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Mais uma sexta delírio em que eu e a Ju Ferraz botamos todo mundo pra dançar feliz na pistinha do Alberta, como dá pra ver nas fotos do Augusto aí embaixo. E sexta agora o tempo vai fechar com um quarteto da pesada: Danilo Cabral e Luiz Pattoli recebem Fabio Bianchini e Klaus Kohut numa noite que promete…

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E por falar em Blur, o grupo confirmou não apenas um, mas dois shows, em outubro na Argentina. A banda inglesa já havia confirmado a passagem por nosso continente ao anunciar um show em Santiago no dia 7 de outubro. Agora é a vez dos argentinos fazerem a festa: a banda toca no dia 10 em Córdoba e no dia 11 em Buenos Aires. Inevitavelmente tocará no Brasil, mas as perguntas se acumulam: antes ou depois dos hermanos? Só em São Paulo ou em mais de uma cidade? Façam suas apostas.

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E como fez em Londres há um mês e meio, o Blur foi para Nova York fazer um show pequeno, no Music Hall of Williamsburg, no Brooklyn, na primeira sexta deste mês. Lá, o grupo inglês mostrou basicamente todas as músicas de seu disco deste ano, The Magic Whip, em versão ao vivo, mais alguns brindes (“Beetlebum”, “Trouble in the Message Centre” e “Song 2”, todas no bis) como havia feito na Inglaterra. Compilei os vídeos a seguir:

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Em um documentário de meia hora, os quatro integrantes do Blur contam como se encontraram em Hong Kong sem nenhuma pressão para fazer nada de novo e, de repente, perceberam que, passados quase 30 anos desde sua formação, eles ainda eram o mesmo grupo.

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Desde 2011 sem lançar nada com seu próprio nome (mas sob o rótulo Darkside, ao lado do guitarrista Dave Harrington, marcou época) Nicolas Jaar volta a dar notícias com um EP quase enigmático embora abertamente de transição. Nymphs II é um 12 polegadas composto das músicas “The Three Sides of Audrey and Why She’s All Alone” e “No One is Looking at U”, lançado pela própria Other People do produtor, e pode ser ouvido abaixo.

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A baixa produção do minidocumentário Instigando na Multidão, de Daniel Mattos e Heitor Sena, que trata sobre a passagem do grupo cearense Cidadão Instigado durante a Virada Cultural de Jundiaí, em 2010, não tira a importância do registro, principalmente agora, à luz do lançamento do ótimo Fortaleza:

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Nem bem nos recuperamos do atordoo do segundo Vingadores e a Marvel já anuncia que o terceiro será filmado todo em Imax – é o primeiro filme registrado inteirinho nessa resolução. Falei disso lá no meu blog no UOL http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/05/10/vingadores-guerra-infinita-sera-o-primeiro-filme-todo-feito-em-imax/

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Parece ser só mais uma paródia de filmes de super-herói, mas Absolutely Anything já entra na história do cinema de comédia por ser o primeiro filme em que Simon Pegg estrela sozinho após ter estourado em dupla com seu comparsa Nick Frost e participar de franquias de ação produzidas por J.J. Abrams, por ser o último papel de Robin Williams (que interpreta um cachorro) e por ter os cinco Monty Python (ou ao menos suas vozes).

O Naldo (aquele, de “Amor de Chocolate” – você sabe, a música do “vodca ou água de coco…”) avisou em sua página do Facebook que está fazendo uma parceria com ninguém menos que Mano Brown.

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Daí deve sair uma daquelas baladas bregosas que o rapper mais conhecido do Brasil tem curtido fazer nos últimos ano. Mas, na boa, pra mim tanto faz.

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Lana Del Rey começou sua turnê norte-americana deste ano, batizada de Endless Summer Tour, em que já começa a antecipar músicas que poderão estar em seu próximo disco, Honeymoon, como “Us Against the World”, “Serial Killer” e “You Can Be the Boss”. As três já havia aparecido online anteriormente mas apenas “You Can Be the Boss” já havia sido tocada ao vivo. A escolha por estas faixas parecem confirmar que seu próximo disco encerra a primeira fase de sua carreira, imortalizando canções já conhecidas pelos fãs.

Mas a grande surpresa do primeiro show da turnê foi a versão que ela fez para o clássico de Peggy Lee, “Why Don’t You Do Right?”.

Você sabe, a música que nos apresentou a Jessica Rabbit – uma das inspirações para o personagem Lana Del Rey – em Uma Cilada para Roger Rabbit:

E ela ainda cantou aquela do Leonard Cohen…