção criativa e sua vida pessoal, como uma interfere na outra e como arte é um trabalho interminável. Começo pela música e conversando com o meu compadre Maurício Pereira, a quem convido dar uma volta no passado e comparar o mundo independente quando ele lançou-se como artista solo e da realidade atual, fazendo um balanço tanto de sua carreira quanto de como amadureceu pessoalmente neste período.

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