
B.B. King morreu esta noite em Las Vegas, depois de tentar resistir bravamente a um estado de saúde que por vezes melhorava, por vezes piorava. Não é exagero dizer que, com ele, morre o blues como o conhecíamos originalmente. Embora tenha sido um dos principais nomes do gênero por gerações – e ter levado o estilo musical a patamares nunca imaginados pela geração de seus pais, que lhe ensinou aquela música criada nas plantações de algodão dos sul dos EUA -, King não era “o rei do blues” apenas pela coincidência do sobrenome ou pela longevidade. Foi ele quem carregou aquela guitarra chorosa – suas inúmeras Lucille – para diferentes países, públicos e idades. Mais do que o maior embaixador do blues no século passado, ele era o próprio blues encarnado. Outros ficam, outros virão, mas nunca sem sintetizar a elegância e o sentimento deste mestre.
Tô indo pra Las Vegas ver a cúpula do pop enquanto negócio na primeira edição norte-americana do Rock in Rio e vou dando notícias lá no meu blog no UOL: https://matias.blogosfera.uol.com.br/

E na volta teremos grandes novidades.

O nova-iorquino Christopher Glover chamou o avô de 90 anos para participar do clipe de sua deliciosa “Never Gets Old“, gravado em Miami.

Nessa montagem rápida dá pra perceber a importância que Tarantino dá à construção de seus personagens quando vistos de perfil.

Eis a íntegra da versão que Sia fez para o clássico “California Dreamin'” do grupo Mamas & the Papas para a trilha sonora do filme San Andreas.
A música havia aparecido no terceiro trailer do filme, que promete aquela escala de destruição à la Rolland Emmerich que tanto gostamos de ver… no cinema.

Aos poucos Emicida vai soltando os vídeos que fez durante sua passagem pela Europa, naquela primavera do hemisfério norte:
Vai fundo, Leandro!

E se eu te dissesse que a música-símbolo dos Guns N’Roses é um plágio? Dá uma sacada nessa lá no meu blog do UOL http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/05/12/sweet-child-omine-dos-gunsnroses-e-um-plagio/

M.I.A. segue dando sinais de vida em 2015 – e depois de lançar despretensiosamente “Can See Can Do“, ela agora vem com a tranquila “Platforms”, ainda rotulada como “demo”.

Começou com o lançamento do single “Playground Love” no Record Store Day deste ano e vai continuar na primeira edição em vinil para a trilha sonora do filme The Virgin Suicides, de Sofia Coppola, que é o gancho para o relançamento de toda a discografia da dupla francesa Air em vinil. A edição do Virgin Suicides, que chega às lojas em junho nos formatos digital, CD duplo, vinil duplo e em uma caixa de discos, que trará o disco prensado em vinil vermelho e outro vinil picture com uma apresentação ao vivo que a dupla fez da trilha sonora em janeiro do ano 2000, em Los Angeles, e três registros que fizeram na rádio KCRW no mesmo período – além de poster, CD duplo, um livrinho de 16 páginas e um sete polegadas com o single recém-relançado. Além deste disco, na mesma época serão lançados os discos Premiers Symptômes (1997), Moon Safari (1998), 10,000 Hz Legend (2001), Talkie Walkie (2004), e Pocket Symphony (2007).

Projeto paralelo do líder dos australianos Van She (o produtor australiano Matt Van Schie), o Du Tonc conta com o produtor londrino Mighty Mouse como segunda metade e juntos os dois lançaram esse belo trato em “Monkey Gone to Heaven”, dos Pixies.
Esse baixo é bem aquele hit do Right Said Fred, mas não chega a incomodar.