Como foi a Noite Trabalho Sujo com o Danilo Cabral e o Diego Maia

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Antes de sair de férias, dei uma passada na Noite Trabalho Sujo em que o Danilo recebeu o Diego pra esquentar o inferninho do Alberta. Foi demais, como dá pra ver pelas fotos da Bárbara, abaixo:

 

Noites Trabalho Sujo apresenta Danilo Cabral + Diego Maia

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Hoje a pista fica por conta do embate entre Danilo Cabral e Diego Maia – o que garante muito groove, música eletrônica, rock clássico e indie rock no cardápio. Pode ser até que eu dê o ar da graça na festa, mas ainda não sei – e, se eu for, vai ser a última que comando nas próximas semanas, pois fico fora do ar até o fim deste mês. Para quem ainda não sabe como chegar lá, basta seguir o caminho das pedras na página do evento no Facebook e no site do Alberta. Os nomes para a lista de desconto podem ser enviados pro email [email protected] até às 20h. Vamo!

Tulipa: “Teria sido bem melhor se você tivesse nos contado tudo”

Tulipa se entrega em “Víbora”, das melhores músicas de seu novo Tudo Tanto, em vídeo feito no finde pelo Diego.

A foto do bottom é do Insta dela.

Filmando shows com um iPad

Olha o que rolou no meio do show do Jeneci no Cine Joia sexta passada.

…se a moda pega. Vi lá no Diego.

Pra quem perdeu o Gang of Four e o Miles Kane de graça no domingo no Parque


Miles Kane – “Better Left Invisible” / “Kingcrawler”


Miles Kane – “Hey Bulldog”


Miles Kane – “Inhaler”

Nem vou elogiar demais pra não parecer cabotino (afinal, a curadoria foi minha): mas o domingo no Parque da Independência, que reuniu os shows do 15º Festival da Cultura Inglesa, foi incrível. Dia lindaço, friozinho com sol, shows impecáveis, público apaixonado, show de graça, de dia, terminando às 20h. Só faltava o metrô ser do lado pra ser perfeito (um dia chegamos lá). Fiz videozinhos dos shows do Gang of Four e do Miles Kane pra quem deu mole e não pode ir…


Gang of Four – “You’ll Never Pay For The Farm”


Gang of Four – “Not Great Men”


Gang of Four – “I Parade Myself”


Gang of Four – “Paralysed” / “A Fruit Fly in the Beehive”


Gang of Four – “What We All Want”


Gang of Four – “Return the Gift”


Gang of Four – “To Hell With Poverty”


Gang of Four – “I Love a Man in An Uniform”


Gang of Four – “Natural’s Not In It”


Gang of Four – “He’d Send In The Army”


Gang of Four – “Damaged Goods”

E em “He’d Send In The Army”, em que Jon King destrói um microondas no palco, o Diego me filmou filmando.

Quando eu e o Jon (King, vocalista da banda) começamos, nos perguntávamos: ‘O que motiva as pessoas? O que as faz fazerem o que fazem?’. É claro que você pode resumir isso em apenas ‘economia’, mas não é só isso. As pessoas ainda estão fazendo as mesmas coisas que faziam no século passado, o marido ainda trazia o dinheiro para casa enquanto a mulher cuidava da comida e dos filhos. O mundo havia mudado, mas essas relações ainda não. Pelo contrário, elas haviam se tornado prisões: família, emprego, propriedade. As pessoas se prenderam nisso de uma forma que acham que isso é a vida delas.

Temos uma música chamada ‘Natural’s Not In It’ que fala exatamente sobre isso. Tudo aquilo que chamamos de “natural”, na verdade, é artificial, é criado pelo homem. Seja a sociedade, o conceito de justiça, de bom senso… Tudo isso é invenção humana, nada disso é natural. As idéias não são naturais. Qualquer uma delas, todas elas – são inventadas.

E não queríamos ser os portavozes da nova esquerda. Para isso, tiramos todas as referências de política de nossas letras e títulos – você vê os nomes das músicas e não diz que o conteúdo delas é política –, tudo que pudesse lembrar a política dos jornais tava fora. Não queríamos dizer ‘você está certo’, ‘você está errado’, ‘você é de esquerda’, ‘você é de direita’. Não queríamos nos separar das outras pessoas. Queríamos, sim, lembrar pra elas que, esquerda ou direita, estamos nesse barco juntos.

Mas a forma que você colocou é bem razoável. É isso: o Gang of Four não era uma banda de protesto, mas uma banda de crítica. Uma crítica à sociedade, à forma que vivemos, à música, ao rock, ao punk rock, às outras bandas, a nós mesmos. Era mais ou menos como o Situacionismo dos anos 60, não queríamos nos levar a sério, mas não queríamos só isso.

Trecho da entrevista que fiz com Andy Gill em 2006, que transformei em depoimento pra Bizz.

Quem filmou o Superchunk?


Foto: Alessandra Luvisotto

Não foi com tanto pesar que lamentei perder a vinda do Superchunk ao Brasil esse ano – afinal, vi os caras no ano passado e tive de perdê-los para ir para minha terra-natal, o que é sempre bom. Mas achei uns vídeos do Diego e da Dani (atenção, o vídeo dela começa com nada menos que “Brand New Love”, do Sebadoh!) perdidos por aí e queria saber se mais gente filmou… E o setlist?

Ringo 70

Outro vídeo feito pelo Diego, desta vez com o mestre à bateria, mandando a primeira música em que gravou seu vocal num disco dos Beatles.

Paul cantando “Birthday” pro Ringo

Caralho, invejei o Diego, que filmou ontem o vídeo acima. Dá pra imaginar a emoção do cara – e até pra desculpar ele cantando por cima do Paul. E ainda teve uma seção de “With a Little Help from My Friends” com a Yoko fazendo dancinha e tudo.

Que foda…

Animal Collective no Pânico

Um troço que pra mim é o maior sinônimo de vergonha e o cara vem tirar vantagem falando do Pânico?

Que bicho…