
Será que o melhor jogador de tênis do mundo hoje é páreo para uma partida contra um veículo pesado de guerra? Foi um desafio autoproposto pelo cineasta e produtor de efeitos especiais australiano Michael Shanks. O resultado é esse:

Enquanto o disco novo dos Chromatics não chega, seguimos acompanhando seu mentor Johnny Jewel despejar pérolas do passado em sua conta do Soundcloud. Desta vez destaco uma versão esquecida para “Hands in the Dark” que foi lançada logo depois que sua gravadora Italians Do It Better lançou a já clássica coletânea After Dark, em 2007, e não saiu em disco nenhum. A versão mais recente ecoa as guitarras do Cure, uma das principais fundações do conjunto da obra de Jewel. Muita finesse.

Muito antes de Lorde ser a única referência que tínhamos da Nova Zelândia (e bem depois do Peter Jackson e do Jeca Paládio da TV Colosso, é verdade), a dupla Flight of the Conchords era o que sabíamos que acontecia na Nova Zelândia na primeira década do século. E agora “a quarta dupla de comédia a capella folk rap funk digibongo com violões” de seu país pode voltar a se reunir, segundo uma de suas metades Jemaine Clement. O humorista contou à Billboard que está planejando uma turnê pelos EUA com seu parceiro Bret McKenzie, em que planejam tocar músicas novas. Se você não conhece a dupla, vale ir atrás do trabalho deles (especialmente os vídeos ao vivo no YouTube, como o de “Bowie’s in Space”, abaixo, mais do que assistir à série da HBO).

Ei, nossa querida Courtneyzinha anunciou que seu primeiro álbum sai em março e chama-se Sometimes I Sit and Think, and Sometimes I Just Sit. Eis a capa:

Pra começar a falar do disco, ela já nos saca essa deliciosa “Pedestrian At Best”, que filtra o melhor do que chamávamos de rock alternativo nos anos 90, no melhor sentido.

O produtor haitiano-canadense Kaytranada já é um dos grandes nomes da dance music mundial, mas apesar de conhecido e reconhecido como um dos grandes na cena, ele ainda não chegou ao grande público. Isso deve acontecer em 2015, quando ele lança seu primeiro trabalho solo. Sua estréia – batizada por enquanto de So Bad – seria lançada em dezembro como um EP e ele já tinha dado como aperitivo a faixa “Leave Me Alone”, cantada pela Shay Lia.
Passou dezembro e ele lançou o EP, que evoluiu para o álbum ainda sem data de lançamento. Mas ele já soltou outra música, “Drive Me Crazy”, desta vez com os vocais do MC de Chicago Vic Mensa.
Orelhas em pé, vem pedrada aí!

O Ramon havia comentado sobre o Project Almanac, uma versão adolescente do cabeçudo Primer, em que um grupo de moleques inventa a viagem do tempo e começam a reviver todos os dias… até que algo dá errado. Achei legal reforçar a dica, dá uma sacada no trailer:

O designer escocês Nick Smith recriou quadros clássicos usando exemplos de escala de Pantone, criando quadros em pixel art que não pertencem ao mundo digital. E agora ele está vendendo versões impressas das imagens em seu site. Vale emoldurar:

E para continuar esquentando o verão 2015, reuni o mestre Danilo Cabral, desfilando groovezeira setentistas, pérolas pop, clássicos indie e o melhor da música para dançar, ao lado da musa Mayra Maldjian, que traz sua seleção de hip hop, soul e pop moderno pra temperar a melhor sexta de São Paulo que são as Noites Trabalho Sujo. Dá pra mandar nomes pra lista pelo noitestrabalhosujo@gmail.com até às 19h que você entra na lista de desconto. Chega junto que nunca tem erro!
Noites Trabalho Sujo apresenta Danilo Cabral e Mayra Maldjian
Com Danilo Cabral e Mayra Maldjian
Sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Alberta #3. Avenida São Luís, 272. Centro.
A partir das 22h.
R$ 35 / R$ 25 (com nome na lista pelo noitestrabalhosujo@gmail.com)

“Ain’t No Mountain High Enough” é daqueles momentos em que a música pop desafia a racionalidade e alcança o sublime. O animador Jack Stratton realça uma das armas secretas do hit de Marvin Gaye e Tammi Terrell, o sutil e versátil baixo de James Jamerson, uma verdadeira montanha russa de emoções, que conduz toda a tensão apoteótica da canção:

Já que a próxima trilogia de Guerra nas Estrelas causou todo esse rebuliço, por que não voltar a mexer nos clássicos? Essa é lógica da Disney, que está considerando reanimar a saga de Indiana Jones com ninguém menos que Chris Pratt (o Andy de Parks & Recreation), vivendo aventuras entre sua adolescência (já vivida por River Phoenix) e a idade adulta (os filmes com Harrison Ford). O estúdio comprou a franquia da Paramount em 2013 e ainda não tinha cogitado nenhuma novidade sobre a série, mas agora vem essa especulação do site Deadline, que quase nunca joga verde à toa…